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@euraaih há 7 meses
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Raissa: gestão com sensibilidade e visão de longo prazo entre medicina e gastronomia Aos 33 anos, Raissa faz parte de uma nova geração de líderes que não se limita a um único setor e nem precisa. Empresária multifacetada, ela atua em dois mercados que exigem excelência operacional e leitura humana: medicina e gastronomia. Em comum, os dois universos compartilham o mesmo desafio: rotinas intensas, alto nível de exigência e a necessidade constante de decisões certeiras. É nesse ambiente que Raissa se destaca ao combinar gestão, estratégia e sensibilidade na construção dos seus projetos. Mais do que empreender, Raissa trabalha com a lógica de estrutura. Em vez de operar apenas no improviso prática comum em negócios que crescem rápido ela sustenta resultados na base do método: organização, visão de futuro e clareza sobre o que precisa ser mantido para escalar sem perder qualidade. Sua atuação mostra maturidade rara para a idade: compreender que crescimento de verdade não depende apenas de velocidade, mas de consistência. Em um cenário onde muitas lideranças ainda se apoiam em modelos tradicionais, Raissa representa um perfil contemporâneo: firmeza sem rigidez, presença sem excesso, ambição sem perder o centro. Ela entende que o sucesso não está apenas na expansão, mas na capacidade de manter o controle do essencial processos, cultura e qualidade da entrega. Uma liderança que não separa negócios e vida real Radicada em São Paulo, Raissa transita na cidade com uma postura que contrasta com o ritmo acelerado típico do mercado: ela preserva a leveza. Gosta de praia, bons encontros e momentos reais com a galera não como fuga, mas como forma de equilíbrio. Para ela, performance não significa viver no limite, e sim construir uma rotina sustentável que permita crescer sem se esgotar. Copyright © 2026 – Revista STATE. Edição exclusiva na revistastate.com.br. Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial deste conteúdo sem autorização prévia e por escrito.
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@eduliguori há 7 meses
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Mascando um chiclete faço doer a mandíbula pensamento masoquista que tortura minha mente doentia o tempo passou e aparentemente nada mais faz sentido sou hoje julgado e criticado como se não houvesse contribuído cegos, estamos cegos? não queremos ver? não podemos ver? de príncipe reinante a mero roto malfalado num movimento de marolas chegamos a praia mortos nas areias quentes hoje nos enterram um vulcão adormecido despertou a sua fúria lava incandescente que jorra pujante a nossa frente os ossos enterrados serão cozidos e cremados deste carbono passado surgirá quem sabe uma ilha nesta nova natureza o sol fará nascer uma goma ...de mascar até doer uma nova mandíbula Edu Liguori
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@caio há 7 meses
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Estive na casa de Elke Maravilha pouco antes de sua partida, gravamos uma matéria para o GNT Fashion, onde fui repórter. No primeiro semest...
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@ariadene113 há 7 meses
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cosmopolita.nerd 16/1/2026 https://www.threads.com/@cosmopolita.nerd/post/DTjiiaKjVHD
Traduzido automaticamente do inglês.
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cosmopolita.nerd 16/1/2026 https://www.threads.com/@cosmopolita.nerd/post/DTjiiaKjVHD
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@edsonbas há 7 meses
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Sonhei com Clarice (para Clarice Lispector) Acordei assustado de novo. Daquele jeito que a gente acorda quando sonha que está caindo de um prédio. O corpo deu um salto e caiu novamente na cama. Estava muito escuro, só um amarelado que vinha da luz do poste lá fora interrompia um pouco a escuridão. Olhei para o lado, no relógio já era madrugada. A manhã estava distante. Amanhã estava distante. Virei para um lado e para o outro da cama por incontáveis vezes, mas não consegui pegar no sono novamente. Fiquei pensando na vida, na passada e na presente. Pensei principalmente nela. Sim, nela! Sonhei com ela novamente. Nunca a esqueci. Nunca! Quase uma vida juntos, mesmo estando separados. Tínhamos, e continuamos tendo, uma relação muito íntima, do "de dentro" dela para o meu "de dentro". Muito de mim é ela. Mas do meu jeito. Às vezes acho que, na verdade, sou eu mesmo, mas do jeito dela. Quis ir à cozinha tomar um café. Era requentado, mas iria servir. Não consegui me levantar. Meu corpo não respondia. Toda vez que sonho com ela é a mesma coisa. Fico estático, imóvel. Engessado. Mas a cabeça a mil. Fervilhando de ideias, sem ter como tirá-las de lá. Se conseguisse me mexer, pegaria uma caneta e pronto. Com muito custo e suor frio consigo. A caneta funciona como um canudo com o qual eu sugo minha mente. O volume é tão grande que me engasgo, tenho uma crise de tosse e regurgito um pedaço dela.
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@edsonbas há 7 meses
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[Relato encontrado em um dispositivo primitivo] Os insetos ficaram gigantescos e dominaram o mundo. Suas sociedades são perfeitamente hierarquizadas, cada um tem uma incumbência muito bem definida. Os louva-a-deus desenvolveram uma preferência pela carne humana, especialmente as cabeças. É muito difícil fugir, eles correm, pulam e voam, e quando te pegam, arrancam a cabeça e comem a carne, deixando no chão nossos restos mortais. Baratas e formigas vêm logo comê-los. Vivemos nos escondendo e fugindo. Tivemos que nos tornar veganos, pois não há mais boi, porco ou frango disponíveis para comer. Dividimos os alimentos de origem vegetal com gafanhotos, joaninhas e lagartas. Ainda não conseguimos nos acostumar a andar nús. As nossas roupas acabaram. Enrolamos uma folha em volta da cintura e a amarramos com um pedaço de cipó. Nos tornamos versões apocalípticas de Adão e Eva, não somos o início, mas o fim. Ainda tenho o meu smartphone. Hoje abri o aplicativo de texto e estou escrevendo sobre o que estamos passando, mas a bateria está quase…
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@beatrizkath há 7 meses
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beatrizkath.docx 15/1/2026 https://www.threads.com/@beatrizkath.docx/post/DThvb7mlSod
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beatrizkath.docx 15/1/2026 https://www.threads.com/@beatrizkath.docx/post/DThvb7mlSod
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@eduliguori há 7 meses
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O que alimenta nossa alma? a calma pelo estabelecido ou a loucura do desconhecido? contenta minha aura saber da ternura de outrem quem pode fugir do destino? em desatino e confuso sigo mas certo de conseguir meu aconchego e doce lar ela existe e está a sorrir devagar chego e me aproximo um breve aperto no peito íntimo contato que suspeito será crucial razão para de novo palpitar o coração Edu Liguori
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@meurefugionerd há 7 meses
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Perfeito. É isso. E outra...faz parte do apagamento histórico mentir sobre as copas de 1958 e 1962. Foi a única vez que a seleção levou duas Copas seguidas. Na de 1958 o melhor jogador da Copa foi o Didi e não o Pelé. Isso está registrado. Ele foi o eleito. [+] Fonte: https://bsky.app/profile/meurefugionerd.bsky.social/post/3mcfe2rbd422v
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@fernando há 7 meses
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Contestado das maiorias oprimidas é uma livro que nos fazem estar do lado certo. Reconhecer as pessoas que foram protagonistas da Guerra do Contestado, ainda hoje, é um ato de coragem contra o apagamento histórico de mulheres e homens pretos e pobres. Obrigada @fernando.ac89 pela pesquisa, escrita e disseminação de conteúdo extremamente relevante. Livro está disponível na Amazon e direto com o autor @fernando.ac89.