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@ldan-araujo-gKCXl há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/b07bS3z36Apjc95FLNYinHjqUWHE4AwICYbttuc3.gif' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/142' target='_blank'><strong>As proezas e travessuras de Ldanzim</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/142/chapters/648' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "1. O menino que não sabia andar, só correr" completo</a></p></div>
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@ldan-araujo-gKCXl há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/b07bS3z36Apjc95FLNYinHjqUWHE4AwICYbttuc3.gif' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/142' target='_blank'><strong>As proezas e travessuras de Ldanzim</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/142/chapters/663' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "14. As estrelinhas de Tarzanzinho." completo</a></p></div>
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@eliz_leao há 6 meses
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Não há tempo Para ver o caminho Das lágrimas Que descem Pelo seu rosto, secar. Não há tempo Há temporal No meio do caminho Riscando aquela tua Linha funda Do seu riso Não há tempo Para ver a criança Crescer Não há tempo Para ver Aquela planta florescer Não há tempo Infelizmente O tempo tem preço E o preço, não podemos pagar! Eliz Leão
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@CrisRibeiro há 6 meses
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#Desafio 255 Arquivos Vivos Nossas vozes dormiram: arquivos frios poeira sobre nomes desprezo sobre memórias. Rasgadas dos livros alijadas da ciência apagadas da política silenciadas na literatura. Mas nós voltamos. Voltamos como trovão voltamos como incêndio voltamos como faca que corta o esquecimento. Fogo na palavra ferro na memória grito que não cabe no peito e escorre pelos dedos. Respiramos nas brechas nas rachaduras da história nas bocas que insistem em abrir-se flores selvagens rompendo o cimento. Estamos na mulher que escreve na que descobre na que governa na que inventa na que se sustenta vendendo seu corpo sufocando sua alma e ainda assim sendo luz. Somos pulsos nas sombras do instante Sopro que curva séculos Eco que se recusa a desaparecer. Mesmo quando tentam nos apagar; mesmo quando tentam nos calar; mesmo quando tentam nos matar. Não fomos criadas da costela somos substância e verbo vértebra e raiz sustento do mundo maré que recolhe ausências raio que atravessa a escuridão. Não pedimos licença. Não. Não mais.      Exigimos EXIGIMOS E X I G I M O S        JUSTIÇA. Cr💞s Ribeiro
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@richard-augusto-WFqxN há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/JtxlFWg8eNF7XuoWf07pPCkg97gEALdrpOYEaOwa.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154' target='_blank'><strong>O Sol do Amanhã</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154/chapters/683' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "À margem do esquecimento" completo</a></p></div>
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@richard-augusto-WFqxN há 6 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/JtxlFWg8eNF7XuoWf07pPCkg97gEALdrpOYEaOwa.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/154' target='_blank'><strong>O Sol do Amanhã</strong></a></p></div>
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@novidadesliterunico há 6 meses
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Natália Correia foi uma das vozes mais marcantes da literatura e da cultura portuguesa do século XX. Poeta, romancista e ensaísta, destacou-se também pelo ativismo político e pela defesa intransigente da liberdade. Ler Natália é entrar em contato com uma escrita vibrante, crítica e apaixonada. Correia, A Irreverente (1923 - 1993): https://www.literunico.com.br/books/1257
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@iuri-piragibe há 6 meses
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<style> /* Efeito no botão ao passar o mouse (sem elevação) */ .cta-button:hover { background: #e74c3c; /* Vermelho um pouco mais claro */ } </style> </head> <body> <div class="book-post-card"> <img src="https://www.literunico.com.br/storage/app/public/book_covers/9EKK5t0OKn95YoZZm0nKccnXEvW4f1NhiNh07YRi.png" alt="Capa do livro Arquiteta da Ruína" class="book-cover"> <h2 class="book-title">Arquiteta da Ruína</h2> <h3 class="book-subtitle">Livro I: Deusa da Discórdia</h3> <hr class="separator"> <p class="synopsis-heading">Sinopse</p> <p class="synopsis-text"> No ano de 2125, onde a humanidade é um peão no tabuleiro de megacorporações em guerra, um sádico exame psicológico conhecido como a "Dança dos Ratos" reúne as mentes mais brilhantes do planeta. Mas o que começa como uma competição brutal se torna o estopim de um evento sem precedentes. Uma anomalia quântica estilhaça a realidade, entrelaçando a consciência de oito estranhos: um astrofísico-oráculo exilado nos confins do sistema solar, um repórter cínico transformado em bode expiatório e os geniais, porém torturados, participantes do exame. Forçados a compartilhar uma realidade extradimensional conhecida como "O Palácio", eles se tornam peças-chave numa guerra silenciosa pelo controle da própria estrutura do universo. Entre espionagem corporativa, manipulação mental e uma conspiração que desafia as leis da física, eles precisam desvendar quem é a verdadeira Arquiteta da Ruína antes que tudo colapse. </p> <a href="https://www.literunico.com.br/creations/155" target="_blank" class="cta-button"> Ler a Obra Completa </a> </div> </body> </html>
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@JuNaiane há 6 meses
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Você faz eu me sentir como se eu estivesse falhando o tempo todo, em um ciclo interminável de culpa e inadequação. Talvez eu não seja assim tão estranha e desmedidamente incapaz; talvez eu só estivesse plantada no lugar errado. Em um solo mal adubado, até a flor mais simples de cultivar se torna frágil e insuficiente. Eu não sou o bastante pra amar ou é você que não entende? O meu jeito é diferente, mas é tarde pra você enxergar. #desafio 365/237
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@rosana858 há 6 meses
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Esta crônica é um retrato do trânsito que atravessamos todos os dias — caótico, intenso, mas cheio de detalhes que muitas vezes passam despercebidos. Um convite a enxergar a rotina urbana com novos olhos. Entre Buzinas e Semáforos As cortinas do dia se abrem: 06h30. Saio apressada, mas a manhã ainda sussurra. O perfume das flores invade o carro, a brisa fresca dança entre as folhas, e os passarinhos orquestram uma sinfonia delicada. Pelo retrovisor, a natureza se despede devagar. Um casal caminha com sorrisos largos, alheio ao mundo que me espera. Meu trajeto é um desfile secreto, visível apenas para olhos atentos. Cada gesto, cada sombra, parece carregar histórias que ninguém percebe. Subo os vidros. A cidade me engole. Ligo o som: a melodia da natureza se cala. O tráfego explode em buzinas e roncos de motor. Ônibus lotados passam apressados; passageiros exaustos encaram a vida com olhares vazios. Todos em alerta, protegendo-se de desconhecidos, navegando por espaços que parecem invisíveis uns aos outros. Carros avançam, motos deslizam entre frestas como se desafiassem a gravidade, e o grito de uma ambulância corta o ar, exigindo passagem — talvez levando segundos de vida que ninguém mais pode medir. À direita, uma vitrine exibe manequins imóveis, vestindo roupas de uma estação que ainda não chegou. Uma loja anuncia liquidação de móveis; outra promete um carro 0 km com parcelas que “cabem no bolso”. Outdoors piscam promessas: pizzarias, academias, desejos que meus olhos já não alcançam. Um ciclista arrisca-se na avenida sem pista própria. A luz amarela treme. Um pedinte ergue um papelão: o PIX também serve como esmola. Jovens bocejando atravessam a faixa, hipnotizados pelas telas dos celulares, revelando preguiça e desalento diante da jornada que ainda nem começou. Os carros param. Um flanelinha corre e, sem meu consentimento, joga água no vidro — mais suja do que limpa. Mais à frente, bolinhas coloridas flutuam no ar, girando em mãos habilidosas: um show de malabarismo improvisado. O sinal verde me chama. Pacotes de balas pendem dos retrovisores como um varal; um moço os recolhe com precisão, recebendo moedas rápidas de mãos apressadas. Ninguém vê ninguém. Todos enclausurados em mundos particulares que fingem ser globais, mas se fecham a cada toque. A cidade pulsa — ensurdecedora, intensa, viva — e, por um instante, sinto que cada buzina, cada freada, cada sorriso distraído, é uma nota na sinfonia caótica de infinitos personagens. @rschumaher
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@renan há 6 meses
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highly recommend this week’s Interview w/ Cameron Crowe: https://www.nytimes.com/2025/09/13/magazine/cameron-crowe-interview.html
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@plotwithflora há 6 meses
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@plotwithflora: Queria poder voltar a ser criança, voltar para um tempo em que não entendia o que era política. O bom tempo em que a decisão mais difícil que precisava fazer era escolher a cor do lápis para pintar a casinha torta que fiz no papel. Adultos precisam tentar entender se o fim compensa os meios, equilibrar seu próprio juízo, definir onde é justiça, onde é vingança, considerar o que de fato significa silenciar alguém 🧵 https://www.threads.com/@plotwithflora/post/DOipWaOCK_R
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@rafaelaraujoescritor há 6 meses
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O VELHO IPÊ AMARELO No alto da velha árvore, o ipê brilha à luz do sol. De repente, uma folha se solta. Gira pelo ar, lentamente. Rodopia. Sussurra nos ouvidos do vento. Desce, deslizando… em silêncio. Quase toca o chão, mas cai na vasilha de margarina onde os pássaros e o cão bebem. Outra folha cai. Treme, hesita, curva-se, rola leve. Seu desespero pelo novo é ouvido apenas pelo vento, que a acaricia. Ela beija a relva úmida. Mais uma se desprende. Brilhando ao sol, dourada. Essa, o vento guarda. Como quem busca perdão. A folha voa, roda, gira, e então encosta no musgo. E outra, ainda. Velha, mas também nova. Cai lentamente, saboreando cada instante. Se curva. Em silêncio. Descansa no chão entre tantas outras. O ipê as observa. Nu. Mas ainda resplandece. Mais uma missão cumprida: as folhas caídas, ouro espalhado, felicidade que o tempo jamais levará. Da esquina, surge um menino, o mesmo da capa amarela, saltitando. Pisoteia as folhas secas. Elas voam, rodopiam, tremem, e parecem rir com ele. Sua mãe o observa, não tão longe. O vento brinca em seus cabelos. As folhas giram, cintilam, abraçam a capa amarela e o menino, radiante. A mãe, com o sorriso no rosto, retira do bolso um objeto azul. Brilha. Estranho. Fascinante. Ela sorri para o menino, encantada. E ele sorri de volta. E parece que ela captura esse sorriso no estranho objeto. Ao fim, as folhas dançam entre os pés dele, entre o sol e o musgo. O ipê, nu, resplandece ainda. O instante é ouro. O instante é voo. O instante escorrega entre os dedos. Rafael Araújo
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@plotwithflora há 6 meses
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plotwithflora 13/9/2025 Alguém nesse momento está pensando em um nome para encaixar em X, outro alguém irá pensar "se for tal pessoa então ele tinha razão em dizer isso". Odi4r. Pessoa. Dever. Humano Digno.
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@plotwithflora há 6 meses
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plotwithflora 13/9/2025 Hoje vi alguém que amo e sei que é uma pessoa incrível dizer "odi4r a pessoa X é um dever de qualquer ser humano digno" Eu li várias vezes. Li frisando o "odi4r", depois o "pessoa", depois o "dever", depois o "humano digno". Li mudando o itálico de lugar como faria se estivesse analisando um livro. Li considerando que eu não concordo com a pessoa X.
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@plotwithflora há 6 meses
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plotwithflora 13/9/2025 Estão certos quando calam pessoas que magoam outras com palavras? Estão certos mesmo que o calar tenha sido com vio.lência? Estão certos em calar sequer?
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@plotwithflora há 6 meses
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plotwithflora 13/9/2025 Queria poder voltar a ser criança, voltar para um tempo em que não entendia o que era política. O bom tempo em que a decisão mais difícil que precisava fazer era escolher a cor do lápis para pintar a casinha torta que fiz no papel. Adultos precisam tentar entender se o fim compensa os meios, equilibrar seu próprio juízo, definir onde é justiça, onde é vingança, considerar o que de fato significa silenciar alguém 🧵
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