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Cavalgava selvagem
Cravando a unha em minha crina
Me tendo entre as coxas
Me engolindo gulosa
Areia movediça
Estocava-se violenta
Apunhalando o pudor
Roçava e melava o ventre
Ia e voltava, se contraía
Tomei-me pelo torpor
E ela, sedenta, me tomou
Arfantes, desidratados, minguantes
Ali morremos de amor.
soube no íntimo: perdi a luta
teu riso baixou minha guarda
como não cair de amores?
vitória seria pousar em tua boca
dar-lhe uma chave de abraço
admirar a constelação de teus olhos
desfaleço, apaixonado
rendo-me ao encanto
não faço questão de revidar.
memórias
de tão embaralhadas
inventam histórias
fantasia-se o doce
peneira-se a lembrança
os dias mortos
entre britas
cintilam auríferos
calendários despidos
bem-me-quer
mal-me-quer
as folhas desmembram
o outono prepara o inverno
as primaveras correm
atrás do trem.
rala e rola
rala
rola
rela
atrito
vai
vem
vai
grito
suor
saliva
fluido
estalidos
silvos
sussurros
suspiros
alívio.
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Vamos montar essa parte na sequência.








