Acalanto Cântico dos cânticos para flauta e violão · Capítulo 7 de 15
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Acalanto

Acuado pelos moços de forcado

Flibusteiro

Te descobrí

Muitas vezes pensei que a felicidade sentasse à minha mesa

Que me fosse dada no locutório dos confessionários

Na receptividade das bestas-feras

No mistério exterior das rodas-gigantes

Ela vinha intacta, silenciosa

Nas bandas de música

Que te anunciavam para mim

Maria Antonieta d’Alkmin.

Quando a luta sangrava

Nas feridas que sangrei

C’o alfinete na cabeça te deixei

Adormecida

No bosque

T’embalei

Agora te acordei

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