Bruno Sower
@brunosowerDecisão
Admirou pela primeira vez a perfeição de sua obra. As bochechas redondas, as pernas cheias de dobras, as mãos fortes e o olhar atento. Naquele dia decidiu: estava proibida de morrer, seria infinita.
#microconto
Admirou pela primeira vez a perfeição de sua obra. As bochechas redondas, as pernas cheias de dobras, as mãos fortes e o olhar atento. Naquele dia decidiu: estava proibida de morrer, seria infinita.
#microconto
Bruno Sower
@brunosowerPassional
Ao chegar, ouviu a música romântica tocando suavemente e viu a trilha de pétalas, iluminada por velas aromáticas que iluminavam o caminho até o quarto. Chegou à porta, viu a silhueta do corpo nú e foi deitar-se ao seu lado, sem notar o entalhe da palavra "surpresa" cravada profundamente na testa da amante.
#microconto
Ao chegar, ouviu a música romântica tocando suavemente e viu a trilha de pétalas, iluminada por velas aromáticas que iluminavam o caminho até o quarto. Chegou à porta, viu a silhueta do corpo nú e foi deitar-se ao seu lado, sem notar o entalhe da palavra "surpresa" cravada profundamente na testa da amante.
#microconto
Bruno Sower
@brunosowerPassional
Ao chegar, ouviu a música romântica tocando suavemente e viu a trilha de pétalas, iluminada por velas aromáticas que iluminavam o caminho até o quarto. Chegou à porta, viu a silhueta do corpo nú e foi deitar-se ao seu lado, sem notar o entalhe da palavra "surpresa" cravada profundamente na testa da amante.
#microconto
Ao chegar, ouviu a música romântica tocando suavemente e viu a trilha de pétalas, iluminada por velas aromáticas que iluminavam o caminho até o quarto. Chegou à porta, viu a silhueta do corpo nú e foi deitar-se ao seu lado, sem notar o entalhe da palavra "surpresa" cravada profundamente na testa da amante.
#microconto
Bruno Sower
@brunosowerRitual
No apertado cômodo de azulejos brancos, o ritual se repetia diáriamente. A pobre criança gritava. Um grito de dor, sofrido, beirando a rouquidão. Suplicava para que o adulto lhe deixasse ir, este, por sua vez, tentava amenizar a situação dizendo que já estava acabando e que tudo ficaria bem, mas era mentira. Nunca acabaria, ela iria apenas se acostumar e logo estaria penteando os próprios cabelos sem ajuda de ninguém.
#microconto
No apertado cômodo de azulejos brancos, o ritual se repetia diáriamente. A pobre criança gritava. Um grito de dor, sofrido, beirando a rouquidão. Suplicava para que o adulto lhe deixasse ir, este, por sua vez, tentava amenizar a situação dizendo que já estava acabando e que tudo ficaria bem, mas era mentira. Nunca acabaria, ela iria apenas se acostumar e logo estaria penteando os próprios cabelos sem ajuda de ninguém.
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