Acalanto
Acuado pelos moços de forcado
Flibusteiro
Te descobrí
Muitas vezes pensei que a felicidade sentasse à minha mesa
Que me fosse dada no locutório dos confessionários
Na receptividade das bestas-feras
No mistério exterior das rodas-gigantes
Ela vinha intacta, silenciosa
Nas bandas de música
Que te anunciavam para mim
Maria Antonieta d’Alkmin.
Quando a luta sangrava
Nas feridas que sangrei
C’o alfinete na cabeça te deixei
Adormecida
No bosque
T’embalei
Agora te acordei