Leia agora
As Minas de Prata

Universo da obra

As Minas de Prata

Capítulo 11 · As Minas de Prata

As Minas de Prata: Primeira Parte - Capítulo XI: O que tem de ser sempre é

11 de 73 ≈ 19 min de leitura

A curiosidade pública estava excitada ao último ponto.

Todas as simpatias eram por Estácio, privado injustamente do preço que havia ganho com a tão brilhante mostra de seu esforço e perícia; assim a esperança de vê-lo sair vencedor da segunda prova a que o submetiam, trazia suspensa a máxima parte dos espectadores.

Entretanto Inesita, que instantes havia, saudara com tamanha efusão a vitória do moço e sentira orgulho em amar o homem que todos admiravam, agora tinha medo só de pensar que ele podia humilhar seu irmão, e expô-lo à irrisão pública.

Mas desejaria que D. José de Aguilar derrotasse o galhardo cavaleiro há pouco aplaudido com entusiasmo? Não; dentro de sua alma pedia a Deus que tal não sucedesse; queria o impossível, que ambos vencessem, e nenhum fosse vencido.

Mil vezes arrependida de ter vindo a essa festa que devia causar-lhe tantas e tão cruéis emoções, a donzela invejava a solidão de Elvira que a essa hora acompanhava de longe e com o pensamento a seu amante, sem curtir as aflições por que ela estava agora passando.

Nisso encontrou os olhos de Estácio e sem compreender por que sentiu renascer-lhe no seio a esperança; mais corajosa, porém inquieta sempre e palpitando, pôde contemplar a cena que ia começar.

Os dois cavaleiros partiram ao sinal; levavam ambos após si as vistas ardentes e curiosas da multidão; mas todos os votos e desejos acompanhavam Estácio unicamente.

Vencendo rápidos a distância que os separava, os dois campeões toparam no meio da arena. O choque foi tão violento que os animais abriram; mas, com admiração geral, só um escudo feriu-se, só uma lança rompeu-se.

Estácio, resolvido a não se medir com o irmão de Inesita, em vez de levar a lança no reste, terçava-a na destra; na ocasião do encontro, fincando-a no chão, recebeu sem vergar o arremesso do adversário.

O povo cheio de pasmo viu tudo isto, a princípio sem compreender; depois por uma rápida intuição conheceu que o mancebo não tinha querido de propósito bater o contrário; mas a razão ninguém a podia adivinhar; geralmente atribuíram ao orgulho ofendido pelo voto dos juízes. O povo deu-lhe razão.

Até D. Diogo de Menezes voltou-se para Inesita e disse:

-- Vosso irmão teve a melhor; porém juro-vos que antes me queria vencido com o feito de Estácio, do que vencedor como D. José.

-- Por que então? perguntou a donzela ainda branca e desmaiada como a espiguilha de seu lenço de Valência.

-- Não podeis compreender isto, menina; só quem está habituado a jogar uma lança, sabe quanto esforço é preciso para receber em cheio e sem toscanejar o arremesso de um cavaleiro à disparada.

-- Entretanto o preço será de outrem? disse Inesita esquecendo no entusiasmo do amor que se tratava de seu irmão.

-- É a regra da cavalaria: houve-se como herói, mas herói vencido.

De feito, o colar de ouro, preço da justa, foi conferido a D. José de Aguilar, o qual brindou com ele a primeira dama que avistou na galeria.

Entretanto o alferes não estava satisfeito com sua vitória; o ato de Estácio revelava desdém que o ofendia. Se ele houvesse adivinhado a verdadeira causa, ainda mais ofendido se julgara em seu orgulho, com o amor da irmã pelo filho de Robério Dias, réu de traição, que era, diz a Ordenação, “o mais grave e feio caso que um homem pode cometer”.

Quanto a Inesita, corou vendo seu irmão aceitar prêmio que lhe não pertencia. Um assomo de cólera fez borbulhar o puro sangue andaluz que lhe circulava nas veias. Nesse instante a menina jurou em sua alma, que vingaria Estácio da injustiça dos mais.

Há quem entenda esse composto inexprimível de fraqueza e força, de susto e heroísmo que forma o caráter da mulher?

Tímida em face da sociedade, corando com um olhar, estremecendo com a farfalha da seda de suas próprias vestes, desmaiando ao menor choque, de repente essa criatura frágil e nervosa tira de seu coração a energia necessária para lutar com o mundo, e defender contra todos e contra tudo o homem a quem ama.

A menina esquiva, que não tem a coragem sequer de sorrir a seu amante, receando mostrar nos lábios o segredo de sua alma, breve, já é capaz de todos os sacrifícios para proteger na desgraça o escolhido de seu coração.

No entanto os cavaleiros tinham atirado os troços das lanças quebradas, e recebido dos pajens umas hásteas longas e delgadas, cobertas de seda de vários matizes.

Terçando-as como piques, atacaram-se com evoluções rápidas, caprichando cada um em mostrar mais destreza e agilidade.

Era a isso que então chamavam jogo das canas.

Estácio, fiel à sua palavra, apenas defendia-se, e como só ele podia disputar a primazia a Cristóvão, cujos volteios graciosos eram de todos admirados, coube o preço a esse último; o moço o escondeu no peito da véstia com bastante pesar de algumas damas que julgavam-se com direito à prenda.

Seguiu-se o jogo das argolinhas.

Tinham passado um torçal de seda, que prendendo-se ao teto agudo das tendas, dividia a meio a estacada; no centro, presos por um fio de retrós, pendiam vinte anéis de ouro, que balouçavam com o sopro da aragem; os raios do sol no ocaso, tremulando sobre as argolinhas, ainda as tornavam mais vacilantes ao olhar.

As duas alas de cavaleiros, empunhando lanças muito mais longas e maneiras que as de combate, alinharam-se em suas primeiras posições, uma à direita, outra à esquerda: ao som da música deviam partir ambas à rédea solta, e dando meia volta à teia, unirem-se na entrada da liça, a fim de correrem direito à argolinha contra o pavilhão do governador.

Assim tinham os cavaleiros de passar sucessivamente dois a dois, um da ala azul, outro da ala escarlate; afastando-se depois, circulariam de novo a teia continuando sem interrupção o jogo, que só terminaria tirado o último anel.

De todos os jogos era talvez o mais apreciado dos mancebos gentis e namorados; porque além do preço de ligeireza e agilidade, tinham direito de oferecer as argolinhas que enfiassem com a ponta da lança, a qualquer das damas presentes, que em retribuição da galanteria os prendavam com dixes e mimos.

A música tocou uma marcha rápida; a cavalhada partiu.

Os primeiros cavaleiros eram Cristóvão de Ávila e Fernando de Ataíde par a par; seguiam-se logo Estácio e D. José de Aguilar; vinha após o resto dos campeões.

Cristóvão enfiou a primeira argolinha, e passou; mas em vez de oferecê-la, guardou, como já tinha feito com o bracelete que recebera em preço; Fernando de Ataíde e D. José nem roçaram os anéis; Estácio atirou a lança por cima do cordel, e foi apanhá-la no ar muitos passos além.

-- É altivo aquele mancebo! disse o governador. Como lhe negaram o primeiro preço, desdenha os mais.

-- E no seu caso, o senhor governador não faria o mesmo? replicou Inesita.

-- Talvez! respondeu o fidalgo sorrindo.

A corrida continuara; só restava uma argolinha; as outras tinham sido tiradas, muitas por Cristóvão, algumas por D. José e outros cavaleiros; Fernando não conseguira enfiar uma só.

Estácio estava satisfeito e contente, como se tivera ganho todos os prêmios; para ele a grande recompensa não eram nem as joias dadas pelos juízes, nem os aplausos do povo; era a humilhação de seu rival diante de Inesita; essa tinha-a já conseguido de uma maneira estrondosa.

Restava porém uma argolinha; Cristóvão falhou-a; e Fernando, que moderara o galope do cavalo, ia com a lança direita enfiá-la; percebendo isto, o sangue afluiu ao coração de Estácio; pareceu-lhe que via já o cavaleiro oferecendo o anel a Inesita e recebendo em troca uma prenda.

O moço fincou as esporas nos flancos do nobre corcel que saltou, e alongando-se como uma flecha, devorou o espaço. No momento em que Ataíde ia tocar a argolinha, o cavaleiro passou envolto em uma nuvem de poeira. Foi como uma águia que voasse, arrebatando a presa no bico adunco.

A celeuma do povo saudou esse admirável esforço de agilidade. Inesita não pôde conter-se, e bateu as palmas das mãos com o prazer infantil das crianças; as damas agitaram os lenços; Álvaro de Carvalho, esquecendo sua imparcialidade de juiz, soltou uma exclamação entusiasta.

Estácio, ao ver a argolinha de ouro tremular na ponta de sua lança, sorrira; mas foi logo tomado de um receio; parou indeciso. Afinal vencendo a timidez e o acanhamento, chegou defronte do pavilhão, e apresentou corando o troféu de sua vitória a Inesita.

O cavaleiro tinha os olhos baixos; o coração saltava-lhe aos ímpetos; a mão tão firme no combate, tão segura e certeira no golpe, tremia como a de um velho já inválido, ou de uma criança débil.

A menina também corou, mas impelida pela coragem que despertara a luta por que passara, tomou na ponta dos dedos rosados o fino aro de ouro; e reparando que a lança de Estácio perdera na corrida a manga de seda, por um movimento rápido atou na hástea seu lencinho de renda.

Quando Estácio no retirar da lança viu flutuar a alva e fina tela, que durante toda a festa se perfumara ao contato das mãos da menina e aquecera-se com o seu hálito, a felicidade inundou-lhe os seios d'alma; tomou o lenço, como se fora relíquia, e beijou-o à face de todos.

Estas cenas de galanteria eram usuais nos jogos e festas do tempo; a ninguém pois causavam estranheza; as damas pensavam que o mesmo fariam por seu cavaleiro; os moços invejavam a fortuna de Estácio; quanto ao povo, esse achava a coisa mais natural que um garção tão guapo e uma cachopa tão airosa se amassem com extremos.

D. Diogo de Menezes acompanhou os movimentos de Inesita com o ar de bondade paternal, que adoçava a seriedade habitual de sua nobre fisionomia.

-- Por isso dizem que não há homem atilado a quem a menina mais simples não cegue com seu ar de santinha!

-- Ainda está para ser o primeiro que eu cegasse, tornou-lhe Inesita maliciosamente.

-- Já me não admira, continuou o fidalgo levantando-se, das gentilezas de certo cavaleiro. Quem tinha para animá-lo tão feiticeiro sorriso, se não fizesse proezas, nunca mais devera cingir uma espada.

-- Os governadores também fazem madrigais? perguntou a donzela faceirando.

-- Não; mas fazem traduções, respondeu o governador amimando-lhe a face.

Houve um intervalo no divertimento.

Os cavaleiros apeando foram cortejar as damas, e depois, mudar de roupas e armas para as novas justas; formaram-se os círculos de conversação, onde se discutiam os feitos dos diversos campeões, a graça com que uns meneavam seu ginete, o garbo com que outros traziam a lança.

Duas pessoas, porém, havia ali para quem a cena muda entre Estácio e Inesita não passara despercebida; não a tinham essas visto com os mesmos olhos complacentes.

Uma era Fernando de Ataíde que duas vezes batido por Estácio e conhecendo agora a causa, ardia em desejos de vingança; a outra era D. José que também adivinhara o motivo por que o moço se esquivara de medir-se com ele; ambos estavam ofendidos em seu orgulho, e numa esperança que partilhavam.

O alferes protegia a afeição de seu amigo por Inesita; embora sua irmã mostrasse completa esquivança a D. Fernando, atribuía isso à timidez da menina, e acreditava que afinal o amor conseguiria vencer o recato.

Conhecendo porém que se iludira, e suspeitando agora que sua irmã amava outro homem, sentira despeito profundo; sobretudo sendo esse um moço obscuro e pobre, como Estácio, o qual embora nobre, tinha em seu nome a nódoa, que deixara a condenação do pai.

Orgulhoso e de gênio arrebatado, D. José não podia sofrer semelhante afronta. Resolveu imediatamente castigá-la, antes mesmo que Fernando de Ataíde pedisse ao moço satisfação pelo modo descortês por que se houvera.

Enquanto os dois amigos passeavam na volta da teia conversando sobre o que passara, Álvaro de Carvalho indo ao encontro de Estácio, o abraçou com efusão e guiou ao pavilhão para apresentá-lo ao governador.

-- Aqui trago a Sua Senhoria o nosso herói! Poucos anos, porém muitos brios.

-- Isso mostra que na escola de um velho lidador de vossa têmpera, Álvaro de Carvalho, a experiência vem mais depressa que a idade! respondeu o governador unindo em um só elogio a perícia do mestre e o valor do discípulo.

-- Sua Senhoria engana-se! retrucou o alcaide com a habitual rudez e batendo familiarmente no ombro do moço. Homens desta estofa, não se fazem aqui embaixo, vêm já feitos.

-- Não creia, Sua Senhoria, atalhou Estácio corando; o pouco que sou, devo-o a dois homens que Deus me deu em troca da família que levou-me bem cedo: o Senhor Álvaro de Carvalho que me ensinou a trazer esta espada para um dia servir ao meu rei; e um santo homem que preso e estimo como meu pai, porque dele recebi tanto ou mais que daquele que me deu o ser.

-- Pois trataremos de acabar a obra de ambos dando-vos campo mais vasto do que esta liça, disse D. Diogo. Não é justo que tão valente lança se embote em folguedos, quando o serviço de El-Rei e a causa da religião tanto carecem de bons defensores.

O governador afastou-se com o velho alcaide, e Estácio voltando-se viu de longe Inesita.

Estava recostada a um dos arcos do pavilhão e procurava o amante com os olhos por entre a multidão: mal sabia que o moço estava tão perto dela.

Mas de repente o seu coração, palpitando com violência, anunciou-lhe a aproximação de Estácio: por súbita e instantânea revelação, que não se explica, ela sentiu a força de um ímã que atraía toda sua alma.

Volveu os olhos e deu com o mancebo.

Violenta comoção abalou o corpo delicado, que estremeceu como se o envolveram ondas de fluido magnético; o sangue fugiu-lhe das faces, queimando o coração. Murchara nos lábios a flor do sorriso. Assim uma planta delicada, oculta na sombra, enlanguesce quando um raio ardente do sol vem súbito aquecê-la. As folhas desmaiam, inclina-se a haste, as flores abrocham; até que a luz filtra nos poros, e a seiva, correndo pelas fibras, reanima a vegetação e a expande mais brilhante.

Passado aquele deslumbramento, a menina surgiu dentre a esplêndida auréola de sua beleza. No sorriso, aveludado pela inefável doçura do coração feliz, a alma exalava perfume suave de rosa mística, voando para o céu azul dos castos amores.

Também Estácio sentia o doce enlevo do coração, ainda não desflorado de esperança: bebia vida e eternidade no sorrir de Inesita.

Depois de um instante de muda contemplação, em que essas duas almas vazando uma na outra, desviveram em si para renascerem anjos no puro e santo afeto que as unia, Estácio quis falar: a voz evaporou-se em tênue suspiro:

-- D. Inês!...

A doçura do seu nome, balbuciado pelos lábios do mancebo, afagou-a, como a melodia de um canto celeste; igual só houvera na terra uma harmonia: era a do nome de Estácio, que lhe adejava no sorriso, e já ressoava intimamente nas cordas d'alma.

Mas foi um grito de espanto que lhe escapou.

A menina vira D. José, parado diante dela, lívido de cólera, mordendo o beiço e cobrindo Estácio com a vista odienta.

Este, no encantamento da presença de Inesita, não o percebera.

-- Não parece bem que uma moça se desacompanhe das outras damas, minha irmã. Tomai o vosso lugar, disse o alferes com um modo brusco e descortês.

Estácio voltou-se friamente para D. José.

O alferes acompanhou a irmã até que a viu sentar-se trêmula e pálida no coxim; então dirigiu a palavra ao mancebo.

-- Só agora posso agradecer ao senhor estudante a generosidade que há pouco houve para comigo, e o preço de que me fez mercê! disse o alferes com um tom de chasco bem visível.

-- Nada tendes que me agradecer, senhor alferes, nada me deveis, respondeu o moço com uma polidez glacial.

-- Oh! que vos devo! Mais do que pensais, porém conto breve pagar e com usura. Não pretendeis tomar parte no torneio?

-- A pergunta é escusada.

-- Não tanto como parece; porque careço de avisar o senhor estudante de uma coisa, continuou o fidalgo com o mesmo ar de ironia. Não trago roupeta, sigo a milícia: quando tiro a minha espada, ou se trate de jogos ou de combates, tenho sempre que é negócio a valer. Será um defeito; mas já não estou em idade de aprender.

Estácio não respondeu.

-- Assim trate cada um de defender-se às veras, continuou D. José. Bem pode suceder que brincando mesmo, tenha o profundo desgosto de passar a minha espada pelo corpo de alguém.

-- É tudo quanto me tínheis a dizer, senhor alferes? perguntou Estácio com a maior calma e dignidade.

-- Tudo; e agora que está de aviso o senhor estudante, se por acaso escolhesse outro campeão, seriam capazes de dizer que tinha medo!

-- E não errariam, Senhor D. José, realmente tenho medo.

-- Ah! exclamou o alferes.

-- Tenho medo de matar-vos; porém por felicidade vossa e minha, sei me dominar.

Estácio voltou as costas ao alferes, e encontrou fito nele o olhar de Inesita. Esse olhar era uma interrogação e uma súplica.

A menina de longe não escutara as palavras, mas vira a expressão de D. José, e presa de cruéis pressentimentos procurava ler no semblante do moço a confirmação dos seus receios, pedindo-lhe ao mesmo tempo indulgência para seu irmão.

Estácio sorriu-lhe; sorriso triste, acerbo e pungente, úlcera d'alma cicatrizando nos lábios.

As Minas de Prata

Sinopse

Leia As Minas de Prata, de José de Alencar, grátis no Literunico. Romance histórico clássico brasileiro em domínio público, publicado para leitura online em HTML, com fonte Wikisource validada e espelhos de conteúdo para busca, redes sociais e pesquisa por IA.

As Minas de Prata

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

As Minas de Prata

Trilha sonora oficial

Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.

Abrir no Spotify
Ir para o carrinho
Mercado de As Minas de Prata

Leve um fragmento deste universo

Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.

Nenhum livro físico está disponível neste universo.
Relíquias da Obra

Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!

Aguardando Aprovação do Autor
Aguardando grupo autoral As Minas de Prata Escolha uma Relíquia e envie uma proposta de aquisição, mesmo antes da ativação.
100Relíquias
0Titulares
0 Passagens
Central de RelíquiasDescubra coleções de outros universos e obras.
ver todas
Capítulo 11 carregado no app · 1 livro conectado 1/1
Abrir leitor completo

Capítulos disponíveis para continuar a leitura.

Capítulos de As Minas de Prata

Capa de As Minas de Prata
Continue a leitura As Minas de Prata: Primeira Parte - Capítulo XI: O que tem de ser sempre é Capítulo 11 · 11 de 73 · ≈ 19 min
Todos os capítulos 73 disponíveis

Donos de Relíquias

0 titulares

Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!

Conhecer as 100 Relíquias

Resenhas do livro

0 publicadas

Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.

Entrar para resenhar

Posses do livro

0 Leitores com posse
0 Unidades registradas

Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.

Adicionais do Universo

Visual ClássicoAbra a leitura editorial, no estilo de uma página de livro
ler
Visual AuroraApresentação imersiva do universo da obra
abrir