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Jason Da Silva Cajazeira Junior

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23/0506:00

Som, Sexo & Sensações. (Parte II).

Som, Sexo & Sensações.
(Parte II).
---☆---
...

* Agarrados e nus
Deitamos
com os corpos
em chamas *

* O beijo, a língua
Loucos de desejo
Muitos movimentos
Superfícies se entrelaçam *

* Mãos acariciando teu corpo
O toque lento aperta tua cintura
Desliza por tua barriga
Alcanço teu seio com uma das mãos *

* Seguro firme teu volume
Minha boca se encarrega do outro
Língua e bico enrigecido
Movimentos circulares
Até a mordida seguida do gemido *

* Meus dedos continuam
Subindo em direção a tua boca
Círculo teus lábios
Dois dedos
Encontram tua língua
Louca *

* De repente tua boca deseja
suga meus dedos
Com força
Tentando engoli-los
Uma fome a força *

* Ainda molhados
Tiro-os e escorro,
Esfrego por teu corpo.
enquanto isso
Sugo o lóbulos de sua orelha
Ate os dedos chegarem a sua morada *

* Molhada, quente.
Penetro-te
Calor e gemidos iniciais
Entro e saio
Repetidamente *

* Líquidos calorosos
Círculo tua "membrana"
Teu tesao me solidifica
Mais é mais *

...a música parou de tocar mas eles continuaram sem cessar...

* Agacho-me
Para sugar-te
Sugar seu fogo
Minha lingua fria
Teu sexo quente *

* Devoro-te
Com a lingua em movimentos
Sugando-te toda
Você se contor-se
Devagar *

* Gemidos, prazer
Tuas pernas loucas
Em pequenos espasmos
Teus olhos loucos
Fitando o prazer
Sem direção *

* Findo por um momento.
Devagar viro-te
Totalmente de costas
Você e sua silhueta
Sob minha visão
Me da ainda mais Tesão *

* Deito-me sobre você
Devagar.
Penetro-te com meu membro
Rígido como uma tora *

* Penetro com força, poder
Teu gemido de dor me sacia
O prazer que vem da dor *

* Continuo
Agora movimentos calmos,
Lentos porém profundos
Movimentos tomam velocidade
Está chegando minha hora *

* Explodo em líquido
Dentro de você
Corre quente o sêmen
Líquido da vida
Seiva e líquido *

Exaustos se acariciaram deitados bem juntos e ela lhe contou que iria embora da cidade hoje para fazer outros shows.
Joseph se sentiu desolado porém a situação toda foi atípica para ele e teve que se conformar.
Antes de partir Lia disse "você vai sair por aquela porta e eu não irei atrás de você! Quem sabe um dia nos encontremos novamente, espero que se lembre de mim com carinho.".
Joseph partiu.
Os dois nunca mais se encontraram porém o sentimento em Joseph manteve-se vivo pelo resto de sua vida assim como a música.

---☆---
JJr.
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23/0505:57

Som, Sexo & Sensações. (Parte I).

Som, Sexo & Sensações.
(Parte I).
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Era um dia comum, sábado, dia de espairecer.
Logo Joseph resolvel ir a um café. Ele tinha estes gostos mais "requintados" em materia de lugares para visitar e passar o dia. Museus, shows de orquestras, bibliotecas.
Este café que ele gostava muito tinha apresentações de bandas de Jazz. Seus gosto para música seguiam o mesmo estilo... música erudita, Jazz e até blues.
Foi neste café que Joseph conheceu Lia. Nome pequeno que chamou a atenção de Joseph pela beleza rústica dela e de seu nome. Poderia escrever odes a ela se fosse um poeta mas não era. Gostava de poesia mas não a ponto de liberar sua criatividade escrevendo.
Lia tinha os cabelos desgrenhados louros e bem compridos, parecia uma cigana loura de olhar gentil. Tocava piano na banda que estava tocando no café naquele dia. Era boa.
Joseph chegou, sentou-se e logo reparou nela. O café não estava cheio e este cafe era diferente pois tinha muitas mesas para os clientes assistirem especialmente os shows. Lembrava muito cafés parisienses.
Lia olhou para o garoto e deu um sorriso lindo onde Joseph corou as faces.
No intervalo do show Lia dirigiu-se até a mesa de Joseph sem nenhum tipo de vergonha e disse "quero me sentar com você". Joseph corou novamente e gaguejou seu "olá". Ela riu e disse "tenha calma, ainda estamos só começando o show!".
Joseph percebeu que ela era super decidida em suas decisões.
Logo depois de conversarem um pouco Lia disse "quando o show acabar vamos sair daqui!" E Joseph amou o jeito da garota.
Conversaram um pouco porém sobre muitas coisas e logo ela voltou para continuar o show.
Joseph ficou inebriado pelo charme da garota. Ela irradiava uma aura de paz e ao mesmo tempo rebelde. Joseph era bem esotérico e via magia em tudo.
O show terminou. Os membros da banda despediram-se e Lia veio ao encontro de Joseph novamente toda sorridente.
Pegou na mão de Joseph e puxou para fora do café onde caminharam algumas quadras até um hotel onde ela estava hospedada.
Na frente do hotel Lia disse "você quer entrar e subir?" Onde Joseph meio se graça disse "você já me trouxe até aqui! O que me custa subir um pouco?" E sorriu.
Subiram.
O quarto era lindo, um hotel nada barato com um gramofone que deixou Joseph deslumbrado.
Lia colocou um vinil da Billie Holiday para tocar e serviu um drink a Joseph.
Logo ela se atirou ao corpo dele no sofá e a canção tomou um ritmo extasiante.
...
Continua...
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IMAGEM
22/0508:09
Choeur Du Mouvements Et Musique Du Coeur.
(Coral De Movimentos Em Partituras Do Coração).

...adentrou-se ao corredor com o som, que vinha ressoando acompanhando-a chegando sempre primeiramente que sua presença. O Toque de seus saltos ressoavam ao caminhar de seus passos nunca a deixando sozinha em um belo par vermelho. O piso, provavelmente muito bem conservado por seu tempo a vários passos e compassos. O teto, todo decorado com pinturas de uma mesma época, talvez renascentistas onde acima ao fundo via-se um velho senhor com um belo globo terrestre encostado a seu pé e jovens mulheres prostravam-se atraz do mesmo a escutarem algum tipo de história que vos contava apontando-lhes alguma coisa. Parou na soleira da enorme porta e permaneceu a observar. Totalmente a rigor com seu negrume brilhante em verniz e iluminava imponente com sua beleza todo o ambiente. Sem hesitar seguiu até ele em seu compasso melodioso a proporção daquele silêncio que ecoava. Ao chegar contornou-o e sentou-se no pequeno acento de fórmica, sua almofada numa cor purpúrea avermelhada quase hipnotizante lhe chamava a desposalo sobre sua estrutura vitoriana e seus traços também visíveis de sua época ainda muito bem preservado em seu negrume brilhante e as curvas em seus apoios onde sentou-se e fechou seus olhos, inspirou e expirou calmamente trazendo-lhe a lembrança das belas vozes de seus companheiros que se encaixavam perfeitamente feito linhas que se entrelaçavam e as outras que seguiam sempre adjacentes expandindo-se no ambiente além de seus maravilhosos ecos que completavam a junção em perfeita consonância. Iniciou seu movimento pela mão esquerda calmamente, seus dedos tocavam as pequenas teclas negras como se viajassem a deslizarem em trilhos sinuosos porem lentamente e diante de um súbito movimento sua mão direita encontrou-se com suas parceiras brancas astuciosamente onde seus dedos voavam rápido e livremente sem necessidade de volume a teu som. Tuas belas costas largas chamavam minha atenção onde os cabelos louros sobre tua pele branca prostravam-se a seguir o compasso de seu corpo movimentando-se alegremente embalados pela agradável melodia que demostrava e irradiava toda sua alegria em momento de lembranças minhas.

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JJr.
21/0521:19

Haras, Sexo & Sedução. (Parte I)

Haras, Sexo & Sedução.
(Parte I)
~~~~~~☆~~~~~
Um amor de ginásio, quem nunca teve?
Até mesmo pela professora(or). Aquela paixão platônica que a gente esconde no fundo da alma?
Pois é, os dois se amavam, mas nunca se declararam um ao outro.
Adrian & Pérola.
Adrian era muito tímido com seus cabelos longos desgrenhados, porém muito brilhantes e isto chamava a atenção de Pérola que tinha um círculo de amigas "descoladas" no ginásio.

Pérola sentava na frente da sala enquanto Adrian ficava no fundo isolado.
Ele não era triste como aquelas pessoas soturnas, pelo contrário ele até conversava com os outros meninos mas preferia a solidão do intervalo.
Pérola amavava-o deste jeito, mas era um amor escondido, daqueles que doem no peito por medo do que os outros vão achar.

Acho que é na época da pré-adolescência que a gente mais liga para o que os outros falam e pensam de nós.
E assim foi, passaram-se anos, séries e os dois finalmente se separaram mesmo não estando juntos.
Até que o destino resolveu fazer as coisas mudarem entre os dois.

Lá estavam eles. No aeroporto de Marília frente a frente, onde aquela paixão reviveu sublime como era antes...
Maduros.
Os dois em suas férias na cidade natal.
Cumprimentaram-se e ao tocar dos lábios de Adrian no rosto de Pérola ela estremeceu e Adrian sentiu o calor que invadia os dois.
Reviveram muitas lembranças do colegial naquele exato momento.

Depois de conversarem um pouco trocaram telefones.
Cada um partiu para seu caminho com aquele sentimento saudosista de amor pairando no ar.

Passaram a semana cada um com seus familiares e a noite retornava aquela lembrança.
Adrian resolveu ligar para Pérola na sexta a noite.
Pérola estava em um haras de sua família e logo convidou Adrian para visitá-la com os sentimentos a flor da pele.
Aquele amor renascia. Um sentimento a tanto reprimido pela vida.
Decidiu que aproveitaria o momento da melhor maneira possível pois no outro dia voltaria a sua vida normal no Rio de Janeiro.

Passariam o sábado juntos no haras aproveitando o dia e passeando a cavalo pelo local que era muito lindo e tinha até um lago com muitos peixes.
A noite passou lenta em pensamentos para os dois.
Adrian que morava em Minas mas voltará para ver a família não conseguia se conter de tanta excitação e dormiu bem pouco.
Combinaram de encontrarem-se na porteira do haras e Adrian chegou logo cedo com um motorista de aplicativo que o deixou lá, porém Pérola já o esperava.

Na hora do reencontro os olhos brilhavam em ambos e Adrian colocou sua mão sob a cintura de Pérola levemente e a beijou no rosto acendendo uma chama louca nos dois.
O tempo estava nublado e a previsão era de tempestade porém nenhum dos dois se importou.

Passaram o dia próximo do lago fazendo um piquenique e conversando dentre olhares de desejo e abrindo-se um para o outro a respeito de seus sentimentos.
Durante a tarde andaram a cavalo até que o temporal veio.
Correram para as cocheiras que estavam vazias já molhados onde o vestido florido de Pérola colou-se ao corpo e Adrian sentiu um desejo entorpecente e a agarrou. Ela não se desvenciliou, pelo contrário, apertou-o firme a seu corpo e sentiu seu membro latejando de desejo.
Logo começou a dança...

Continua...
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