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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 60 - Fale sobre um livro de paródia. Não cheguei a ler, mas o tenho por questão de curiosidade: 50 tons de sr. Darcy. Fico me perguntando o que diabos o Darcy vai fazer com Elizabeth? Já que o Gray faz tantas coisas com a Anastasia... Vou colocar esse livro na lista desse ano, vou me obrigar a ler nem que eu leia 50 tons de cinzas antes, outro livro que ainda não li
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 59 - Fale sobre um livro que te fez ter uma ótima ideia Boneco de neve não sabia como os detetives agiam, sempre vi mais em filmes e séries, mas achava muito fantasioso para colocar em um livro. E quando comecei a ler a história enquanto escrevia sobre uma detetive, notei que realmente eles fazem de tudo para investigar o caso, pelo menos na ficção já que nunca conheci algum detetive. E esse livro foi o que me deu muitas ideias e virou a chavinha para continuar com o que havia pensando desde o inicio.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 58 - Fale sobre um bom livro didático. Nova Gramática do Português Contemporâneo do Celso Cunha e Lindley Cintra. Não cheguei a ler todo, acredito que os dois primeiros capítulos, foi uma indicação de uma estudante de letras que trabalhava de bibliotecária em SP.
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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros 57 - Fale sobre um livro de Conto de Fadas Serve Branca de Neve? Não lembro se li algum outro livro que não seja esse, que li mais de 3 vezes. Devo ter lido outros, mas esse por ter lido mais de uma vez lembro perfeitamente da história sem contar que tem vários filmes de adaptações dele.
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 64 *Nunca mais* Nunca mais Transbordarei uma gota. Serei gelo moldado ao copo, Serei outra! Nunca mais Doarei de mim Refresco ao calor Que molha a roupa. Nunca mais Me perderei, derretendo Em teus lábios, Que me deixam louca. Nunca mais Deixarei, essas mãos Que invadem meus desejos, Tocarem meu corpo e minha alma, Até em sonhos e pensamentos. Nunca mais… Me parece tanto tempo! Nunca mais, Até você olhar pra mim E derreter o gelo, Fervendo meu sangue E me ardendo o fogo que tenho dentro. Nunca mais, Só de pensar em você, Por te amar tanto assim… Nunca mais Terei sossego. Nem que seja, à tinta e caneta, Escrevendo este amor Em louca poesia, Herege dicotomia, Que jamais esqueço. Nunca mais, reconheço… Serei livre, com você dentro do peito. Me perco… MarU
@CrisRibeiro · há 1 ano
Sempre belo!
@tibianchini · há 1 ano
Seus poemas... Cada vez mais viscerais... Acho que é tão visível e gostoso de acompanhar sua evolução e maturação como poeta!... E tem razão: nunca mais é muito tempo. Então não pense no tempo, não pense no nunca mais: pense no sgora. Para a maioria das vezes, já basta... E já te dei os parabéns pelo seu talento hoje? Ah, não? Parabéns! É uma delícia ler você no dia-a-dia.
Lindo e Sensacional como sempre minha amiga! 👏🥰
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@eduliguori há 1 ano
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Naquela mesa escura de granito ele vivia sozinho rabiscando suas letras tinha delírios animalescos, insanos, sujos sempre fora um pervertido lunático naquela mesma mesa fria de granito com sua ideias sempre canhestras vivia a procura, tal uma matilha de sabujos sempre com seu perfeito ímpeto pragmático farejava insatisfeito a vagar pelo mundo praias, trilhas, matas, acampamentos até que naquela noite veio a criatura ela era ele, vestida de saias e cabelos pertencia então àquele mesmo submundo noites, líquidos, gozos, excitamentos vivia sob a exata mesma temperatura ele era ela, vestido de membro e pelos Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 064 Entre o Salto e o Chão, Você Abraçou a intensidade dela sem escudo, sem medo. Ela, vertigem e furacão oscila entre êxtase e dor chama que se desfaz mar que recua. Ele, herói improvável linha tênue entre polos fio invisível que a sustenta sem querer prendê-la, sem conseguir soltá-la. Ela, à beira do grito. Ele, suspenso nos entremeios. No lugar onde os extremos se beijam nasce o infinito: um amor que não pousa mas se recria em voos. O que seria mais irônica e poética que a ferida que nos refaz, nos parte e nos une? Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Recriar e redamar...💞💞💞
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@edsonbas há 1 ano
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"- A cigarra é um bicho muito chato, né vô? - Você acha? - Eu acho, ela fica fazendo esse barulho chato sem parar. - Eu gosto. Ela tá anunciando que o verão tá chegando. - Eu tenho medo dela porque ela é muito grande. - Ela não faz mal nenhum pra gente, não. Coitada dela, vem pra anunciar que o verão tá chegando e canta até estourar. Você sabia que ela canta até estourar? - Não, vô! Ela canta até estourar mesmo? - Aham! É sério, eu mesmo já vi. - Viu vô? - Vi. Ela estoura e fica só a casquinha dela grudada na árvore." Por muitos anos da minha infância e pré-adolescência, tudo o que eu sabia sobre cigarras era o que eu tinha aprendido com o meu avô. Para mim, ele era o homem mais inteligente do mundo, sabia de tudo, mas eu, que era criança, não sabia quase nada e queria aprender tudo para ser igual a ele. Todos os netos adoravam ir na "casa do vô", era um desses lugares que têm uma certa magia para as crianças. Lá a gente mexia em tudo o que ele falava que não era para mexer, subia nos lugares que ele falava que não era para subir e tudo mais que não podia fazer. Na estante da sala, dentro de uma portinha trancada com chave, tinha um pote cheio de balas sortidas que ele comprava para chupar durante o dia e para dar para a gente, a que eu mais gostava era a de coco queimado. No banheiro, um pequeno armário de madeira com a parte de baixo fechada por uma cortininha branca, ficavam guardados rolos e mais rolos daquele papel higiênico rosa. Às vezes todos entrávamos na Brasília azul para ir buscar um dos primos, que morava num bairro mais distante, era a maior festa, a maior bagunça. Enquanto eu crescia e convivia com o meu avô, fui aprendendo um pouco de tudo, ou quase tudo: marcenaria, alvenaria, instalações elétricas e hidráulicas. Aprendi, também, a não jogar, ele detestava jogos de azar, dizia que se fosse feito para ganhar chamaria "jogo de sorte" e sempre repetia: "- Meu filho, teima mas não aposta". Era o homem mais teimoso que conheci em toda a minha vida, mas só teimava quando tinha razão, quando não tinha, apenas calava, menos quando se tratava de chupar picolés, ele era diabético, mas chupava dois ou três em seguida e dizia: "- Esse médico não sabe de nada". Uma das coisas que meu avô mais me falava era para estudar muito para trabalhar pouco, porque ele tinha estudado pouco e, por isso, teve que trabalhar muito. Ele sempre falava para eu nunca deixar de ir no “culégio” para não passar pelo que ele passou. Assim eu fiz, e foi numa aula de biologia que descobri que as cigarras são insetos e que, após subirem mais ou menos 2 metros no tronco de uma árvore, abrem uma fenda no seu exoesqueleto, de onde saem, agora com asas, deixando só a sua “casquinha” vazia para trás. Naquele dia a cigarra do meu avô morreu.
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@purapoesia há 1 ano
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perdidamente se for para perder o ar seja em teu beijo se for para perder o medo seja em teu abraço se for para perder a cabeça seja em tua cama.
@CrisRibeiro · há 1 ano
😍😍😍
@MarU · há 1 ano
Adoro este tom seguro e forte nos seus poemas, Adriel. Simplesmente perfeito! 🤌👏👏👏❤️‍🔥
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@Albertobusquets há 1 ano
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Marinheiro na proa, deslumbrado com o oceano. As vozes do mar inflam sua vela. Os cheiros da canção vibram em seu peito. Queria ele ter olhos de maresia, para ser a praia banhando a onda. Marinheiro na proa, agora poeta. Seu corpo escuta a melodia abissal em ode ao desejo. Há notas profundas, palato de uvas e gozo clamando: "Se joga!" Imediato mergulho. Marinheiro na proa, Poeta perdido, Amante escafandrista. Explorador de si. Que Posêidon não o salve. Alberto Busquets. #Desafio 064
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo, poeta.🌹💞
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@Albertobusquets há 1 ano
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Apaguem-se os mapas náuticos, e seus pontos de direção; Esqueçam as lunetas, sextantes, compassos, bússolas de precisão; Arquivem-se as rotas, caminhos, altímetros ou meios de aviação. Quem dera poder naufragar-me em teu mar perder-me em teu céu Tendo as estrelas do teu olhar colorindo meu coração. Alberto Busquets #Desafio 063
@CrisRibeiro · há 1 ano
🌊🌅💞
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@calorliterario_ há 1 ano
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Uma montanha-russa de sentimentos. No alto, respiro alívio, no instante seguinte, despenco no abismo. Sorrio ao vento, mas logo deságuo em tormento. Viro Mulher-Maravilha e, de repente, sou só mais um peso. Hormônios loucos, predestinados a me destruir. Sinto medo da idade, da responsabilidade, do tempo que passa e não espera. Mas hoje… hoje eu queria apertar um botão, reiniciar, começar de novo. Amanhã chega sem perguntar se estou pronta. E com ele, a carga de ser mãe, mulher, empreendedora. E a saúde mental? Ah, que se dane. Quem é que tem tempo pra isso, afinal? O tempo, aliás, tem sido uma incógnita. Não sei se trabalho, estudo, organizo o que preciso… Ou se mando tudo pra pqp e vou curtir. Mas curtir o quê? Com quem?
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@CrisRibeiro há 1 ano
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#Desafio 063 Vela de barco: tensionada, amarrada, presa. Nó de azelha firmando, puxando, enterrando. Mas quem vai prender o vento? Quem vai domar a vertigem do mar? Que me rasgue a carne, que me curvem os ossos. Nada estanca o gozo das águas, o incêndio branco do sol, o azul que engole a dor e a saudade: esse chamado obsceno do infinito. Minha alma desaprendeu a ter bordas: é fome, é riso de coisa solta. Guio a direção sem pretender o porto. Quero a perda, a queda, o voo; quero o devaneio de nunca chegar. E, se nunca chegar, que seja porque me perdi, que seja porque o chão se fez ilusão. E eu, vento, me faço mar, e não há mais volta… Porque já não sou quem partiu. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
Uma lindeza preciosa! 💞⛵☀️
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@uiaramei há 1 ano
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Queridos leitores, Hoje trago um tema delicado, que pode acionar gatilhos, mas que precisa ser dito. Recentemente, um vídeo da angolana Rosy Manu viralizou nas redes sociais, trazendo um desabafo que ressoa com muitas de nós: "Ninguém entende o quão ruim é ser desejada, mas nunca amada". Essa frase carrega um peso imensurável e reflete uma realidade dolorosa: a solidão da mulher negra. Esse não é um problema individual, mas estrutural. Um silenciamento que atravessa gerações e nos segue em todos os espaços — no mercado de trabalho, nos círculos sociais e até dentro de nossas próprias famílias. Precisamos trazer essa pauta para as rodas de conversa, para os debates, para os encontros onde se fala sobre afeto e pertencimento. Porque, sim, ser amada também é um direito. Na minha própria experiência, percebo que não basta ser bonita, inteligente, independente e funcional para quebrar essa barreira. O racismo estrutural nos reduz a fetiche, nos transforma em objeto de desejo, mas não de amor. Nos coloca em uma posição em que não podemos escolher, apenas ser escolhidas. E se não somos, seguimos invisibilizadas. Pretendentes? Tenho muitos. Desejada? Talvez. Mas nunca ouvi um "Eu te amo" ou sequer um pedido de namoro. Muito menos um "Casa comigo?". O que ouço, na verdade, é que sou "melhor do que eles" — assim dizem. Mas nunca sou a escolhida. Será que sou tão grandona assim? Será que tenho escolhido errado? Ou será que simplesmente não sirvo para ser esposa porque sou negra? Casa-se com uma mulher branca. A mulher negra? Torna-se amante. Isso não é exagero, não é mimimi, é constatação. E não, não é um desabafo. É a realidade. Dizem que escolho demais. Que minha régua está alta. Mas desde quando exigir o básico virou sinônimo de arrogância? No começo, sim, havia escolhas — estudo, trabalho, porque a vida nos exige o triplo. Mas depois? Depois, não era sobre escolhas. Não era sobre régua alta ou sobre merecimento. Era sobre uma verdade incômoda: nunca serei boa o suficiente para estar com alguém verdadeiramente. Só por ser negra? Isso não é falta de terapia, nem falta de amor próprio. É uma construção histórica que insiste em nos apagar como protagonistas de nossas próprias histórias. Como escritora, busco mudar essa realidade dentro das minhas narrativas. Nas minhas histórias, mulheres negras são amadas, respeitadas e ouvidas, independentemente da cor. Porque eu as vejo. Elas são partes de mim, fragmentos do que me quebrei nas relações para me tornar quem sou hoje — perfeita na imperfeição do meu próprio caos. Minhas personagens carregam essas fissuras, essas tantas vezes em que tentei caber onde não devia, as tantas vezes em que amei demais e não fui amada. Mas, ainda assim, eu continuo acreditando no amor verdadeiro. Falar sobre isso é um ato de resistência. E resistir é existir. Vamos continuar esse diálogo? Visite o meu site: www.uiaramei.art.br
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@literunico há 1 ano
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#Dia 286 Remissão Eu não chego com promessas, Nem com palavras grandiosas. Venho em passos contidos, Desarmada, às avessas. Não posso mudar o que já foi, Nem uso isso como sentença. Se me permitires, dissolvo o tempo, Para que reste apenas a presença. Não espero que me abraces, Nem que confies sem demora. Sou feita de esperas longas, E de silêncios que falam agora. Não corrijo as cicatrizes, Nem apago o que fere. Mas se me deixas ficar, Quero ser cura das intempéries Me atrevo entre o ontem e o hoje, A pausa entre a dor e o alívio. Se quiseres, serei abrigo. Se aceitares, sou todo início. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 64 - Fale sobre um livro de paródia escrachada. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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Bom dia! Palavra do dia: #𝕔𝕝á𝕤𝕤𝕚𝕔𝕒 Frase do dia: "A música é a linguagem dos sentimentos." — Heitor Villa-Lobos Datas comemorativas de hoje, 5 de março de 2025: Dia Nacional da Música Clássica: Comemora-se nesta data em homenagem ao nascimento de Heitor Villa-Lobos, um dos mais importantes compositores brasileiros. Dia do Filatelista Brasileiro: Celebra os colecionadores de selos postais no Brasil. Dia Mundial da Eficiência Energética: Destaca a importância do uso consciente e eficiente da energia para a sustentabilidade do planeta. Aniversariantes Heitor Villa-Lobos (1887-1959): Compositor, maestro e instrumentista brasileiro, considerado o maior expoente da música clássica no Brasil. Eva Mendes (1974): Atriz americana conhecida por filmes como "Hitch" e "Velozes e Furiosos 2". John Frusciante (1970): Guitarrista da banda Red Hot Chili Peppers. Pier Paolo Pasolini (1922-1975): Cineasta, poeta e escritor italiano, diretor de filmes como "O Evangelho Segundo São Mateus".
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@andreajguesse há 1 ano
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A VIDA CINZA Estou observando uma reforma que já perdura há meses. Um retrofit, pelo que li em um site de arquitetura. Uma casa colonial transformando-se em uma casa "moderna". Saiu parte do telhado colonial, entrou uma varanda com laje em balanço—imponente, flutuando com todo o peso do concreto, como se fosse a penugem de um pássaro. A cor externa, antes em um tom tijolo queimado, deu lugar a um bege acinzentado. O piso da varanda em balanço, cinza. Todo o cimentado da área externa se expandiu, sepultou canteiros e tomou a forma de um mar cimentício oneroso, que tenta imitar a sabedoria popular do cimento queimado—cinza. A piscina, antes em um tom sobre tom azul de pastilhas, seguida igualmente pela sauna em pastilhas azul mais claro, foi descascada como uma banana. O cinza, ainda mais escuro, tomou conta. Suas pastilhas foram substituídas, ao som interminável da serra elétrica, por peças gigantes de porcelanato idênticas à pedra de ardósia — apenas mais claras, e mais cinzas. A parede do muro dos fundos resiste; continua em um amarelo suave. Mas não ficará assim por muito tempo. Ontem, foram descarregadas mais latas de tinta, que provavelmente estão em algum tom de cinza. A modernidade é cinza. Mas o céu ainda é azul. As árvores na rua continuam verdes. Por quanto tempo as cores da vida resistem à modernidade e a monotonia imposta pelo homem cinza?
@tibianchini · há 1 ano
Quando eu era pequeno, as TVs não tinham tanta tecnologia - a TV que tínhamos em casa sequer possuía um controle remoto. Não havia menus na tela: havia uma tampinha que, ao abrir, revelava diversos botõezinhos giratórios. Um desses botões chamava-se "SATURAÇÃO". É claro, o termo ainda existe hoje nas TVs modernas, e basicamente para a mesma coisa: carregar a imagem com mais ou menos cor. Se você virasse este botão todo para a esquerda, a TV iria mostrar o mundo conforme a sua casa "moderna": todo cinza. Acho que falta saturação na nossa vida. Nós nos saturamos com tanta coisa inútil, que perdemos a capacidade de apreciar as cores. Nos anos 80 (sim, eu vim de lá), as pessoas andavam com roupas coloridas, pintavam as casas, as ruas... Havia uma claridade que não disputava espaço com as demais coisas. Hoje, parece que a ideia é "sumir". (Tudo isso só pra dizer que achei o seu texto maravilhoso, e que ele me fez despertar lembranças - inclusive das casas de piso quadrado de terracota, telhados antigos e paredes coloridas...)
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@autorvictorsousa há 1 ano
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Olá, leitores! Estou por aqui também, nessa maravilhosa plataforma literária. Estou me organizando para trazer conteúdos inéditos por aqui o mais breve possível. Aguardem. 😄
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