pucky
@pucky-Eu não sou exagerada!
“Até nas coisas mais banais, para mim é tudo ou nunca mais.” Nunca concordei e discordei tanto com uma música.
-Sabe o que realmente foi um exagero?! Foram todas as vezes que te dei uma segunda chance, todas as vezes que pensei que estava tudo bem quando não estava, todas as vezes que pensei que algo absurdo fosse amor, um amor incompreendido justificado por traumas que não querem se curar.
Engulo minhas lágrimas com minha raiva, sorrio o encarando e me aproximo, sentando em seu colo enquanto coloco a ponta da minha faca afiada levemente em sua bochecha, graças a Deus eu consegui amarrá-lo e o amordaçá-lo, era eu ou ele.
-Mas fica tranquilo meu amor, reconhecerão seu corpo, afinal, não quero mais ninguém brincando com meu coração.
Arranco a fita adesiva de seus lábios que sangrando recebem meu último beijo apaixonado por uma ilusão que um dia tive certeza ser real, pude senti-lo arrepiar quando a faca entrou em seu estômago e girou com tanta precisão que poderiam jurar que não foi minha primeira vez, mas gosto de imaginar que foi ele se despedindo para nunca mais foder meu psicológico.
-Descanse em paz, meu amor.
Seu sangue escorre pelo meu corpo. Caminhando para fora do porão a cinere fica cada vez mais alta.
-Que bom, receberam minha ligação!
Digo estendo meus pulsos enquanto sorrio.
-Por favor, na primeira página do jornal não me pintem como vítima, eu não pertenço mais a esse lugar.
Meu sorrio se esvai como o sangue derramado que um dia eu lhe dei de presente.
“Até nas coisas mais banais, para mim é tudo ou nunca mais.” Nunca concordei e discordei tanto com uma música.
-Sabe o que realmente foi um exagero?! Foram todas as vezes que te dei uma segunda chance, todas as vezes que pensei que estava tudo bem quando não estava, todas as vezes que pensei que algo absurdo fosse amor, um amor incompreendido justificado por traumas que não querem se curar.
Engulo minhas lágrimas com minha raiva, sorrio o encarando e me aproximo, sentando em seu colo enquanto coloco a ponta da minha faca afiada levemente em sua bochecha, graças a Deus eu consegui amarrá-lo e o amordaçá-lo, era eu ou ele.
-Mas fica tranquilo meu amor, reconhecerão seu corpo, afinal, não quero mais ninguém brincando com meu coração.
Arranco a fita adesiva de seus lábios que sangrando recebem meu último beijo apaixonado por uma ilusão que um dia tive certeza ser real, pude senti-lo arrepiar quando a faca entrou em seu estômago e girou com tanta precisão que poderiam jurar que não foi minha primeira vez, mas gosto de imaginar que foi ele se despedindo para nunca mais foder meu psicológico.
-Descanse em paz, meu amor.
Seu sangue escorre pelo meu corpo. Caminhando para fora do porão a cinere fica cada vez mais alta.
-Que bom, receberam minha ligação!
Digo estendo meus pulsos enquanto sorrio.
-Por favor, na primeira página do jornal não me pintem como vítima, eu não pertenço mais a esse lugar.
Meu sorrio se esvai como o sangue derramado que um dia eu lhe dei de presente.
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