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@tamarasfawkes há 1 ano
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OLÁ, colegas escritores e leitores!!! Agora temos um grupo interativo e organizado no Telegram para o nosso @literunico Você vai poder entrar em contato e bater um papo com quem faz parte da comunidade aqui, além de divulgar seus links e obras. Entre agora: https://t.me/+JSmwY-IBxSgwNzNh Ajude compartilhando!
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@adrielly-figueiredo-jzeKs há 1 ano
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allyfigueiredo 2/7/2025 https://www.threads.com/@allyfigueiredo/post/DLnaUaexmBd
Traduzido automaticamente do inglês.
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allyfigueiredo 2/7/2025 https://www.threads.com/@allyfigueiredo/post/DLnaUaexmBd
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@classicos há 1 ano
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Livro: Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto é um poema que ilustra a valorização do efêmero e do natural em Alberto Caeiro. Ele prefere o voo simples e livre de uma ave, que não pretende deixar marcas, ao esforço humano de buscar significado ou permanência. Para Caeiro, a beleza está justamente naquilo que é passageiro e não precisa justificar-se. O poema é um manifesto contra o apego ao simbólico, reafirmando sua crença de que viver é simplesmente ver, sentir e deixar passar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Ah! Querem uma luz melhor Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Ah! Querem uma luz melhor é um poema em que Alberto Caeiro critica a busca por explicações e sentidos mais “elevados” do que aquilo que a natureza já oferece. Para ele, a luz do sol basta — não é preciso uma “luz melhor”. O poema é um convite à aceitação do mundo tal como ele é: simples, direto, suficiente. Caeiro recusa qualquer transcendência ou simbolismo; para ele, a verdade está no que se vê e no que se sente, sem filtro nem interpretação. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Agora que sinto amor Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Agora que sinto amor mostra um lado sensível de Alberto Caeiro, sem abandonar sua visão naturalista. Ao falar do amor, ele o trata como algo que simplesmente acontece — como o sol que brilha ou a flor que nasce. Para Caeiro, o amor não precisa ser compreendido, apenas sentido. O poema rejeita idealizações ou explicações: o sentimento é verdadeiro justamente porque é espontâneo, livre de intenções ou reflexões. Amar, assim como viver, é aceitar o que é. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Acordo de noite subitamente Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Acordo de noite subitamente é um poema que retrata um momento de vigília simples e silenciosa. Alberto Caeiro descreve a experiência de acordar no meio da noite e apenas estar presente — sem medo, sem pensamentos profundos, apenas consciência do instante. O poema reforça a ideia de que não é preciso buscar sentidos ocultos na vida; estar acordado e atento já é suficiente. É mais uma prova de sua filosofia da simplicidade: sentir o agora, como ele é, sem interpretar. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Acho tão natural que não se pense Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Acho tão natural que não se pense expressa a convicção central de Alberto Caeiro de que o pensamento excessivo nos afasta da realidade. O poema defende uma vivência direta do mundo, sem mediações intelectuais. Caeiro valoriza o que é simples, o que se percebe pelos sentidos — e considera o ato de pensar uma complicação desnecessária diante da natureza. Para ele, viver é ver e sentir, e isso basta. Essa visão se opõe à tradição filosófica e mostra a poesia como uma forma de presença, e não de reflexão. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: Aceita o universo Autor: Alberto Caeiro Lançamento: Início do século XX (em domínio público como parte dos heterônimos de Fernando Pessoa) Aceita o universo é um poema que revela a essência da filosofia poética de Alberto Caeiro: aceitar as coisas como elas são, sem questionamento ou interpretação metafísica. Para Caeiro, a sabedoria está em viver em harmonia com a natureza, sem tentar mudá-la ou explicá-la. A aceitação pura e direta do mundo é, para ele, uma forma de liberdade — e também de paz. O poema convida o leitor a renunciar à angústia de entender tudo, acolhendo o universo com simplicidade e presença. #domíniopúblico #Clássicos
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: #00aaff;'>💡 Ideia:</span> Livros lidos por Lisa Simpson</h5><p>Leia a ideia completa: <a href='https://www.literunico.com.br/ideas/livros-lidos-por-lisa-simpson-68657f55a9f2f'>Clique aqui</a></p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Aempregada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/961'><strong>A empregada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 43/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a narrativa seja construída como um confronto de versões, onde o enredo se forma por múltiplas perspectivas, revelando que o centro da verdade nunca está onde se imagina.</p>
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@tibianchini há 1 ano
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O Tempo Há um ano era outra pessoa; Havia em mim restos de muitas memórias Ainda frescas e latentes. Havia aqui outro futuro, Outras esperanças e outros projetos. Alguns deles foram concretizados. Alguns deles foram abandonados. Alguns nem chegaram a ser levados a sério. Há um ano venho mudando, Venho evoluindo e involuindo, Venho andando em círculos e saltando à frente. Venho vivendo, enfim, Aprendendo dia após dia, Com os anseios que não poderia ter, Com os erros que não poderia cometer, Com os medos que jamais deveria ter tido. Há um ano sou outro que me vê E esse outro gosta cada vez mais de si Cada vez mais de mim. Cada vez mais de nós. Perdi pessoas que eram pra vida inteira, Reencontrei pessoas que jamais reencontraria, Conheci pessoas impossíveis, Reconheci a mim. Tive várias vidas; tive vários destinos distintos. Tive mortes e renascimentos constantes. Tive amores e desamores e reamores. E termino tendo a mim mesmo. Uma nova etapa começa. Novas etapas começarão. E sei que não cumprirei todos os projetos, Pois encontrarei projetos ainda melhores para cumprir. Hoje tenho ausências que não serão mais sentidas E presenças que serão para sempre comemoradas. Hoje tenho a mim. E a ti, que me lê. Hoje preciso apenas de mais um ano Para me tornar uma nova pessoa.
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei 🥰
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Recursão</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/960'><strong>Recursão</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 42/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que narre o fim do mundo como espelho da alma humana.<br /> <br /> Um dos melhores livros de ficção científica que eu já li na vida.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Aloucuradomel</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/959'><strong>A loucura do mel</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -41/365 <br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a narrativa aborda a morte como parte da juventude, obras em que a finitude se apresenta cedo demais.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#AnnedeGreenGables</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/555'><strong>Anne de Green Gables</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -40/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a infância revela o que a maturidade esqueceu, obras em que a linguagem simples esconde uma complexidade emocional e filosófica que só o coração atento consegue ouvir.<br /> <br /> A Anne é muito sábia. São histórias que ensinam na simplicidade!</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Oabusodabeleza:Aestéticaeoconceitodearte</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/958'><strong>O abuso da beleza: A estética e o conceito de arte</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -39/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que articule movimentos de ruptura estética, obras que pensam ou narram as transformações da linguagem literária diante das revoluções culturais, artísticas ou sociais.<br /> <br /> Esse livro fala sobre vários conceitos clássicos sobre o belo, e sobre como a ruptura na arte teve um papel importante.</p>
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Você sabia que "Ideias" é a mais nova ferramenta do site? Crie a sua Revista: https://www.literunico.com.br/ideas Me conta aqui nos comentários o que você achou dessa novidade! 👇
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@danielcaetano há 1 ano
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Durante a invasão da Fantasia no @literunico quero falar de um livro que li recentemente: "O Timbre Magista", de Cuca Nuñes, publicado pela Lendari, com 184 páginas. “‘O homem é um poço’, dizia Aara em tempos áureos. Se alguém olhasse para Sigard, o poço, e observasse a parte pedregosa acima do solo, onde se amarra o balde, veria um homem entediado, e esse homem diria que a razão disso é porque não se interessava por seres inferiores como aqueles que o rodeavam. Se olhasse um pouco mais fundo e tocasse a água com a ponta do dedinho, veria que, na verdade, ele tinha inveja de todos aqueles magos graduados por grandes instituições de ensino magista, quando o próprio fora expulso em seu primeiro ano de ensino. Agora, se você ultrapassasse os limites aquáticos e chegasse à terra úmida, no fundão do poço mesmo, e cavasse com uma colherzinha de iogurte, descobriria que Sigard não gostava dali porque, onde todos eram magos, ele era apenas mais um. ‘Que se dane, ele gosta dos holofotes!’, diria uma vozinha no insconsciente do homem”. Este é um pequeno trecho do quarto capítulo de O Timbre Magista, de Cuca Nuñes. Não é como o livro começa, mas, para mim, bem que poderia ser. Não é, porque não dá o tom exato do livro, que é bem mais leve e divertido, porém, ela me pegou tanto que, quando terminei este parágrafo, só conseguia me perguntar: “Po***, Cuca! Por que você parou?”. Este é o momento quando começamos a entender o protagonista de verdade. O autor prefere nos entregar aos poucos as nuances do personagem, e achei tão forte que decidi começar essa resenha por esta passagem. Pode-se inferir tanto sobre Sigard através deste trecho que ele quase não precisa de explicações. Sigard é vaidoso, ressentido e inseguro, até mesmo blasé — um poço de inseguraças. Cuca foi genial quando a escreveu. Com capítulos curtos e numerosos (são 45, no total), Cuca nos oferece uma leitura rápida e dinâmica. O autor não perde tempo. Logo na primeira página somos apresentados ao grande segredo de Sigard: ele é um mago analfabeto e recluso. Vive isolado da sociedade magista em sua torre até o dia em que recebe uma carta de um amigo distante. Com sua magia, Sigard a ouve, e aqui começa o humor ácido do autor: depois de ouvir a carta, Sigard acredita ter descoberto o próprio destino. Desde o início do primeiro capítulo, as dificuldades pessoais de Sigard se mostram presentes, mas o narrador conta tudo de forma leve, que nos arranca sorrisos enquanto lemos. Ele é debochado, irônico, e faz suas próprias piadinhas. Aliás, em se tratando de piadas, o livro todo também pode ser visto como uma leve zoeira com todo o gênero de fantasia medieval. Enquanto lia, não pude deixar de lembrar das sessões de 3D&T que jogava na adolescência (jogadores de RPG me entenderão e amarão esse livro). No livro, não se vê nem se fala de elfos e anões, mas temos um dragão de chapisco, por exemplo; temos os dogons (uma referência ou inspiração a Minecraft, talvez); temos os polaris, criaturinhas das tribos que habitam as regiões geladas, além de outras manifestações interessantes e, digamos, diferenciadas, da própria magia. Há um quê de nonsense que permeia o mundo construído por Cuca, uma espécie de caos que não confunde, mas que compele a querer mais dele. Ao fim da jornada de Sigard, quando ele descobre seu verdadeiro destino e potencial, fica aquele gostinho de quero mais; aquela vontade de saber como o velhote ranzinza criado por Cuca vai enfrentar os futuros obstáculos construídos ao longo de O Timbre Magista (sim, isso é uma confissão de que eu quero uma sequência, embora não sei se haverá uma). Uma das passagens que me marcou mais, ainda no terceiro capítulo, acontece quando Sigard, então no início de sua jornada, se depara com uma pedra falante. A passagem é profunda, carregada de significado — e hilária. O Timbre Magista é uma obra direcionada ao público infanto-juvenil e é facilmente uma porta de entrada para quem procura uma leitura leve (aconchegante até) de fantasia e que foge um pouco dos padrões que hoje saturam as obras do gênero. O autor não se preocupa em contar uma história original. A ideia de um mago poderoso mas que não se vê como tal não é exatamene nova, apesar de não ser nenhum clichê, mas não é o ponto aqui. O ponto é uma história bem executada, bem contada, bem escrita, que diverte e entretém sem se perder no processo, o que Cuca consegue com facilidade neste que é seu romance de estreia.
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a Hermann Hesse (1877–1962). Foi um escritor, poeta e pintor alemão naturalizado suíço, amplamente conhecido por suas obras que exploram a espiritualidade, a busca pelo autoconhecimento e a dualidade do ser humano. Seu estilo combina elementos do romantismo alemão com influências orientais e psicológicas, especialmente do pensamento de Carl Jung. "Quando odiamos alguém, odiamos em sua imagem algo que está dentro de nós." - Hermann Hesse Sidarta: <a href="https://www.literunico.com.br/books/949">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor