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Uma leitora uma vez me questionou: 'Como a mãe da Anna Carolina não via o que ela estava fazendo?'. Minha resposta como escritora é simples: porque a vida real não tem roteiro de novela. Pais trabalham 9 horas por dia, sustentam a casa, observam de longe e impõem limites quando as coisas saem dos trilhos. Em 'Metamorfose', os pais da Anna não são omissos; eles são reais.

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Tenho pensado cada vez mais sobre como identidade, memória e ancestralidade caminham juntas. A identidade não nasce do vazio. Ela é construída por histórias, memórias e heranças que atravessam gerações. Conhecer a sua ancestralidade não é buscar heróis ou perfeição. É reconhecer as pessoas que vieram antes, compreender seus caminhos e perceber como suas escolhas ainda ecoam no presente. Porque, no fim, a pergunta não é apenas quem foram os seus antepassados. A pergunta é:

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Traduzido automaticamente do inglês.
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Agora posso e quero além do MJ: Eternia, He-Man, She-Ra e Baby Yoda na minha time line. Hoje fiz maratona de Madalorian e He-Man. Tarde Nostálgica... 80 e 90 melhor infância. Que venha She-Ra, e não podemos esquecer do primeiro Her- Man (1987): Dolph Lundgren. Eu já fui uma Feiticeira tbm. 