Mea culpa, Lear
Na hora do fantasma
Entre corujas
Jocasta soluçou
O palácio de fósforo
Múltiplas janelas
Desmaiou.
— Por que calaste os sinos?
meu filho, filho meu.
— Dei dei dei
— Onde puzeste os reinos e as vitórias
que minha extranha serenidade prometia?
— Era usurpação. Paguei.
— Passaste fome?
— Às vezes. Comi as marés do meu cérebro.