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@vanessinha há 1 ano
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Ela chegou tão rapidamente Que eu me apaixonei perdidamente No céu ela estava tão linda e tão grandemente Brilhosa, viscosa, docemente Ah que bela estrela Que me deixou tão contente Que alegria senti tão subitamente E eu fiquei apaixonadamente Apaixonado por ela Ah que estrela!! Que estrela lindamente Bela, feroz, furiosamente Ia para um lado e para outro divertidamente Brincando com o espaço que tinha livremente Ah que paixão súbita senti Que amor, que carinho eu nutri Por uma estrela tão bela Como os grandes quadros de aquarela Ah que instante mágico foi esse súbito amor que passou Esse amor que não durou Pois foi como um amor de verão Que passa rápido como a estação E é trocado de tempos em tempos Ah, mais tão rápido durou essa alegria Que beleza de estrela Que só durou um dia Foi tão bom ter ficado alegremente Mesmo que por pouco tempo de amor Mas como tudo acaba solenemente A estrela foi embora claramente O céu ficou escuro novamente E o vazio que ela deixou redondamente Invadiu meu coração furiosamente Por um minuto, eu amei uma estrela E ela saiu na diagonal Completamente Rápido que não me contive em chorar Copiosamente Ah, mas poxa ela foi embora tão rapidamente Deixou meu coração sangrando Tão celeremente Que só depois eu me dei conta De que era uma estrela cadente
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@CaDantasAutora há 1 ano
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#+18 UM CONTO DE NATAL Sinopse: (NÃO RECOMENDÁVEL PARA MENORES DE 18 ANOS) Gabriela e Gabriel sempre tiveram uma conexão inegável desde os tempos de universidade, onde o desejo os uniu em um relacionamento descompromissado. Durante anos, viveram entre encontros casuais e silêncios sobre o que sentiam de verdade. Mas a magia do Natal, com suas luzes e promessas de recomeço, desperta algo inesperado. Quando os sentimentos finalmente vêm à tona, uma declaração muda tudo, trazendo à tona emoções intensas e possibilidades para o futuro. #. epub #e-books
@fksilvain · há 1 ano
Que delícia de história! Um conto curto, quente, engraçado e leve! Adorei, como tenho adorado os livros que leio da Ca Dantas. Recomendo essa e as outras obras dessa ótima autora!!!
@sylvviarubra · há 1 ano
Amiga, agora é minha vez de me perguntar porque demorei para ler este conto de Natal! Amei demais! Bem diferente dos contos de natal que ja li! Gostei demais das piadas quinta série hahahaha
@mariana122 · há 1 ano
Esqueça aquelas historinhas fofas de Natal com neve, trenós e casais usando roupas pesadas de xadrez! Aqui temos um conto de Natal com a cara do Brasil, com o calor do Rio de Janeiro, um casal quente, bem humorado e de pouca roupa! Mas que em tudo nos traz a magia dessa época do ano sobre nos darmos novas chances para ser feliz, sobretudo no amor! Mais uma obra incrível da Ca Dantas!
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@fksilvain há 1 ano
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É uma vivência diferente publicar Duda & Davi em capítulos aqui. Sempre senti certa vergonha de lerem meus livros antes de achar que estão "prontos". Sou compulsiva lendo, relendo e mexendo neles mil vezes. Com essa forma de publicar, a intervenção dos leitores (noooossa, são muitos 🤭) tem me dado mais ideias. E também caiu minha ficha de que estou escrevendo folhetim, gente! José de Alencar que se cuide 🤣🤣🤣 (Imaginem o final de cada capítulo igual ao de Avenida Brasil 🤭)
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@CrisRibeiro há 1 ano
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Nua Despojada de máscaras, desvendo o que sou: mais que pele, mais que forma, um vestígio de voos interrompidos. Meus temores, pedaços sem simetria, espalhados na mesa. E você, artesão de sentidos, molda a fragilidade em beleza; faz das fendas um mosaico, vê poesia na minha dor. Faz-me força quando sou cinzas, faz-me mulher, quando sou apenas eco. Torna-me sua sem roubar o que é meu. É desejo que arde, mas não só na carne: é labareda que acende a alma no mistério que nos circunda. Quero mais que seu corpo, quero seus pensamentos, suas rotas sem mapa e as esquinas de silêncio. Quero o que desconheço: a imensidão em você. Mas, acima de tudo, quero o que somos desatados do mundo. Quando a solidão nos cobre… e o amor nos despe. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 1 ano
"artesão de sentidos"... 😍💞👏🏼
@JuNaiane · há 1 ano
👏🏼👏🏼💞
@luanaescritora · há 1 ano
Por baixo da pele
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@marialima há 1 ano
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Ilustração +18! Livro;Escolhida pelo Demônio. Cena O mestre me virou novamente, mantendo meu quadril erguido para ele, enquanto seu pau e sua cauda ainda permanecia dentro de mim. Seus dedos já não estavam presentes, mas sua perna direita repousava o pé que pressiona minha nuca contra o colchão esfregando minha face contra, enquanto ele continuava suas investidas vigorosas. Apesar de ser uma parte pouco explorada, seu pau estava tão lubrificado que facilitava a entrada em minha bunda. A cada estocada brutal, como se estivesse me rasgando, e eu não conseguia conter os gemidos que se misturavam com o choro em meio ao êxtase do prazer. — Sabe o que é melhor? — ele bate em minha bunda e separa minhas nádegas, sinto um ardor em estar tão exposta e a vergonha consumindo meu corpo — Conforme eu devoro esse rabo, ele se cura, e então posso ser eu mesmo sem remorso algum. Essa sua coleira vai te proteger, sempre, então posso te comer com força!
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@calorliterario_ há 1 ano
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A chuva e Eu… Durante uma grande chuva, fui fechar as janelas e portas evitando que a tempestade entrasse e acabei tendo uma longa conversa com ela, entre ventos e contra tempos, rajadas e lampejos, ela me explicou todo seu processo para desaguar, eu até já sabia mas deixei que ela falasse, era necessário. A chuva precisa cair para tentar florir e frutificar quem espera por ela, e as vezes o processo se completa e outras não e nem por isso, quem aguarda perde as esperanças na chuva. Muitas vezes só entenderemos certos processos durante, nem antes e nem depois. A tempestade movimentava-se com ventos fortes, tudo ao redor se movia e a tempestade e a menina sentiam, menos quem estava na casa esses nem sabiam o que se passava do lado de fora, desatentos e sem interesse por ela a deixavam passar sem se darem conta do espetáculo que perdiam. Ventos, redemoinhos, chuva, raios, trovões, nada espantava a menina ela amava a tempestade e inesperadamente perguntou: - Leva-me com você, no teu coração, para que chova em mim?! - E em seu coração a tempestade a levou…. @calorliterario_
@CrisRibeiro · há 1 ano
Chegou chegando…
@JuNaiane · há 1 ano
Que estréia perfeita👏🏼👏🏼
@JuNaiane · há 1 ano
Lindo, lindo 🥰
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@fksilvain há 1 ano
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Por trás de uma garota desinibida e alegre há uma dor, um trauma. Por trás de um rapaz bem-humorado e sedutor há a responsabilidade e uma crise. O encontro mágico sob as estrelas marca os dois, que, mesmo assim, não trocam contatos. Mas eles acabam se encontrando em um contexto bastante inesperado. Ironia do destino? Será que "o universo faz questão" de uni-los? "Carícias sob o céu: a história de Duda & Davi" tem 10 capítulos gratuitos aqui no Literunico e mais 4 por um valor bem amigável. ☺️ Experimentem o início para ver se querem ler até o final. 😉
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@eduliguori há 1 ano
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As vezes me confesso sem padre nem madre confesso para o outro a outra a quem ouvir medo nunca tive de ser o que sou e onde vou mau olhado é palha onde já se viu poeta cheio de segredos minha missão é a confissão Edu Liguori
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@brunob612 há 1 ano
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#desafiodeescrita @literunico Há cor de trigo nos fios de um menino quase maior que seu planeta jardineiro interminável numa busca pelo amor
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@tibianchini há 1 ano
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O Aleph I Cheguei aos limites extremos do Universo; A um lugar inatingível até então Àquele ponto no espaço, onde toda a Criação Fazia-se ver ante meu olhar disperso. Vi tanta coisa que jamais caberia em verso: Me senti ínfimo, insignificante; tão Pequeno ante o Todo, um minúsculo ponto imerso No Infinito, e, em meio àquilo, na solidão. E então percebi que não estava só: fazia Parte do Todo, que a tudo abrangia: Um mar, um planeta, um Sol, um inseto; E que era importante à obra de Deus Pois, sem aquele ponto que eu sabia ser “eu”, Todo o resto do Universo estaria incompleto. II Fui andando, assim, como quem ora Uma ladainha antiga; e nem me dei Que a estrada acabara; há muito, a grei Havia perecido; já se fôra. Fiquei eu, no abismo onde mora O fim de tudo; feliz e só, eu parei: Sem ter senão a volta; ir-me embora Ou ter também ali meu fim; não sei. Cheguei até onde ninguém, outrora, Chegara; nenhum santo, nenhum rei; Fui eu quem mais de perto viu a aurora, E só então, meu Deus, eu me toquei Que o alcançar nada valia àquela hora, E que o trilhar não tinha preço; e, então, voltei.
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@tibianchini há 1 ano
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Definição Deusa, santa, cálida sereia; Musa inspiradora das ralés; Bela brisa, que envolve e premeia; Dádiva és. Divina aura, Magna Soberana, A deixar que te idolatrem aos teus pés; Calma onda, que leva e traz a chalana; Ternura és. Senhora dos corações do Universo; Doce Yara, a nortear as marés; Imperatriz das canções, prosa, trova e verso; Sublime és. És, por definição, indecifrável: És incontável como estrelas a piscar no azul: És a súbita alegria de um amor incontrolável: És tu.
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@tibianchini há 1 ano
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Não-Valor Todos os poemas que te dei, Maria, Não valem-me a lembrança dos teus lábios; Palavras que são, ordenadas num papel pautado. Todas as lembranças dos teus lábios, Maria, Não valem-me os minutos ao teu lado; Memórias que são, fugazes e abstratas. Todos os minutos ao teu lado, Maria, Não valem-me a ausência que te sinto; Instantes que são, cronologia de um pretérito-perfeito. E toda esta ausência que me fazes, Maria, Esta, sim, vale-me mais que tudo: Sentimento que é, dor que é; ausência de uma vida.
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@shakespeare há 1 ano
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Hamlet A tradução de D Luis I Ser ou não ser, eis o problema. Uma alma valorosa, deve ela suportar os golpes pungentes da fortuna adversa, ou armar-se contra um dilúvio de dores, ou pôr-lhes fim, combatendo-as? Morrer, dormir, mais nada, e dizer que por esse sono pomos termo aos sofrimentos do coração e às mil dores legadas pela natureza à nossa carne mortal; e será esse o resultado que mais devamos ambicionar? Morrer, dormir, dormir, sonhar talvez; terrível perplexidade. Sabemos nós porventura que sonhos teremos, com o sono da morte, depois de expulsarmos de nós uma existência agitada? E não deverei eu refletir? É este pensamento que torna tão longa a vida do infeliz! Quem ousaria suportar os flagelos e ultrajes do mundo, as injúrias do opressor, as afrontas do orgulhoso, as ânsias de um amor desprezado, as lentezas da lei, a insolência dos imperantes, e o desprezo que o ignorante inflige ao mérito paciente, quando basta a ponta de um punhal para alcançar o descanso eterno? Quem se resignaria a suportar gemendo o peso de uma vida importuna, se não fosse o receio de alguma cousa além da morte, esse ignoto país, do qual jamais viajante regressou? Eis o que entibia e perturba a nossa vontade; eis o que nos faz antes suportar as nossas dores presentes do que procurar outros males que não conhecemos. Assim, somos cobardes todos, mas pela consciência; assim a brilhante cor da resolução se transforma pela reflexão em pálida e lívida penumbra, e basta esta consideração para desviar o curso das empresas mais importantes, e fazer-lhes perder até o nome de ação. Título Original: The Tragedy of Hamlet, Prince of Denmark Autor: William Shakespeare Tradução: D. Luís I Data Original de Publicação: 1599-1602 Capa: Ana Ferreira Imagem da Capa: Visão de Hamlet, de Pedro Américo Revisão: Cláudia Amorim e Ricardo Lourenço ISBN: 978-989-8698-43-8 Domínio #Público #Clássicos #Shakespeare
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@classicos há 1 ano
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Dom Casmurro Machado de Assis Tudo o que contei no fim do outro capítulo foi obra de um instante. O que se lhe seguiu foi ainda mais rápido. Dei um pulo, e antes que ela raspasse o muro, li estes dois nomes, abertos ao prego, e assim dispostos: BENTO CAPITOLINA Voltei-me para ela; Capitu tinha os olhos no chão. Ergueu-os logo, devagar, e ficámos a olhar um para o outro… Confissão de crianças, tu valias bem duas ou três páginas, mas quero ser poupado. Em verdade, não falámos nada; o muro falou por nós. Não nos movemos, as mãos é que se estenderam pouco a pouco, todas quatro, pegando-se, apertando-se, fundindo-se. Não marquei a hora exacta daquele gesto. Devia tê-la marcado; sinto a falta de uma nota escrita naquela mesma noite, e que eu poria aqui com os erros de ortografia que trouxesse, mas não traria nenhum, tal era a diferença entre o estudante e o adolescente. Conhecia as regras do escrever, sem suspeitar as do amar; tinha orgias de latim e era virgem de mulheres. Título: Dom Casmurro Autores: Machado de Assis Data Original de Publicação: 1899 Data de Publicação do eBook: 2013 Capa: Ana Ferreira Imagem da Capa: Spanish Dancer at the Moulin Rouge, de Giovanni Boldini Revisão: Ricardo Lourenço ISBN: 978-989-8698-12-4 #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 1 ano
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"O Banqueiro Anarquista" Fernando Pessoa O mal verdadeiro, o único mal, são as convenções e as ficções sociais, que se sobrepõem às realidades naturais — tudo, desde a família ao dinheiro, desde a religião ao Estado. A gente nasce homem ou mulher — quero dizer, nasce para ser, em adulto, homem ou mulher; não nasce, em boa justiça natural, nem para ser marido, nem para ser rico ou pobre, como também não nasce para ser católico ou protestante, ou português ou inglês. E todas estas coisas em virtude das ficções sociais. Ora essas ficções sociais são más porquê? Porque são ficções, porque não são naturais. Tão mau é o dinheiro como o Estado, a constituição da família como as religiões. Se houvesse outras, que não fossem estas, seriam igualmente más, porque também seriam ficções, porque também se sobreporiam e estorvariam as realidades naturais. Ora qualquer sistema que não seja o puro sistema anarquista, que quer a abolição de todas as ficções e de cada uma delas completamente, é uma ficção também. Empregar todo o nosso desejo, todo o nosso esforço, toda a nossa inteligência para implantar, ou contribuir para implantar, uma ficção social em vez de outra, é um absurdo, quando não seja mesmo um crime, porque é fazer uma perturbação social com o fim expresso de deixar tudo na mesma. Se achamos injustas as ficções sociais, porque esmagam e oprimem o que é natural no homem, para que empregar o nosso esforço em substituir-lhes outras ficções, se o podemos empregar para as destruir a todas? Título: O Banqueiro Anarquista Autor: Fernando Pessoa Data Original de Publicação: 1922 Data de Publicação do eBook: 2013 Capa: Ana Ferreira Imagem da Capa: M. Delaporte at the Jardin de Paris, de Henri de Toulouse-Lautrec. Revisão: Ricardo Lourenço ISBN: 978-989-8698-02-5 #domíniopúblico #Clássicos #Shakespeare
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@literunico há 1 ano
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Amo-te! Meu mote e motivo Amo-te! Ao ver teu sorriso Me peguei tão desprendido E até mesmo, surpreendido De olhar, admirar, sem cobrar De dividir e também multiplicar Amo-te, meto-me e te sinto Em mim, a me extravasar Amo-te e como um instinto Vibro com o teu conquistar Amo-te e ao amar eu te vivo Com o amor que quiseres amar Eder B. Jr. @eliz_leao
@MarU · há 1 ano
Aaaah que lindoooos! Amei, amigos… Por favor, que hajam mais lindos declames como este. Vocês são maravilhosos Eliz e Eder… 😍🥰❤️❤️❤️❤️❤️👏👏👏👏👏👏👏👏👏👏
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@brunob612 há 1 ano
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Kintsugi As cicatrizes cantam nossa história como ranhuras em um disco de vinil seja sua própria vitrola e, as vezes se veja no verso de alguém porém, não deixe que algo te quebre sem que você se remende com ouro - Bruno dos S. Barboza
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