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@cassescreve há 1 ano
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#Link365TemasLivros: 37 - Fale sobre o livro que mais te fez rir. Que pergunta difícil, precisei olhar a lista dos livros lido para lembrar dos títulos. Ainda mais que a maioria é suspense, enquanto estava olhando bati o olho e na hora comecei a rir por lembrar das cenas hilárias da personagem do livro ROUBANDO O CARTÃO DO BILIONÁRIO do autor Tom Adamz. São poucos autores que li que seja nacional e escreva romance hetero, ainda mais nesse estilo. E esse livro, só fui ler do porquê a mocinha roubou o cartão dele.
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@cassescreve há 1 ano
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#ÉramosGigantes A história iniciaria a partir de.... A Terra foi sugada para um buraco negro, não por um desastre natural, mas por um erro humano. Um experimento científico ousado, tentativa de manipular o tempo, mas falhou de forma catastrófica. Lyra, uma das cientistas envolvidas, percebeu tarde demais que os cálculos não batiam, e quando correu para avisar, o próprio espaço se abriu como um imenso vácuo, sugando tudo para o desconhecido. Os sobreviventes despertaram em um mundo cruel, um planeta habitado por gigantes medievais. Antes que pudessem entender onde estavam, foram caçados. O Rei Gorthan, o Sanguinário, decretou que essas “criaturas minúsculas” deveriam ser usadas como alimento, brinquedos ou escravos. Para ele, os humanos eram uma dádiva dos deuses, mas apenas como propriedade dos gigantes. Porém, nem todos viam os humanos como presas. Seu irmão gêmeo, Vaelgor, o Pacificador, enxergava algo diferente neles: uma resistência que seu próprio povo havia perdido. Vaelgor e Gorthan eram irmãos, mas nunca foram iguais. Gorthan cresceu como um verdadeiro monstro: gigantesco, brutal, a personificação do poder. Seu olhar era o de um conquistador, sua força imbatível. Ele nasceu para reinar, para esmagar seus inimigos sem hesitação. Vaelgor, por outro lado, foi considerado um erro da natureza. Seu corpo, embora imenso para os padrões humanos, era ridiculamente pequeno para um gigante. Desde o nascimento, os anciões murmuravam pelas paredes que ele era um presságio de tempos sombrios, um símbolo de fraqueza. No mundo dos colossais guerreiros, um gigante que não fosse monstruosamente grande não tinha direito ao trono. E assim, Gorthan governou. Mas ninguém poderia prever que Vaelgor não precisava de tamanho para ser poderoso. Ele aprendeu a lutar de outra forma, não apenas com a força, mas com estratégia, inteligência e paciência. Onde Gorthan inspirava medo, Vaelgor conquistava lealdade. E quando os humanos caíram em seu mundo, ele viu neles uma oportunidade para mudar o destino do reino. Desde o momento em que Lyra conhece Vaelgor, ela o vê como uma ameaça. Ele é enorme, intimidador, e sua força bruta é inegável. Mas há algo diferente nele. Ao contrário dos outros gigantes, ele não a vê como uma presa. Para Lyra, Vaelgor pode ser a chave para a sobrevivência dos humanos… ou um inimigo ainda mais perigoso do que seu irmão. Mas como uma autora de romance, isso acaba em um grande monster romance misturado com romantasia?
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@josimary184 há 1 ano
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**Ponto e Vírgula – Marina Garcia** A autora é nascida na pequena cidade de Florínea no interior de São Paulo e publicou Ponto e Vírgula, seu primeiro romance em outubro de 2024. É uma história sobre autoconhecimento envolvendo duas mulheres, Pamela e Diana. Uma precisa superar seus medos para tentar ser feliz. A outra precisa entender sua missão para se sentir completa. Cada uma a partir de suas crenças, encontra o caminho adequado para seu autodesenvolvimento. Vão descobrindo que são muito mais ligadas do que imaginavam e que suas histórias se encontram em alguns momentos, em algumas vidas. É envolvente, cativante e curtinho. Com uma leitura leve, que nos faz refletir sobre os motivos que nos levam a ser como somos. Adorei e recomendo. Se você gosta de histórias de mulheres que superam suas adversidades e conseguem assumir o controle de suas próprias vidas, esse livro irá lhe encantar.
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@eduliguori há 1 ano
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Hoje eu estou Saturno sem dúvida ou sombra sou épico e soberbo gramático e astuto tenho em mim todos os voos do mundo e aterrizo no teu colo teu Apolo sorria com teus dentes de estrela viva com tua sorte de Vênus hoje eu tenho anéis sem medo teu Eros teus erros Edu Liguori
@JuNaiane · há 1 ano
🤌🏽🤩
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@glaucofreitas há 1 ano
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Deixando um conto pra quem quiser ler Em epub, mas numa diagramação bem simples, só pq dividir m 2500 caracteres ia dar 5/6 partes hahaha
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@Albertobusquets há 1 ano
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Ensina-me a voar? Venho exausto sobre este chão quente. Descalço pelos ladrilhos partidos de um infinito caminho-serpente. Ensina-me a voar? Venho arfando, sem fôlego ou lamentos. Poeira que sufoca a alma rachada pela seca de sentimentos. Ensina-me a voar? Venho ofuscado pela luz pálida e cruel. Sol que esturrica a pele cortada sob castigos ardentes do céu. Ensina-me a voar? Quero alçar vidas, planar sonhos, E fazer rasantes de amores. Quero lançar asas, decolar expectativas, nunca mais pousar minhas dores. Ensina-me a voar? Gostaria de sua companhia E opinião em todos os cruzeiros da tarde. Ao teu lado, quero ser parte do teu esquadrão: enfrentaria qualquer tempestade. Alberto Busquets. #Desafio 039
@CrisRibeiro · há 1 ano
Lindo!
Lindo poema!👏
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@edsonbas há 1 ano
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Aquelas mão hábeis pegavam, com a ajuda de um pegador, os 4 pães franceses que eu sempre ia buscar aos sábados pela manhã, os embrulhava com um papel cinza, que ia sendo virado e dobrado até que se transformava num embrulho, como se fosse de presente, as 2 pontas que se formavam eram colocadas juntas e um barbante passava por elas, as segurando naquela posição, depois o barbante passava por cima de si mesmo, em cruz, para se encontrar novamente e formar um nó seguido de um laço. Sem a ajuda de nenhuma ferramenta, as mãos, com suas próprias forças, arrebentavam o barbante sem dificuldade alguma, eram mãos calejadas e grossas, mas com unhas sempre bem feitas e com aquele brilho da base. A boca se abria em um sorrisinho meio tímido e dizia: "- Obrigada, meu filho! Até semana que vem!". Eu também agradecia e dizia: "- Até!". O pão se parecia um pouco com ela, a casca era meio dura, mas o seu interior, bem macio e quentinho. Nossas interações nunca passaram disso, nunca se alongaram, mas eu me sentia como se estivesse conversando com a minha avó. Quando eu era criança, os estabelecimentos tinham um atendimento menos apressado, menos mecânico, menos robótico, as pessoas que trabalhavam no comércio eram mais humanas e o ambiente era mais acolhedor, menos hostil, como se quisessem que a gente ficasse um pouco mais, diferentemente dos estabelecimentos de hoje em dia, onde parecem querer que a gente vá embora logo e dê lugar para o próximo cliente. Nos dias de hoje, as avós sumiram do comércio e os pães parecem sempre estar murchos, frios e meio crus.
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@CrisRibeiro há 1 ano
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E essa poesia que casa comigo? Amo e me aposso! @Albertobusquets em toda sua beleza. Maio de 2024
@Albertobusquets · há 1 ano
Uma honra, uma felicidade imensa, e um orgulho! Você enriquece o poema... 😍💞
@JuNaiane · há 1 ano
O poeta também casa hahaha ❤️
@MarU · há 1 ano
Ela é maravilhosa em todos os sentidos! Declame e poema sublimes… A minha declamista favorita! 🥰🤌❤️👏👏👏 Bravíssima
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 39- Fale sobre um livro que a narrativa é mais demorada, chegando a ser cansativa. Sou fã de Anne Rice e adoro "As Crônicas Vampirescas". Entre os componentes da trilogia original, no entanto, confesso que esse terceiro livro considero bem arrastado. Meu preferido é "O vampiro Lestat" e em segundo lugar "Entrevista com o vampiro". Em "A rainha dos condenados" parece que a história gira, gira, gira e não vai ao ponto, eu tiraria umas boas páginas do meio para dar ritmo. Vários livros seguintes da série são melhores, como "A história do ladrão de corpos" e "Sangue e ouro". Enfim, sou teimosa e li o livro lento 2x. #Link365TemasLivros
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@fksilvain há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 38- Fale sobre o livro que mais te fez subir pelas paredes. Com certeza, se esse não foi o que mais me fez subir pelas paredes, foi um dos finalistas nos últimos tempos 😂😂😂😂 Porque olha 🔥🔥🥵🔥🔥 Confesso que, mesmo que BDSM não seja a minha, a relação entre Milena e Ighor pega fogo nessas páginas. Ele, inicialmente chefe dela, se revela dominador. E ela, que a princípio era uma simples tradutora de LIBRAS na empresa dele, revela ter uma vida secreta e aceita ser a submissa dele. Aí... Vem as "loucuras" do título. Além dos hots em si (🔥🔥 maravilhosos 🔥🔥), adoro algumas subversões desse livro. Nada de mocinha abobada virgem, nada de homem de concreto sem nuances nem vulnerabilidades, a relação da mocinha com a mãe, sem segredos, tudo tem um tempero bem especial. Acho um detalhe digno de nota: o protagonista é surdo. Isso entra e encaixa perfeitamente na história, sem ser o mote principal (que, na minha opinião, costuma ser o erro de muitos autores ao tratar de alguma deficiência, como se a pessoa tivesse que se resumir àquilo ali ou como se a vida dela precisasse girar em torno disso). Claro que tem que ter aquele quê de ação e aquele detalhe pra gente passar raiva ou não seria a @sylvviarubra 😂😂😂 Este livro continua a história de "Sem fôlego", então há menções a Cláudia Toledo, protagonista do outro livro, já que toda a história de "Loucuras de um luto" é um depoimento de Milena a Cléber Portela, o policial federal que será protagonista do livro seguinte, meu querido "Bárbara & Cléber". Recomendo demais a leitura e deixo o link: Loucuras de um Luto (Série de Presa a Deusa Livro 2) https://a.co/d/1kHQola #Link365TemasLivros
@JuNaiane · há 1 ano
Gostei, quero ler 😏
@sylvviarubra · há 1 ano
Uhuuu!!!! Eu também pensei em falar dele hoje kkkk porque escrevi subindo pelas paredes hahahahahaha
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@fksilvain há 1 ano
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Colocando em dia: O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 37 - Fale sobre o livro que mais te fez rir. Eu estava no Ensino Médio quando cheguei na escola e encontrei um grupinho de colegas lendo e rindo. Sempre fui o ET, quase ninguém à minha volta lia, então sempre que se interessavam por um livro era um acontecimento. O livro era este. Tem a forma de um dicionário muito bem-humorado, cheio de verbetes engraçados, que não deixa de fora o que chamamos no RS de "bagaceirice", que é a baixaria, putaria, sacanagem. Na faculdade, fui aluna do autor e pude saber um pouco como foi o processo da escrita e das atualizações do dicionário. Como professora, certa vez tive um problema um pouco mais agudo que o normal com palavrões. Minha turma de 7º ano só sabia se comunicar com eles, e aos berros. Então resolvi trabalhar com o tema, já que tinha feito até seminário sobre isso quando me formei em espanhol. Primeiro lemos "Palavras, palavrinhas e palavrões", um livro infantil, e fizemos trabalho sobre. Depois partimos pera a leitura do "Dicionário de Porto-Alegrês". Cada um podia escolher qualquer verbete e ler pra turma em voz alta. Escolheram cada coisa de arrepiar os cabelos 😂😂😂 Mas passou a vontade de berrar palavrões indiscriminadamente, colocaram o desejo pra fora. Recomendo este livro, é muito bom. #Link365TemasLivros
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@MarU há 1 ano
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#Desafio 39 *A arte da empatia* Na cabeça do poeta, o sentir é “à flor da pele”. Não tem hora, às vezes, não tem nem memória, mas escreve sobre o que nunca lhe aconteceu. É criatividade que transborda os limites da mente. Sentir não só a sua própria experiência, mas se pôr no que nunca viveu. Se imaginar, sem limites, em outra pele, em outra vida, em outro tempo… Transmitindo em linhas, escreve com a ousadia de causar no leitor identidade, conexão e emoções diversas. Pinta sentimentos com a arte literária mais bonita, mais complexa, mais singela. “A poesia”. O escrever melódico, medido ou não, rimado ou não. Brinca com as palavras, o ritmo, as pausas, as pontuações. Se transmuta em diversas versões no texto. É a expressão da arte preto no branco, mas mais colorida aos olhos do coração: A dor; O amor; A paixão; A angústia; A ansiedade; A conexão; O ódio; O ócio; O desejo ardente; A traição… Entre tantas formas de emoção. O poema não é o poeta, mas é a versão do que ele traduziu dentro de si, mesmo sem jamais ter desfrutado de tudo o que está escrito ali. Ser poeta é ser artista! Mas sua arte não é o poeta. Sua arte é empatia. Sua arte é a tradução do que o outro sentiria ao ter, com o poema, profunda conexão. Ter expressos seus sentimentos, libertas suas emoções, ter seu coração aberto e desmembrado em poemas: a voz que ecoa das emoções. MarU *Dos antigos, mas um dos que mais gosto de ter escrito.
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@JuNaiane há 1 ano
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#desafio 39/365 O céu está azul outra vez E com ele os intensos raios de sol Penetram minha pele Me enchem de alegria Me renovam, me contagiam Ou talvez seja esse seu sorriso Ao acordar comigo Que eleva meu ânimo Ilumina até o âmago Do meu ser. Jusley Naiane
@MarU · há 1 ano
Primoroso, divino… 🤌👏❤️❤️❤️ Mais um dos seus poemas lindos
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@literunico há 1 ano
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#Dia 265 Altivez Ela ergue o olhar sem receio, Gestos firmes, alma inteira. Altivez não cede ao anseio, Mas se move como bandeira. No semblante, a postura do certo, No peito, o pulso sem pressa. Altivez como um sopro desperto, Que nunca, ao sono, tropeça. Onde o mundo curva ao agrado, Ela se ergue sem fingir. Altivez não teme o fardo, Pois é forja do existir. Não é orgulho vazio, Nem sede de soberania. Altivez é o brado frio, De quem não se dobra ao dia. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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O tema do Livro que apoia o #desafio de hoje é: 39- Fale sobre um livro que a narrativa é mais demorada, chegando a ser cansativa. #Link365TemasLivros
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@literunico há 1 ano
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https://chatgpt.com/share/67a74624-7840-8011-aa5c-266d1505fbc6 Vou testar pela primeira vez compartilhar uma conversa minha com o ChatGPT. Vejam o que acham disso, inclui muito do pensamento que tenho pro Literunico.
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