II. A noiva do vulcão
Ao pé de um vulcão, uma jovem esperava o retorno de seu amado, levado pela guerra. Todas as tardes ela acendia uma fogueira e dizia que, enquanto houvesse chama, haveria caminho. O vulcão, comovido, guardou a luz dentro de si. Muitos anos depois, quando a aldeia se perdeu em noite de cinzas, uma claridade abriu-se na montanha e guiou todos de volta. Desde então, os velhos diziam que certos vulcões não guardam apenas fogo: guardam promessas.