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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 02 - Qual livro que mais odiou? Teve relação com algum momento que viveu? Estou sentindo que serei cancelada... E, antes de qualquer outra coisa, digo que amo os poemas eróticos de Hilda Hilst, mas eu odiei ler “O Caderno Rosa de Lori Lamby”. Eu sempre dou 15 páginas para o livro me prender, por isso minha lista de livros inacabados é enorme. Porém precisei ler alguns por completo para a faculdade e este livro específico da Hilda Hilst foi um destes. O livro é um diário de uma menina de 8 anos que é levada a prostituir-se para “ajudar” o pai, um escritor falido que deseja usar as experiências dela para vender seus livros. Algumas pessoas chamam de “arrebatador”, outros de “soco no estômago”; há quem diga que é uma crítica ferrenha e bem-humorada ao mercado editorial. Eu? Bem, eu odiei cada página desse livro, apesar de não ter nada a ver com o “momento” em que eu li. Acho que os temas da p3d0f1l1a e da pr0st1tuição infantil exigem um respeito pelas vítimas que a autora joga no lixo, por meio de uma escrita ácida e obscena.
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@fksilvain · há 1 ano
Nunca li Hilda Hilst e agora você me deixou impressionada. 😳 Como eu podia nunca ter ouvido falar em um livro tão infame?
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@cadantasautora há 1 ano
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A pergunta referente ao desafio do dia 2, foi a seguinte: Qual livro que mais odiou? Teve relação com algum momento que viveu? Livro: Uma Ideia de você. Uma Ideia de Você é uma obra que tenta explorar questões relevantes como feminismo, independência feminina após os quarenta anos e os desafios de ser mãe solo após um divórcio. No entanto, essas temáticas, inicialmente promissoras, perdem profundidade ao longo da narrativa, resultando em um desenvolvimento frágil e pouco coerente. A protagonista, Solène, começa como uma mulher aparentemente forte e decidida, mas sua trajetória é marcada por escolhas e circunstâncias que enfraquecem sua construção como personagem. Quando ela inicia um relacionamento com um jovem cantor de uma boy band, a narrativa se desvia completamente das questões centrais. A partir desse ponto, Solène se torna refém das interferências externas: um ex-marido ausente e traidor, uma colega de trabalho interesseira, uma filha ingrata e pais cuja aparição apenas agrava o cenário de relações tóxicas ao redor da protagonista. Embora o jovem cantor seja a única figura que traz alegria e apoio genuíno à vida de Solène, ela opta por romper o relacionamento de forma abrupta e sem justificativas consistentes. Essa decisão evidencia o principal problema do livro: a incapacidade de sustentar ou aprofundar os temas que tenta abordar. Em vez de ser um retrato de empoderamento feminino, a história parece reforçar a ideia de que Solène é constantemente guiada e limitada pelas expectativas alheias, boicotando seu próprio potencial de crescimento. Ao final, Uma Ideia de Você deixa a sensação de uma narrativa superficial, que desperdiça a oportunidade de explorar com profundidade as questões importantes que se propõe a discutir. É uma leitura decepcionante, especialmente para quem busca uma obra que valorize a força e a resiliência da mulher moderna. Não existe nenhuma relação direta com o que eu tenha vivido, mas como mulher, a narrativa ruim me fere diretamente. #desafio
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@sylvviarubra · há 1 ano
Só vi o filme e, pelo jeito, ele é bem fiel ao livro no que diz respeito a abordar muito superficialmente temas importantes
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@autoramarianaaguiar há 1 ano
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♥️ Reflexão do dia: ♥️ Se você planta tomates, inevitavelmente vai colher diferentes tipos: os considerados "bonitos", os "feinhos" e até aqueles estragados. Mas vamos focar nos "bonitos" e nos "feinhos". Curiosamente, o sabor de ambos é o mesmo. A diferença? Os "bonitos" são mais valorizados, mais caros e mais facilmente encontrados nos mercados. Já os "feinhos", muitas vezes, são descartados ou vendidos em locais que acolhem essa realidade – seja por consciência, seja por necessidade, com preços mais acessíveis. E por que isso acontece? Porque a sociedade tem um padrão. O que foge da perfeição é ignorado ou desvalorizado, mesmo que tenha o mesmo valor essencial. Assim como nos tomates, essa reflexão se estende a muitos aspectos da vida, especialmente aos serviços voltados para pessoas que precisam de acessibilidade. Quando esses serviços existem, infelizmente, são alvo de questionamentos de quem não precisa deles, como se sua existência fosse desnecessária. Mas lembre-se: não estamos falando de tomates.
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@literunico há 1 ano
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Primeiro #céu de 2025 As mudanças chegam para manter e para transformar! As novidades antigas, o saudosismo do futuro, a expectativa do que está acontecendo, tudo isso misturado no mantém querendo continuar a vida.
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@literunico há 1 ano
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#Bom dia! Palavra do dia: #𝕋ℝ𝔸ℕ𝕊𝕀ÇÃ𝕆 Frase do dia: "A vida é agradável. A morte é tranquila. O problema é a transição." — Isaac Asimov Datas comemorativas de hoje, 2 de janeiro de 2025: Dia Mundial da Consciência sobre o Envelhecimento. Aniversariante: Isaac Asimov (1920) — Escritor e bioquímico russo-americano, autor de Fundação.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 001 “O Ano Novo de um tempo ido” é um passeio sensorial por um Ano Novo vivido aos olhos de uma criança, onde a magia da celebração transborda nos pequenos detalhes: os cheiros, os sons, os gestos de carinho e os olhares iluminados. É um convite a perceber como o tempo e as pessoas ao nosso redor se transformam diante da esperança e da renovação de um novo ciclo. Se você já viveu a espera de um recomeço, certamente se encontrará nessa história. #desafio (001)
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Gratuita · pode evoluir para coleção e Aurora
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@tibianchini · há 1 ano
Lindo. Uma nostalgia gostosa, a sensação de infância... Parabéns!
@MarU · há 1 ano
E durou… Através deste texto, será perpétuo. 👏👏👏
@eliz_leao · há 1 ano
Que lindo 🩷🩷🩷
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@berthamachadoo há 1 ano
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Ela vê pela janela o final do crepúsculo Quase todo o céu já perdeu a cor Não há estrelas pra se admirar E as luzes que surgem são dos apartamentos em frente Numa janela a mãe fazendo comida pros filhos Na outra um jovem jogando no computador No pátio uma senhora com seu cachorro E todos alheios ao que estava prestes a acontecer Num papel ela escreve algo perdido entre garranchos Passa pela cozinha com as fotos fixadas à geladeira Há muitos sorrisos de pessoas queridas Mas na penumbra da noite não há mais sorrisos Não há mais céu azul e nuvens claras Não há mais cheiro de grama e bolo de chocolate Ouviu o clique quando fechou a porta do quarto O barulho dos carros lá embaixo serve de som ambiente A tela do celular acende com uma nova notificação Ela olha o relógio enquanto sente a pele queimar A lâmina passa silenciosa pelo braço Sua mãe está voltando do trabalho Mas não há mais tempo para despedida O mundo acabou às 18:06
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@albertobusquets há 1 ano
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Paz em Movimento Partilhemos lembranças! Que a memória nos avive. Toda alma sonhadora assim faz. Essa grande insegurança do que se sente ou se vive é a grande aniquiladora da paz... Partilhemos histórias! O homem cresce a cada conto. Disso nossa instável fundação depende. Qualquer alento na memória lembra que o caminho pronto reinventa-se ao que cada opinião defende... ...e ao ouvir, ou ler, e seguindo; E ao seguir, saber continuar indo... Transmutados e renovados pela viagem, chegamos novamente ao ponto de saída: E percebemos que, quanto maior a bagagem, mais leve e prazerosa é a partida! ;) Alberto Busquets. #desafio
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@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍 Sempre belo, poeta!
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@cassescreve há 1 ano
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Sempre que escrevo uma história coloco uma dedicatória, lembro disso quando escrevia nas comunidades do orkut. Minhas leitoras sempre me pediam para dedicar os livros para elas, mas nunca sabia como fazer isso, pois sempre vi nos livros "para meu marido, para fulano..." e quando comecei a escrever a dedicatória vi que não tinha nomes para colocar pelo simples fato de ser uma lista enorme, então se você se identifica com essa dedicatória... Esse conto é para você.
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@berthamachadoo há 1 ano
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Vou contar um segredo aqui: Tenho chorado muito fácil sobre coisas muito “bobas”. Eu sei que é algo psicológico e que precisa ser investigado, mas por enquanto só incomoda. Hoje eu chorei porque me sinto exausta de cuidar do pós operatório da minha cachorra mais velha. Ontem chorei porque vi que minha irmã está criando memórias com a nova família dela.
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@CrisRibeiro · há 1 ano
Ser sensível: qualidade e dor.
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@tibianchini há 1 ano
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Ah!... (001 de 365) Ah! Quanta vontade de beijar-te agora!... De correr contigo, pelo mundo afora, Com teu nome em meus lábios, a gritar!... Ah! A gritar que és minha, minha amada, E que sou apenas um mortal, mais nada; Mas que sou eterno, por tanto te amar! Ah! Me deliciar neste corpo queimado De sol, irresistível tentação do pecado, Me satisfazer e me apaixonar!... Ah! E fazer-te minha para sempre, enfim: Fazer-te feliz, por estar junto a mim E pelo amor viver a suspirar: Ah!...
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@cadantasautora há 1 ano
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A pergunta do dia 1 foi a seguinte: Qual seu livro preferido dentre todos (sem ser seu)? O Cortiço, de Aluísio Azevedo. Publicado em 1890, O Cortiço, de Aluísio Azevedo, é sim uma obra-prima do Naturalismo brasileiro que se mantém incrivelmente atual. Revisitar suas páginas depois de alguns anos proporcionou uma experiência enriquecedora, revelando nuances que escaparam à compreensão na primeira leitura. O romance é, acima de tudo, uma denúncia social, retratando com muita realidade as condições de vida nos cortiços cariocas do século XIX. A narrativa expõe a miséria, os conflitos e as relações humanas em um ambiente insalubre e opressor. Quando li pela primeira vez, ainda muito jovem, me perguntava: "Quem escolheria viver em um lugar assim?" Com o amadurecimento pessoal e também do senso crítico, compreendi que não se trata de escolha, mas de necessidade. Aluísio Azevedo captura a realidade de uma população marginalizada pela falta de políticas públicas eficazes, um problema que, infelizmente, persiste até hoje. As descrições detalhistas do autor nos fazem refletir sobre a perpetuação das desigualdades sociais. Muitos dos cortiços descritos no livro encontram reflexo nas favelas e habitações precárias que ainda existem em cidades como o Rio de Janeiro. Assim, O Cortiço transcende seu contexto histórico, permanecendo relevante ao abordar questões sociais e políticas que continuam a assombrar o Brasil contemporâneo. A obra não é apenas um retrato da sociedade de sua época, mas também um convite à reflexão sobre nossas responsabilidades enquanto sociedade. É um clássico indispensável para compreender o passado, repensar o presente e tentar modificar o futuro. #desafio
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@sylvviarubra · há 1 ano
Eu também gosto muito dele, mas me veio à memória meus alunos que não queriam ler 😒
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@sylvviarubra há 1 ano
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#desafio 365 dias Dia 01 - 1 - Qual seu livro preferido dentre todos (sem ser seu)? Para mim, a palavra é o barro no qual o escritor cria sua obra de arte. Sendo assim, meus livros preferidos acabam sendo de prosa poética ou de poemas. Gosto de ler e sentir um verso irretocável. Dessa forma, meu livro favorito não poderia ser outro além das Elegias de Duíno, de Rilke. São dez elegias que tratam temas da existência humana, como a mortalidade, a beleza, a angústia ante ao desconhecido. Pensar que Rilke passou dez anos (de 1912 a 1922) trabalhando nessa obra me diz o quanto eu ainda preciso aprender a lidar com a linguagem como escritora. A imagem poética do anjo como um ser terrivelmente belo e poderoso em contraste com a fragilidade humana ante a morte é um convite para pensarmos sobre nossa efêmera existência. Sylvvia Rubraurora
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@cadantasautora · há 1 ano
Que lindo! ❤️👏👏👏
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@autoramarianaaguiar há 1 ano
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2025 chegou, e eu estou em um momento de renovação comigo mesma. E sabe o que eu aprendi e quero compartilhar com vocês? Não vivam apenas ansiosos pelo futuro, nem presos a planos excessivos. Vivam o presente! O agora é o que temos de mais real, e esticar demais o tempo só nos deixa exaustos. Mas aí você deve estar pensando: "Mariana, você acabou de dizer para viver o presente, e agora quer que eu pense no futuro?!" E a minha resposta é: sim! Precisamos viver o presente, mas também dar ao universo uma direção sobre o que desejamos para o futuro. A diferença é: não vamos viver no futuro, mas alinhar nossas intenções. E como fazer isso? Aqui vai uma dica: Pegue um caderninho e uma caneta, sente-se em um momento tranquilo e conecte-se com você mesmo. Pergunte: o que eu realmente quero para 2025? Anote seus desejos, metas e sonhos. Mas lembre-se: esses desejos devem ser sobre você, sem interferir na vida do outro. Afinal, ninguém gosta de ter sua vida alterada sem consentimento, certo? Depois de escrever, guarde sua lista. Siga vivendo o presente. E quando perceber que algo está caminhando na direção dos seus desejos, colabore com o universo. Faça sua parte!
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@sylvviarubra há 1 ano
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Bárbara & Cléber Tem uma música de Fábio Jr. (sim, fui longe, lá nos anos 90) que fala “Estou tentando resolver este problema/ onde uma cena cresce mais que seu autor” — pois bem, é a melhor forma de explicar o que aconteceu com o personagem Cléber. Eu tinha a ideia de a série De Presa a Deusa ser uma trilogia, então desde o início existia uma Bárbara em minha cabeça. Só que no livro 2 ¬— Loucuras de um Luto — surgiu este Agente da Polícia Federal, Cléber Portela e ele, depois da participação especial, começou a crescer dentro de mim de uma forma que me senti compelida a escrever um romance em que ele fosse o protagonista. E assim nasceu “Bárbara & Cléber”, que se passa dez anos antes da história de Sem Fôlego, com o foco no relacionamento dos protagonistas. Vamos conhecer como ambos se encontraram quando Bárbara tinha apenas 8 anos e foi resgatada por Cléber, em uma operação contra o tráfico humano. Onze anos depois desse resgate, Bárbara é — contra a vontade! — uma agente secreta, que trabalha para uma instituição que combate o crime organizado. E ela recebe uma última missão: infiltrar-se na casa de um agente federal, passando-se por diarista. É um livro com cenas de ação, mentiras e segredos. É um livro com Age Gap nada convencional e que foi assunto em sessões de terapia dos personagens. O romance é slow burn, porque a história de Bárbara pedia, seria insensível com ela se eu apressasse o romance. É um livro que toca no tema abuso infantil, mas que eu tive todo o cuidado de não ferir (muito) o leitor. Toda a série está disponível na Amazon e na Uiclap.
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@fksilvain · há 1 ano
Em duas palavras: QUE LIVRO. 🥹💓💔
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@fksilvain há 1 ano
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Literunico nos pergunta no desafio dos 365 dias: 1 - Qual seu livro preferido dentre todos (sem ser seu)? Meu livro preferido é, na verdade, uma série toda: O tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Esse autor é o meu preferido de todos os tempos. Comecei lendo Clarissa, Música ao Longe, Olhai os lírios do campo e acabei lendo toda a literatura adulta, de viagens e a autobiografia dele. Só não li alguns infantojuvenis (nunca é tarde). Em O tempo e o vento tenho meus personagens preferidos da literatura. Ana Terra e Capitão Rodrigo me fizeram chorar tanto que meu óculos embaçava e eu precisava parar um pouco de ler. Me senti viajando no tempo para as origens da colonização do meu estado. E eu, que não sou tradicionalista, fiquei orgulhosa da nossa terra e da nossa História. #desafio
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@cadantasautora · há 1 ano
Que lindo! ❤️👏👏
@literunico · há 1 ano
Capitão Rodrigo, o nosso "garoto propaganda "
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@cadantasautora há 1 ano
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Resenha sobre o livro: À Segunda Vista À Segunda Vista vai muito além de um bully romance com uma segunda chance. É uma obra surpreendente que, a cada página, revela camadas inesperadas e nos faz compreender perfeitamente o porquê do título escolhido. No passado, odiar Bárbara parecia uma regra universal, sem exceções. Contudo, nesta história, os personagens e suas complexidades nos fazem questionar tudo o que acreditávamos saber. À primeira vista, Rafael se apaixona por Bárbara ainda na juventude. Ela, a princípio, é alegre, divertida e cativante. Mas, em um segundo momento, algo muda drasticamente. Bárbara passa a hostilizar Rafael de maneira cruel, tornando o ensino fundamental e médio dele um verdadeiro pesadelo. Apenas ao final dessa fase, Rafael consegue se livrar do bullying e seguir sua vida longe dela. Anos depois, o destino os coloca frente a frente novamente. Agora, em posições distintas, Rafael vê surgir uma oportunidade de vingança contra Bárbara, que ele apelidou de "Demônia". Ele não hesita em abraçar essa chance, iniciando um plano que mistura ódio e acerto de contas. No entanto, a convivência forçada faz Rafael enxergar uma nova Bárbara — uma mulher marcada por dramas do passado e carregando feridas tão profundas quanto as que ela deixou nele. Com o tempo, segredos são revelados, trazendo à tona justificativas para as atitudes de Bárbara no passado. Essa revelação muda tudo, levando os protagonistas a um caminho de perdão, redenção e amadurecimento. À Segunda Vista não é apenas uma história de segunda chance. É um romance cheio de camadas: fetiches, cenas hot com dominação, dramas densos e emocionantes, e pitadas de humor que equilibram a narrativa. O livro surpreende ao trazer elementos de cartel de drogas, máfia chinesa e um toque de ação que enriquece ainda mais a trama. É uma leitura deliciosa, que envolve o leitor do início ao fim. A boa notícia? À Segunda Vista também está disponível em formato físico, além do e-book. Seja você fã de bully romance, dramas românticos ou histórias que fogem do comum, À Segunda Vista é uma experiência literária que não pode faltar na sua estante. #Resenhas
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@fksilvain · há 1 ano
Na minha lista!
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@eduliguori há 1 ano
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Naquele dia naquela noite de uma segunda tudo parou por um segundo nada se moveu ninguém nasceu ninguém morreu naquele dia houve silêncio era o fim ou o início Edu Liguori