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@jjr há 1 ano
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Andorinhas Dançarinas. ...estava ele sentando num rochedo uniforme de coloração quase chumbo mas com suas variações de cores devido a natureza de seu tempo. Observava o enorme horizonte sem fim azulado com suas nuvens suspensas pelo vento que esbraquiçava-se cada vez mais a se aproximar de um solo infinitamente invisível tocando com isto supostamente o mar verde camuflado de azul pelo céu, areia fina e fofa brilhava com os raios do astro Rei mas não tão bela como as enguias distorcidas que refletiam na água de um mar calmo. Era possível capturar apenas alguns pontos reluzentes que os raios faziam ao entrar em comunhão com a água. O Sol movia-se tão lentamente que era impossível saber o tempo que durava sua caminhada mas ele tinha um relógio sempre preciso, isto quando não tirava suas folgas. Seguia ao seu lugar de "descanso" para que sua noiva fizesse sua ronda no mesmo compasso. Seu caminho sempre era o mesmo e com sua paisagem rosada como aquarelas para que seu dia terminasse primordialmente. Era durante o momento da aquarela que as andorinhas vinham salvar o inicio de um novo ciclo diário dançando e brincando de "pega-pega". O observador já havia notado o ritual a muito tempo, eram de uma leveza surpreendente pairando sobre a brisa, rasantes e astutas evitavam colisões até seguirem novamente seu rumo despedindo-se. Satisfeito o observador aguardou mais algum tempo até a tonalidade azulada do céu ser coberta por outro azul muito mais escuro, foi o momento da brisa se aproximar trazendo o canto das ondas do oceano... JJr.
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@EscritosdeVitorHugo há 1 ano
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Violência Olha só pra esses corpos, quanto sangue espalhado, quanto grito abafado. Ouça só quanto estalo! É de pescoço quebrado, é de arma engatilhando. Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Vejam as balas voando, espalhando o vermelho. Mas cuidado, não se engane: essa bala não é doce! E o vermelho é puro sangue! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Nossa terra é de massacre, de tristeza, de chicote! É regada de nativo, é regada de africano. Foi no sangue dessa gente que essa terra se afogou, floresceu o preconceito. Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Lá na cabeça do mundo tem riquinho bem formoso, tem sofá bem confortável, bem macio. É de carne, bebe sangue e nada em grana! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência! Pelos campos desse mundo, o sol queima, muito soa! Muito braço no trabalho, muita cuca no mormaço. Engole a comida fria! O seu filho sem futuro, seu suor regando o mundo. Veja só que mundo injusto! É violência mais violência! Caço solução na paz, mas também tem violência! E do ódio que ela traz também fico violento! E é violência e mais violência! Violência é o jeito, violência é o meio. Na cabeça desse mundo, violência é linguagem. Mais que raça! Mais que praga! Que maldita humanidade que só fala violência!
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@jjr há 1 ano
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~~*~~ Dom Quixoteando devaneios, gigantes moinhos sopram palavras. Heróis viajam por páginas. Armaduras malucas são preces invisíveis, lança sua caneta insana. Da brochura, escudo dos livros com sua grossura. ~~~*~~~ JJr.
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@jjr há 1 ano
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~~~*~~~ / Da brisa folhagens dançam, \ / mergulham livres de rumo gotículas. \ / Queda natural prazerozamente refrescante, \ / unificadas a superfícies espelham puro o engano a beleza de Narciso. \ ~~~~~~~~~~*~~~~~~~~~~ JJr.
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@literunico há 1 ano
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@eliz_leao · há 1 ano
Lindooo livro
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@literunico há 1 ano
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#Dia 341 Premência Ela surge sem anunciar, feito tambor no peito exausto. Premência é verbo a acelerar o passo tímido e o gesto fausto. Não mendiga tempo ou razão, não aguarda trégua ou licença. Premência é arma na mão, caçando sua própria sentença. No susto, um vislumbre agudo, no fôlego, uma ausência tensa. Premência é o grito mudo que conduz a alma intensa. Tange o juízo, arrasta o sono, não pactua com hesitação. Premência exige o abandono da calma, da contemplação. Não é impulso vago ou vão, mas a certeza que não descansa. Premência é fome em expansão, é o agora que sempre avança. Eder B. Jr.
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@literunico há 1 ano
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 10 Comente na Biblioteca em um livro que explore a vida de um poeta através da poesia, onde biografia e criação se misturam e o estudo literário não é apenas análise, mas uma forma de reverência. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 148 Viver em Verso Alguns nomes não se estudam, se escutam. Não se separam da própria língua, não cabem em manuais. A biografia do poeta é a cicatriz que rima. É o corpo do verso em carne e memória. Ler sobre ele é revivê-lo, não em fatos, mas em pulsos. E se o livro é estudo, é também exaltação. A página é aceno, A análise, permanência. Não é só sobre o poeta. É sobre o que acontece com a linguagem quando um homem se transforma em voz do seu povo. Eder B. Jr. Indicação do @literunico #JoséCraveirinhaNarrativaPoética
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@classicos há 1 ano
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Livro: Arras por Foro de Espanha (1371–1372) Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em meados do século XIX, nos Opúsculos históricos Em Arras por Foro de Espanha (1371–1372), Alexandre Herculano mergulha nos registros históricos para analisar um episódio da Idade Média portuguesa envolvendo questões jurídicas e políticas sobre o direito de arras e o uso do Foro de Espanha. O texto é um exemplo da erudição de Herculano como historiador, combinando rigor documental com reflexão crítica sobre os costumes e as instituições do passado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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Livro: D. Pedro Autor: Alexandre Herculano Lançamento: Publicado originalmente em Opúsculos (século XIX) Em D. Pedro, Alexandre Herculano traça um perfil histórico do rei D. Pedro I de Portugal, também conhecido como “o Justiceiro”. Com olhar crítico e narrativa envolvente, o autor revisita episódios marcantes de seu reinado, como o famoso romance com Inês de Castro, destacando as tensões entre paixão, poder e justiça na formação da história portuguesa. #domíniopúblico #Clássicos
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@tibianchini há 1 ano
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Em algum lugar Nos meus sonhos, minha vida é apenas Uma varanda florida, com pouca brisa, Um café criando nuvens no espaço, E uma viola sussurrando notas amadeiradas. Nestes sonhos, o tempo tem uma cadeira De balanço, vai-e-vem, e o sussurro De uma folha estalando sob o sol O embala enquanto cai - pra lá, pra cá... Nos meus sonhos, sou feliz, e é por saber Que a paz e a tranquilidade reinam Que há hora para tudo, e nada resta Inacabado, adiado ou imperfeito. Sou feliz, porque sinto a claridade Dos teus olhos a me olhar e a sorrir Em francas gargalhadas e satisfação Em doces carinhos nas costas das mãos... Ah, mas na vida... Os dias não são leves; São notas breves de um tempo que se perdeu Entre amores não vividos e tristonhos; nos meus sonhos Sou teu.
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Lindo poema meu nobre! Excelente escrita!👏🥰
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@novidadesliterunico há 1 ano
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Homenagem a José Craveirinha (1922-2003) José Craveirinha é uma das figuras mais importantes da literatura africana de língua portuguesa — um poeta que não só fez história em Moçambique, como também deixou um legado profundo na luta anticolonial, na valorização da cultura africana e na poesia de resistência. José Craveirinha: Narrativa Poética - V Mestres da Língua Portuguesa: <a href="https://www.literunico.com.br/books/741">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#Loucosporlivros</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/752'><strong>Loucos por livros</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -09/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que oriente ou provoque uma reflexão sobre a própria leitura, obras que discutem como ler, o que ler, por que ler, e que convidam o leitor a pensar sobre sua relação com os livros como experiência estética e existencial.<br /> <br /> Não me recordo de ter lido nenhum livro técnico sobre a arte da leitura, exceto alguns que tratam da importância da interpretação de textos, embora eu não me lembre dos títulos. Voltando mais para o lado emocional, este livro aborda a paixão pelos livros e a importância que eles têm na vida dos personagens centrais.</p>
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@aleituracria há 1 ano
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<h5><span style='color: red;'>#DoContratoSocial</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/750'><strong>Do Contrato Social</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -08/365<br /> <br /> (Comente na Biblioteca em um livro cuja estrutura ou conteúdo se articule como um manual ou tratado, onde o objetivo não é contar uma história, mas ensinar uma estratégia de vida, seja sobre guerra, política, ética ou comportamento.)<br /> <br /> Defende que o poder político legítimo vem do povo, por meio de um acordo coletivo, no qual todos cedem parte de sua liberdade para viver em sociedade. É muito interessante ler esse tipo de livro, pois na teoria tudo é muito organizado.</p>
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@MarU há 1 ano
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Meu poema 139 do desafio 108 *Amor doentio* na voz marcante da declamista Jen Stellet @jenthepanda no threads e Instagram. Estou honrada em ouvir meu poema no timbre feminino mais perfeito que já ouvi. ❤️‍🔥🤌 Gratidão!🙏🏻
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Um poema curto e maravilhoso! Uma linda declamação! Parabéns amiga!👏🥰❤️
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