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@classicos há 10 meses
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Livro: Eterna Dor Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Eterna Dor, Auta de Souza explora a dor profunda e incessante, com uma escrita carregada de emoção e melancolia. Sua poesia transmite a intensidade do sofrimento, tornando-o um reflexo da condição humana e da busca por alívio. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Estrada a Fora Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Estrada a Fora, Auta de Souza reflete sobre o caminho da vida, seus desafios e esperanças. Com lirismo e sensibilidade, ela descreve a jornada humana, marcada por incertezas, mas também por um anseio de luz e verdade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Dolores Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Dolores, Auta de Souza aborda a dor e o sofrimento com uma linguagem delicada e profunda. Sua escrita, marcada pela espiritualidade e emoção, transforma a dor em uma experiência de reflexão e transcendência. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Doente Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Doente, Auta de Souza transforma a dor física e emocional em poesia. Com sensibilidade e fé, ela revela a fragilidade do corpo e a força da alma em meio ao sofrimento. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Desalento Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) Em Desalento, Auta de Souza expressa a dor silenciosa da alma diante das perdas e das decepções da vida. Seus versos carregam uma melancolia profunda, típica da poesia simbolista e religiosa que marcou sua trajetória. É uma obra que toca delicadamente os sentimentos mais íntimos, com beleza e resignação. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: De Joelhos Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema De Joelhos, Auta de Souza revela sua profunda espiritualidade em versos que são prece e entrega. Com delicadeza e fé, ela traduz em poesia o gesto humilde de quem ora com o coração em silêncio. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: De Longe Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema De Longe, Auta de Souza expressa o amor à distância com lirismo e delicadeza. A saudade e a constância se transformam em versos suaves, marcados pela espiritualidade e sensibilidade que definem sua escrita. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Dadá Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Dadá, Auta de Souza constrói uma homenagem cheia de doçura e lirismo a uma figura infantil ou juvenil, representando a afeição e a saudade através de versos delicados. A autora combina sua religiosidade e sua sensibilidade poética para criar uma atmosfera de ternura, típica de sua escrita marcada pelo sentimento e pela pureza. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Crianças Autora: Auta de Souza Lançamento: Publicado originalmente em Horto (1900) No poema Crianças, Auta de Souza celebra a pureza e a ternura da infância, traçando imagens delicadas que exaltam a inocência e a esperança renovadora que os pequenos representam. Com sua linguagem suave e espiritualizada, a autora aproxima a infância do sagrado, em consonância com a atmosfera lírica de sua obra. #domíniopúblico #Clássicos
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@fksilvain há 10 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/73' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A vizinha e o vizinho" completo</a></p></div>
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@edsonbas há 10 meses
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O ano era 1996, nós éramos adolescentes e estávamos passando as férias escolares de julho na praia. Era ano de Olimpíadas e dessa vez seria nos Estados Unidos: Jogos Olímpicos de Atlanta. A gente adorava as Olimpíadas, assistíamos todas as disputas de todas as modalidades. No primeiro dia em que fomos à praia, ao comprar picolés, descobrimos que a Kibon estava realizando uma promoção na qual a gente poderia ganhar réplicas colecionáveis das medalhas olímpicas. Não lembro se o palito vinha premiado ou se tínhamos que juntar alguns palitos e pagar mais uma quantia em dinheiro, só lembro que em 3 dias a gente já tinha tudo o que precisava para trocar por 2 coleções completas. Um dos vendedores de picolés nos disse que o único posto de troca era uma confeitaria no centro da cidade. Lá fomos nós. Ao chegar, perguntamos aos atendentes qual deles era responsável pelas trocas, nos disseram que só o dono da confeitaria, o Senhor Gentil, fazia as trocas, mas ele não estava no momento, era melhor voltar no dia seguinte. Foi então que começamos uma caçada épica ao Senhor Gentil. Sei que já faz muito tempo que é difícil achar uma pessoa gentil por aí, mas o Senhor Gentil era mais difícil ainda. Todo santo dia nós voltávamos na bendita confeitaria, perguntávamos pelo bendito Senhor Gentil e ouvíamos a mesma bendita resposta: "- Hoje ele não está, é melhor vocês voltarem amanhã". Agosto já estava chegando e, junto com ele, o fim da quinzena e das férias, mas a gente não desistiu e, finalmente, no décimo dia, ao chegarmos na porta da confeitaria, antes de entrarmos ou falarmos alguma coisa, uma das atendentes já foi chegando perto da gente e falando toda animada e sorridente: "- Hoje ele tá! Hoje ele tá! Podem subir que ele tá no escritório lá em cima!". O Senhor Gentil tinha um quê de Papai Noel: era gordinho, simpático e tinha os cabelos bem branquinhos, só faltava a barba e a roupa vermelha. Atendeu a gente muito rapidamente, nos entregou as medalhas, pediu desculpas pela sua ausência nos últimos dias e se despediu com tanta gentileza que fez jus ao seu nome. Agradecemos, descemos, nos despedimos de todo mundo e voltamos para o apartamento onde estávamos hospedados. Ao final das férias, voltamos para casa, para a nossa cidade, como se fôssemos atletas voltando das Olimpíadas, com as nossas medalhas, conquistadas, merecidas, assim como as deles.
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@aleituracria há 10 meses
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Livro: Battle Royale Autor: Koushun Takami Páginas: 664 | +16 anos O livro se passa em um cenário totalitário chamado República da Grande Ásia, que promove, há anos, um tipo de competição insana e cruel. A parte da população que discorda desse regime não tem forças para lutar contra ele, devido à imediata retaliação do governo. Essa competição consiste em um jogo no qual um certo número de pessoas é colocado em um território isolado e obrigado a lutar entre si pela própria vida. Apenas um sairá vivo daquele local. Como se não bastasse serem forçados a cometer atentados contra a vida de outros inocentes, com o passar dos anos essas competições passaram a ser realizadas com a escolha aleatória de uma turma do nono ano. O que já era cruel, tornou-se perverso. No ano de 1997, mais uma turma foi escolhida, e seus alunos foram obrigados a lutar uns contra os outros em uma remota e isolada ilha da Grande Ásia. Shuya Nanahara é praticamente o astro da turma, mas sua fama não o tornou egocêntrico. Parte do seu charme está no bom coração e na forma despretensiosa com que lida com a vida. Órfão há muitos anos, ele tem como melhor amigo Yoshitoki Kuninobu, além de outras amizades menos íntimas, como Shinji Mimura, Hiroki Sugimura e Noriko Nakagawa. São 42 personagens. Embora o autor não se aprofunde individualmente em todos, desenvolve boa parte deles com uma habilidade ímpar. Com poucas frases, ele consegue criar um vínculo real com o leitor, tornando impossível não sofrer com cada vida que se esvai. É tocante a forma como cada um luta, suas batalhas internas e suas histórias de vida, revelando personagens profundos e cheios de camadas. A narrativa se concentra mais no trio formado por Shuya, Noriko e Shogo Kawada, um estudante solitário. O alívio para as atrocidades descritas em Battle Royale só foi um pouco amenizado graças ao misterioso e inteligente Shogo. É um livro profundo, que promove uma reflexão que vai até o âmago de quem lê. Essa história me tocou em todos os aspectos: enredo, desenvolvimento, personagens e técnica. Koushun Takami escreveu apenas este livro e nunca mais publicou nada. Se eu pudesse encontrá-lo, só diria: obrigada. #resenhas #BattleRoyale 📖 [Ver livro](https://www.literunico.com.br/books/247)
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@Albertobusquets há 10 meses
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Branca flor despede-se desprende-se para experimentar sua liberdade. Cinco asas alvas, em espiral ela desce despindo-se despedindo-se como que sorrindo Para tudo à sua volta. Pousa no chão em meio a flores e folhas secas e moribundas. Se tivesse olhos, iria fechá-los como quem dorme. Se tivesse boca, seria visível um sorrriso enorme: "Fui linda, fui livre, Voei o que pude, Vi o que pude. Ah, se houvesse chance, Faria tudo novamente. Não sabia que, no fim da minha existência, pudesse receber tão precioso presente..." E murcha belamente em paz. Alberto Busquets. #Desafio 124
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@eduliguori há 10 meses
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Amor próprio é lindo mas não tem cheiro de outro não tem gosto de outro não tem calor de outro e outro só o outro me leva a morte que eu gosto e me faz sentir vivo Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Homenagem a Karl Marx (1818-1883) Karl Marx é uma das figuras mais influentes do século XIX. Seu pensamento deu origem ao marxismo, que inspirou movimentos socialistas e comunistas em todo o mundo, especialmente no século XX, como a Revolução Russa de 1917. Ao mesmo tempo, suas ideias continuam sendo debatidas, estudadas e reinterpretadas tanto por defensores quanto por críticos. Obras de Karl Marx: <a href="https://www.literunico.com.br/books/467">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 10 meses
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Homenagem a Telmo Padilha (1930-1997). Ao longo de sua carreira, Padilha trabalhou como repórter, editor e redator em diversos jornais, incluindo os culturais Para Todos e Jornal de Letras. Em 1957, publicou seu primeiro livro, Girassol do Espanto. Sua obra poética é marcada por reflexões existenciais e uma linguagem lírica e introspectiva. Entre seus livros mais conhecidos estão Voo Absoluto, que lhe rendeu o Prêmio Nacional de Poesia do Instituto Nacional do Livro em 1975, e Bird / Night, publicado internacionalmente. Cacau em Prosa e Verso: <a href=" https://www.literunico.com.br/books/466">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@eduliguori há 10 meses
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Porque hoje é sábado existimos e tentamos porque hoje é sábado amamos o impreciso porque hoje é sábado Vinícius escreveu um poema porque hoje é sábado amanhã é domingo porque hoje é sábado eu te desejei segunda terça quarta quinta e sexta amanhã é domingo Edu Liguori
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