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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 170 um livro onde a palavra foi usada como instrumento direto de libertação, não como alegoria, obras em que a escrita salvou vidas, derrubou muros, rasgou leis injustas. Livros que provam que ler também é resistir. A Casa na Rua Mango, de Sandra Cisneros. Embora seja uma obra de ficção breve e delicada, o livro é um verdadeiro manifesto de libertação. A protagonista, Esperanza Cordero, é uma menina latina que cresce em um bairro pobre de Chicago. Mas ela não aceita o destino que lhe foi imposto — e encontra na escrita o caminho para sair, para resistir, para existir. Como ela mesma diz: “Um dia vou sair daqui com meus próprios livros, com minhas próprias palavras.” Escrita como salvação A escrita não é metáfora: é ferramenta. Esperanza escreve para não ser silenciada, para não ser engolida pelo machismo, pela pobreza, pelo racismo. Cada vinheta do livro é um gesto de afirmação, uma recusa ao apagamento. A linguagem é simples, mas carregada de potência — como se cada frase fosse uma chave abrindo uma porta trancada. O livro se tornou leitura obrigatória em escolas dos EUA e símbolo da literatura chicana. Inspirou gerações de mulheres a escreverem suas próprias histórias e é estudado como exemplo de como a ficção pode ser um ato de resistência civil.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 169 um livro onde o autor tenha usado a escrita para recusar o apagamento, obras que enfrentam regimes, comissões, censuras, perseguições ou cancelamentos, onde a literatura se torna documento de resistência civil. K., de Bernardo Kucinski. O romance é inspirado na história real da irmã do autor, desaparecida durante a ditadura militar brasileira. A narrativa acompanha um pai — judeu, imigrante, professor universitário — em busca da filha que some sem deixar vestígios. Mas o que poderia ser apenas um drama familiar se transforma em um documento de resistência civil, onde a ficção denuncia o silêncio, a censura e a brutalidade do regime. Literatura como recusa ao apagamento Kucinski usa a escrita como forma de preservar a memória dos que foram calados. O livro não oferece respostas fáceis, mas constrói um mosaico de vozes, documentos e fragmentos que revelam o horror da repressão e a impotência diante do Estado. É uma obra que não deixa esquecer e por isso mesmo, transforma a dor em gesto político.
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 168 um livro onde a literatura ousa tocar o sagrado, não para negá-lo, mas para interrogá-lo, obras em que o mito, a religião, a fé ou os dogmas são desconstruídos, tensionados e reinventados pela narrativa. A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro. Apesar de não ser uma obra religiosa, o romance tensiona dogmas com humor, erotismo e filosofia. A narradora — uma senhora de 68 anos — faz uma confissão sem censura sobre sua vida sexual, mas o que parece escandaloso à primeira vista se revela uma meditação sobre liberdade, culpa e moralidade. A fé, o pecado e o corpo são revisitados com ironia e profundidade, como se a literatura fosse um altar profano onde o sagrado é interrogado sem medo.
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@classicos há 8 meses
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Livro: O Velho da Horta Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI O Velho da Horta é uma comédia breve e divertida de Gil Vicente, centrada nas ilusões amorosas de um velho que se apaixona por uma jovem que visita sua horta. A peça critica com leveza o ridículo da paixão tardia e os enganos do desejo, expondo o contraste entre juventude e velhice. Com personagens simples e linguagem acessível, Vicente constrói uma narrativa cômica que retrata o cotidiano com inteligência e graça. A obra é um exemplo do talento do autor para transformar situações comuns em teatro vivo e reflexivo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Farsa de Inês Pereira Autor: Gil Vicente Lançamento: 1523 A Farsa de Inês Pereira é uma das obras mais conhecidas de Gil Vicente e um marco do teatro cômico português. Escrita com leveza e ironia, a peça retrata a história de Inês, uma jovem sonhadora que deseja casar-se por interesse e status. Ao rejeitar um pretendente simples e aceitar um marido culto e nobre, acaba presa em um casamento infeliz. Com humor mordaz e crítica social, Gil Vicente expõe a hipocrisia, o machismo e as ilusões românticas da época. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Auto da Mofina Mendes Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Mofina Mendes é uma peça que mistura elementos trágicos e cômicos para retratar a figura de Mofina Mendes, uma mulher pobre, simples e cheia de esperteza. A personagem, ao mesmo tempo cômica e comovente, representa o povo humilde e suas dificuldades diante das estruturas sociais da época. Com crítica sutil e uma linguagem viva, Gil Vicente constrói uma narrativa onde o riso e a dor se entrelaçam, revelando as contradições da condição humana. Uma joia do teatro vicentino que dá voz aos marginalizados com inteligência e sensibilidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Auto da Feira Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Feira é uma peça alegórica em que Gil Vicente transforma uma feira popular em metáfora da vida humana. Nessa feira, produtos simbólicos representam virtudes, pecados e escolhas morais, revelando a fragilidade das decisões humanas diante das aparências e da vaidade. Com sua típica mistura de crítica social, religiosidade e humor, o autor propõe uma reflexão sobre o valor das ações e a futilidade das ambições mundanas. A obra combina elementos do teatro profano com a tradição do teatro moral medieval. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Auto da Barca do Inferno Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Barca do Inferno é uma sátira moral e religiosa que expõe os vícios e hipocrisias da sociedade portuguesa do século XVI. Na peça, as almas dos mortos chegam a um porto onde duas barcas as esperam: uma que leva ao Inferno e outra ao Paraíso. Cada personagem representa um tipo social — o fidalgo, o frade, o sapateiro, o onzeneiro — e é julgado por seus atos em vida. Com humor ácido e crítica afiada, Gil Vicente denuncia a corrupção, a vaidade e a falsidade sob uma roupagem teatral brilhante e envolvente. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 8 meses
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Livro: Auto da Alma Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Alma é uma peça teatral de caráter alegórico e religioso, na qual Gil Vicente retrata a jornada da alma humana rumo à salvação. Com linguagem poética e simbólica, a obra apresenta a luta entre virtudes e tentações, revelando a influência do teatro medieval e da moral cristã. Por meio de personagens como o Diabo, o Anjo e a própria Alma, o autor conduz o público por uma reflexão espiritual sobre o destino eterno e a necessidade do arrependimento. Uma síntese perfeita entre teatro, fé e arte. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Fiquem ligados no perfil @classicos! Hoje vamos disponibilizar as obras de Gil Vicente para leitura gratuita! Teatro, poesia, crítica e humor em peças que marcaram a literatura portuguesa — tudo acessível com apenas um clique. Auto da Barca do Inferno, Farsa de Inês Pereira, O Velho da Horta e muito mais! Basta assinar o conteúdo do perfil @classicos para mergulhar nesse clássico atemporal. #Clássicos #DomínioPúblico #GilVicente #LeituraGratuita
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@GilbertoHSG há 8 meses
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Finalizei a obra, primeiro livro terminado neste site. Agradeço a todos por me seguirem nessa que foi a minha primeira jornada! finalmente finalizamos o primeiro dos grandes livros do Universo de Una'
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@GilbertoHSG há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/174' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 9 - O Inicio da Era Arcai" completo</a></p></div>
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@GilbertoHSG há 8 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/173' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 8 - O Nascimento" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Gilberto Mendonça. Doutor em Letras e professor universitário por muitos anos, Gilberto Mendonça Teles escreveu livros que analisam a evolução da poesia brasileira, tratando de temas como o modernismo, o concretismo, a poesia marginal e outros movimentos poéticos. Sua obra “Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro” é referência para estudiosos da área. "Escrever é, antes de tudo, um ato de escuta: é ouvir o que as palavras querem dizer antes mesmo de serem ditas." - Gilberto Mendonça Teles Vanguarda europeia e modernismo brasileiro :<a href="https://www.literunico.com.br/books/926">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Antoine de Saint-Exupéry (1900–1944). Foi um escritor, aviador e ilustrador francês, mundialmente conhecido como o autor de “O Pequeno Príncipe”, uma das obras mais traduzidas e lidas do mundo. Antes de ser escritor, Saint-Exupéry era piloto de avião. Ele voou por desertos, atravessou tempestades e conheceu muitos cantos do mundo — experiências que influenciaram profundamente seus livros. Para ele, voar era mais do que um trabalho: era uma forma de refletir sobre a vida, o tempo, a solidão e os laços humanos. "O essencial é invisível aos olhos." — O Pequeno Príncipe (1943) O Pequeno Príncipe:<a href="https://www.literunico.com.br/books/103">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
@cynthiabrum · há 8 meses
Foi um grande aviador, inclusive falecendo em ação durante a Segunda Guerra Mundial, tem um vídeo no Youtube do canal Sala de Guerra que fala sobre ele!
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem Jean-Jacques Rousseau (1712–1778). Foi um filósofo, escritor e compositor suíço, considerado um dos mais influentes pensadores do Iluminismo. Suas ideias marcaram profundamente a política, a educação e a literatura moderna. "O homem nasce livre, e por toda parte encontra-se acorrentado." — O Contrato Social (1762) Do Contrato Social: <a href="https://www.literunico.com.br/books/928">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@eduliguori há 8 meses
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Vivi tantas loucas nuas viagens em todas elas você foi vertigem sonhei mil e uma dunas de areia que o vento levou pelas semanas gozei as palmeiras e suas sombras bebi a água dos beijos imaginários construí tendas de cotidiano e lar acreditei no que nunca conquistei dentre todas as fantasias que vesti esta virou tatuagem por usucapião Edu Liguori
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@jjr há 8 meses
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Cartas. "...em minhas Ilusões Recriei tuas linhas, Curvas & cores. Da voz em canções Cheias de sentimento Sempre reais..." JJr.
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@jjr há 8 meses
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*§* Assumo o sumo minha língua saborear-te Membros meus caminhos, percorreis ativa tua saliva. Fontes e nascentes saciar-mos iris libertas entorpecentes. Corpo sêmen & semente. *§* JJr.
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