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O Desertor

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Capítulo 7 · O Desertor

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NOTAS (d) Depois de abolidos os velhos estatutos pela creação da nova universidade. (2).Virg., Mn.,\.1: Tantaene animis coelestibus irse! Despréaux no canto I do Lutrm: Tant de fiel entre-t-il dans 1'âme des dévots! (3) 0 illustrissimo e excellentissimo senhor marquez de Pombal entrou em Coimbra como plenipotenciario, e lugarte- nenle de Sua Magestade Fidelissima para a creação da universi dade em 22 de setembro de 1772. (4) 0 senhor rei dom Sebastião ficou em África no anno de 1578, e se perdeo com elle a liberdade portuguesa, donde nascerão as funestas conseqüências que até agora se fizerão sentir. (5) O sereníssimo senhor don José, principe herdeiro. (6) Publio Cornelio Scipião vingou a morte de seu pai e tio destruindo Carthago. (7) Os Moiros saõ descendentes de Ismael, filho de Agar. (8) Euro, o vento vulgarmente chamado 1'Este. Boótes, constellação na cauda da Ursa, ou a Guarda. (9) Juvenal., Sat. V, v. 23: Frigida circumagunt pigri Sarraca Bootse. (10) O illustrissimo e excellentissimo senhor bispo de Coimbra, reitor e reformador da universidade. (11) Pastoi\de Thessalia, que tinha cem olhos, a quem Juno deo a guardar Io, filha de Inacho, rei dos Argivos. (12) Promontorio de Licaonia, onde ha uma cova profun díssima, que os antigos chamarão a porta do inferno. Virg., Georg.,\. IV, v. 467: Tsenarías etiam fauces alta ostia Ditis. (13) Carlos e Rozaura, Constante Florinda, e Carlos Magno são romances muito conhecidos. (14) O methodo escolastico. Quem conheceo a lógica peripa- tetica, não ignora, qual seja esta ponte. (15) Lugar de Thessalia célebre pela amenidade dos seus bosques. (16) Comida feita de pão e azeite novo. (17) Castanhas assadas e vinho. (18) Lín., Syst. nat.,Zoòl., edic. 10,1.1, p. 50. Dasypus. (19) Povos de Escandinávia e Pomerania, que se apodera- jaõ da parte da Gallia Cisalpina em 568. (20) Esta companhia de estudantes commetteo muitos crimes, e foi dispersa e castigada. (21) Costumão os rústicos accender de noite as pinhas. (22) Gloriosa batalha, que ganhou dom Antônio Luiz de Menezes, excellentissimo conde de Cantanhede, no anno de 1658. A este heróe também se deve o triunfo de Montes Claros. (23) Ulysses, cujos companheiros forão transformados por Circe. Homer., Odyss., 1. X, v. 238. (24) Polyphemo devorou dois Gregos em presença de Ulysses. Odyss., 1. IX, v. 289. (25) Aquilon vento septentrional, e Austro meridional. . (26) Ajuruóca na lingua dos índios sôa o mesmo que casa de papagaios. Este vasto paiz nas minas do Rio das Mortes é abundantíssimo destas aves. (27) Este pequeno é arrebatado rio perde o nome no Tejo, e faz a maior parte ao seu curso por penhascos inaces síveis. (28) A constellação chamada Canicula. (29) Lerne, lago de Achaia, onde Hercules matou a hydra. (30) Alãrico, rei d«s Godos, que alcançou muitas victorias contra os Romanos no tempo de Honorio. (31) Fortificação de escravos rebellados, que muitas vezes se fazem temidos pelas suas hostilidades., (32) Este famoso índio foi dos que mais se assignalarão nas occasiões de ataques contra os escravos. (33) Guariba, espécie de mono, cuja pelle serve aos via jantes dos certões para livrar o fuzil da humidade, e costu- mão estes homens forrar-se com a pelle dos animaes que ma- tão. Pôde ter-se Buff. no tom. IV, edic. de 4 vol., p. 378. Lin., Syst. nat. anim., ed. 10, tom. I, pag. 26. Paniscw, Marcgr., 226. (34) Lin., Syst. nat. anim., ed. 10, p. 41. Pardus. i(35) Crocodilo brasiliense. Marcgr., 242. Lin., Syst. nat., p. 200, Crocodilus. (36) Esta superstição tem tido grande uso, vulgarmente dizer a buena dicha. (37) Romance vulgar. (58) Gerardo de Escobar fez uma obra que intitulou Cris tãos d'alma, cheia de ridículas hyperboles. (39) O augusto e fidelissimo rei de Portugal. (40) O serenissimo príncipe herdeiro. (41) A Universidade de Coimbra novamente creada. (42) A filosofia racional sem os enredos dos syllogismos peripateticos. (43)_ A fysica. A historia natural. (45) Os optimos e famosos professores, que ei rei fidelis simo attrahio de diversas partes da Europa. (46) O senhor rei D. Manuel, chamado o Feliz. (47) A irrupção dos bárbaros foi no século V. (48) Niso e Eurialo. Virg. (49) Maregr., Hist. Brasil., p. 235. (50) Rio d'America nas Minas do Rio das Mortes. (51) Hercules, querecebeo de Dejanira o vestido tincto no sangue do centauroNesso, e agitado das fúrias se lançou no fogo. (52) Ismaro, monte de Thracia. (53) Todos sabem que desta villa são bravíssimos os touros. (54) Andromeda foi exposta a um monstro marinho. Ovid., Metamorph. (55) Pôde ver-se o que delles diz Concina, Appar. ad Theol. christ., c. VI, § 5. (56) Collecção de sermões. (57) Lusitano e Granatense. (58) Obra que tem este titulo — Fluxo Prevê, desengano perenne, que o Pegaso da Morte abrio no monte da contempla ção em nove olhos de água para refrescar a alma das securas do espirito, etc. Todas as obras nomeadas neste lugar são conhecidas, e quando o não fossem bastaria ver os títulos para julgar do seu merecimento, e da barbaridade do século em que forão es- criptos. Talvez não sejão estas as mais extravagantes á vista do Chrysol Seraphico, da Tuba concionatoria, Syntagma com- paristico, Primavera Sagrada, etc. (59) A cadeia publica da Corte. (60) Serra, que acaba na fóz do Tejo com nome do cabo da Rocca. (61) Grande rochedo na barra da bahia do Rio de Janeiro. (62) Agamemnon, que voltando do cerco de Troya foi assas sinado por Egistho. (63) Os montes Acroceraunos de Epiro, onde freqüente mente cahem raios.
O Desertor

Sinopse

Leia gratuitamente O Desertor, de Manuel Inácio da Silva Alvarenga, poema herói-cômico do arcadismo brasileiro em domínio público. Texto preparado em HTML para leitura online no Literunico, com discurso, cinco cantos e notas da edição histórica, fonte validada, capa nova no padrão Literunico, busca, redes sociais e pesquisa por IA.

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