Quando se sentir triste, lembre-se: desde que o homem existe, a água do rio nasce e morre de um jeito quase vergonhoso; e renasce apenas para nascer e morrer de novo, do mesmo jeito. E, no meio disso tudo, não se esqueça de beber água enquando chora.
Alice e o bicho do jardim conta a história de uma menina curiosa que, ao brincar no quintal da casa dos avós, encontra um pequeno animal misterioso que se enrosca ao ser tocado. Sem obter respostas dos adultos, Alice insiste, observa, investiga e transforma sua curiosidade em descoberta. Quem puder ler, contribuir e deixar seu feedback ajudará bastante.
Fixada rafaelsiarau 22/1/2026 Atualizando minha lista de obras: O Ritual literunico.com.br/creat… Treze a.co/d/iYp… As Cartas a.co/d/goo… A floresta: contos fabulosos literunico.com.br/creat… A mamãe, a velha cozinheira e eu a.co/d/4df… 1 rafaelsiarau 59 min Esqueci meu fone e agora estou sendo obrigado a ouvir um bando de idiotas falando asneiras e coisas antidemocráticas contra o próprio país. 1 rafaelsiarau 1 h Por mais que eu sinta nojo, até entendo haver tantas pessoas bolsonaristas, afinal, o infeliz do presidiário ainda é do Brasil. Mas é vergonhoso ver gente que se diz patriota torcer para que o Trump tome ou assuma o governo do Brasil. 1 rafaelsiarau 2 h Foi a melhor noite de sono que já tive. 3 1 rafaelsiarau 9 h É bem engraçado ver perfil fake reclamando de que aqui só tem fake. Melhor ainda é ver fake comentando na postagem de outro fake, concordando que aqui só tem fake e gente carente, porém, ambos sendo bem carente na postagem. 藍 1 rafaelsiarau 10 h Se há uma série que considero bem estereotipada, é The Good Doctor. rafaelsiarau 1 d 7 rafaelsiarau 1 d O cara veio
Fixada rafaelsiarau 22/1/2026 Atualizando minha lista de obras:O Ritual literunico.com.br/creat… Treze a.co/d/iYp… As Cartas a.co/d/goo… A floresta: contos fabulosos literunico.com.br/creat… A mamãe, a velha cozinheira e eu a.co/d/4df…
Não escrevo para chorar; primeiro escrevo… depois, bem depois, eu choro.
Sabe quem me consola? Ninguém… apenas o choro, que vem depois de escrever o quanto errei por te perder. Mas o quanto você também errou… sim… você também me deixou ir.
Mas desde quando o tempo aceita desculpas? Vivemos adiando a vida, como se o depois fosse garantido. Diga àquele amor o que o silêncio insiste em esconder: eu te amo. Abrace seus pais, irmãos, avós, amigos… enquanto os braços ainda alcançam. Quer viajar? Que o plano não substitua o passo. Quer beijar? Que o medo não anteceda o gesto. No fim, não acuse o tempo: ele apenas passa. Quem escolhe faltar somos nós.