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Conversa do clube

Debate 1 - Comentários da leitura até a página 145 de Bárbara e Cléber

Eder B. Jr. · 14/01/2025 às 16:53 · 6 respostas

Eder B. Jr. abriu esta conversa
Quem já começou a leitura e está no embalo, antes da página 145 de Bárbara e Cleber, pode já comentar aqui suas impressões iniciais, expectativas, análises.

Respostas

6
A Leitura Cria 15/01/2025 às 10:50
Olá pessoal! Hora de expressar o que cada um está achando da leitura até o momento, eu começo: Peguei o ritmo da leitura de forma muito rápida e me senti envolvida na história de vida da Bárbara, mas logo veio o Cléber e, aos poucos, a autora foi expondo algumas características da personalidade dele, o que fez a minha curiosidade aumentar. Já sabemos que ele tem um transtorno psicológico, e isso parece ter afetado muito a sua vida no passado. Em contrapartida, Bárbara é uma personagem com traumas e, devido à sua conexão com o Cléber, achava que ele era um príncipe e está com dificuldades em aceitar que ele é humano no final das contas. Além do passado e da conexão entre Bárbara e Cléber, da qual ele desconhece, a Cecília é uma personagem que está me deixando desconfiada. Apesar de estar amando a tensão entre os dois personagens principais, estou ansiosa para saber mais sobre a Agência e sobre a Ângela. Aguardo ansiosa a opinião de vocês!
Ca Dantas 15/01/2025 às 11:19
Mais uma vez mergulho na leitura deste livro maravilhoso da autora Sylvvia Rubraurora, e, como sempre, descubro novas camadas e percepções sobre a história. Bárbara, à primeira vista, pode parecer apenas uma personagem irritadiça, mas com o passar das páginas, fica evidente que ela foi moldada pelas adversidades e tragédias que enfrentou ao longo da vida. Trata-se de uma mulher forte e decidida, cuja desconfiança não se deve apenas à missão que está cumprindo, mas também ao sofrimento profundo de seu passado. Sua ligação com o agente Cleber Portela é intensa e única. Cleber, assim como Bárbara, teve sua vida profundamente marcada pelas tragédias diárias de seu trabalho, afetando principalmente seu psicológico. O reencontro entre os dois é carregado de tristeza e complexidade, o que torna impossível não refletir sobre os obstáculos que se colocam diante de possível relacionamento. Como leitora familiarizada com esta história, posso garantir que a autora não decepciona. Sylvvia Rubraurora conduz a narrativa com maestria, explorando com sensibilidade as camadas emocionais de seus personagens. Embora inicialmente considerado um spin-off, este livro cresceu tanto em importância que acabou se tornando o terceiro volume da série, interligando diretamente a história de Bárbara à de Claudia Toledo e, ao mesmo tempo, conectando Cleber às tramas de Claudia e Milena. Além disso, os momentos em que Bárbara se mostra ciumenta e passiva-agressiva são um bônus delicioso que adiciona um toque de autenticidade e humor à história, bem como as interações com Prado. Acompanhar essas nuances de sua personalidade é um verdadeiro prazer. De presa a Deusa – Bárbara e Cleber é mais do que um simples romance; é uma história cheia de camadas, emoções e reviravoltas que reforçam a habilidade de Sylvvia Rubraurora em criar narrativas envolventes e inesquecíveis. Um livro que certamente merece ser lido e relido.
F. K. Silvain 15/01/2025 às 12:18
É a segunda vez que leio esse livro do início ao fim, embora tenha ficado presa nele e relido várias passagens muitas vezes. Foi um livro que me impressionou muito e segue me impressionando, já disse pra Sylvvia, pra mim, esse é um livro de carne e osso. As tragédias, os problemas, paixão, traumas, tudo parece muito de verdade. Além disso, a autora constrói muito bem a tensão e a ação da narrativa, eu aplaudo de pé. Esse é o meu livro preferido da série da da autora (até agora) e, relendo, continuo com a mesma opinião. Sylvvia é uma grande escritora e esse é um grande livro.
Eder B. Jr. 15/01/2025 às 17:04
Até aqui tem me parecido uma história que nos passa verdade. Foge de clichês, sem perder a naturalidade da dinâmica entre eles. Você vai lendo e não sabe muito bem o que sentir, quer dizer, na verdade, você vai sentindo o que eles vão demonstrando e não sabe se deve se fixar naqueles sentimentos. Isso é bem interessante numa leitura.
A Leitura Cria 16/01/2025 às 11:22
Ao ler os comentários que cada um deixou aqui, vejo que o sentimento de que a história é muito verdadeira, é algo compartilhado. A construção dos personagens foi o que mais me chamou, e está chamando atenção nesse livro. É isso que faz um livro ser especial, é quando consigo compreender o personagem, sentir o que ele sente, e por aí vai.
Sylvvia Rubraurora 16/01/2025 às 16:35
Criar Bárbara foi revisitar a minha criança e pensar: se a criança que eu fui passasse pelo que ela passou, como eu me sentiria? Depois, confrontei com o depoimento de pessoas que passaram pelo que ela passou. Nada como ouvir relatos de quem - infelizmente - viveu estas experiências. Já Cléber, bem, eu sempre digo que ele é minha parte masculina :P Obrigada a quem está participando desta leitura.

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