aleituracria
@aleituracriaLivro: Um Anjo Chamado Elena
Autora: Silmara Vendramel
Páginas: 82
Elena é uma professora dedicada que ama a sua profissão. Com muito amor e cuidado, preparou lembrancinhas em forma de palhaços para presentear os seus alunos do maternal, a quem chamava de coelhinhos. Contudo, um dia que seria comum guarda uma tragédia.
Cosme é um homem mentalmente doente, vive sozinho em um casebre mal cuidado, somente ele e seus fantasmas. Ele trabalha na mesma creche que Elena, sendo que ele é o vigia, aquele responsável por zelar pela segurança das crianças, mas a sua mente está fragmentada, doente, e a perda do pai foi um motivador para que ele criasse um plano horrível para destruir vidas.
O livro apresenta uma tragédia anunciada, e o leitor fica tenso durante a leitura, com o coração apertado com a felicidade de Elena, em um dia comum, mas muito especial na creche, em contraponto com a mente perturbada de Cosme em sua ânsia por destruir todos. Quando a parte mais delicada da história acontece, Silmara usou o poder da escrita para falar mais sobre o amor de Elena, Ana e Edneia, ao se colocarem sem dó nem piedade diante do perigo para salvar os pequenos das chamas do fogo, do que dos atos em si. Não é uma história para você saber dos detalhes de uma história que foi baseada em fatos reais, é uma narrativa para deixar bem claro o ato de amor da professora por seus alunos, de como ela não se incomodou com o fogo consumindo a sua pele, de como ela foi e voltou com crianças nos braços, com as mãos machucadas, roupas queimando, na decisão de salvar a vida da maior quantidade possível de crianças.
É uma leitura que toca, promove reflexão. Aquele ambiente de amor e felicidade me fez lembrar dos meus professores, do amor deles por cada aluno. O que fica da leitura é o sentimento de que, para quem tem fé ou não, existe a esperança de paz para as três mulheres corajosas, além da lembrança da vida daqueles coelhinhos que não puderam ser salvos.
É uma homenagem linda à tragédia em Janaúba, para que nunca nos esqueçamos da coragem de mulheres como Heley, Jéssica e Geni.
Autora: Silmara Vendramel
Páginas: 82
Elena é uma professora dedicada que ama a sua profissão. Com muito amor e cuidado, preparou lembrancinhas em forma de palhaços para presentear os seus alunos do maternal, a quem chamava de coelhinhos. Contudo, um dia que seria comum guarda uma tragédia.
Cosme é um homem mentalmente doente, vive sozinho em um casebre mal cuidado, somente ele e seus fantasmas. Ele trabalha na mesma creche que Elena, sendo que ele é o vigia, aquele responsável por zelar pela segurança das crianças, mas a sua mente está fragmentada, doente, e a perda do pai foi um motivador para que ele criasse um plano horrível para destruir vidas.
O livro apresenta uma tragédia anunciada, e o leitor fica tenso durante a leitura, com o coração apertado com a felicidade de Elena, em um dia comum, mas muito especial na creche, em contraponto com a mente perturbada de Cosme em sua ânsia por destruir todos. Quando a parte mais delicada da história acontece, Silmara usou o poder da escrita para falar mais sobre o amor de Elena, Ana e Edneia, ao se colocarem sem dó nem piedade diante do perigo para salvar os pequenos das chamas do fogo, do que dos atos em si. Não é uma história para você saber dos detalhes de uma história que foi baseada em fatos reais, é uma narrativa para deixar bem claro o ato de amor da professora por seus alunos, de como ela não se incomodou com o fogo consumindo a sua pele, de como ela foi e voltou com crianças nos braços, com as mãos machucadas, roupas queimando, na decisão de salvar a vida da maior quantidade possível de crianças.
É uma leitura que toca, promove reflexão. Aquele ambiente de amor e felicidade me fez lembrar dos meus professores, do amor deles por cada aluno. O que fica da leitura é o sentimento de que, para quem tem fé ou não, existe a esperança de paz para as três mulheres corajosas, além da lembrança da vida daqueles coelhinhos que não puderam ser salvos.
É uma homenagem linda à tragédia em Janaúba, para que nunca nos esqueçamos da coragem de mulheres como Heley, Jéssica e Geni.
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