Perfil referência de autor
Alberto Caeiro
Validado pelo master
1889 d.C. - 1915 d.C.
português, heterônimo de Fernando Pessoa
Detalhes históricos
Alberto Caeiro é um dos principais heterônimos criados por Fernando Pessoa. Dentro da biografia literária atribuída por Pessoa, Caeiro teria nascido em Lisboa em 1889, vivido quase toda a vida no campo e morrido em 1915. A figura funciona como mestre poético dos demais heterônimos pessoanos, marcada por uma poesia de observação direta da natureza e recusa de abstrações metafísicas.
Obras e legado
A obra associada a Alberto Caeiro inclui O Guardador de Rebanhos, O Pastor Amoroso e Poemas Inconjuntos, reunidos nas edições da poesia de Fernando Pessoa. No Literunico, este perfil reúne as obras cadastradas com autoria textual atribuída a Alberto Caeiro.
Obras vinculadas no Literunico
A água chia no púcaro que elevo à boca
Ano nao informado
A água chia no púcaro que elevo à boca
Ano nao informado
A criança que pensa em fadas
Ano nao informado
A criança que pensa em fadas
Ano nao informado
A espantosa realidade das cousas
Ano nao informado
A espantosa realidade das cousas
Ano nao informado
A guerra que aflige com seus esquadrões
Ano nao informado
A guerra que aflige com seus esquadrões
Ano nao informado
A manhã raia
Ano nao informado
A manhã raia
Ano nao informado
A neve pôs uma toalha calada sobre tudo
Ano nao informado
A neve pôs uma toalha calada sobre tudo
Ano nao informado
A noite desce, o calor soçobra um pouco
Ano nao informado
A noite desce, o calor soçobra um pouco
Ano nao informado
Aceita o universo
Ano nao informado
Aceita o universo
Ano nao informado
Acho tão natural que não se pense
Ano nao informado
Acho tão natural que não se pense
Ano nao informado
Acordo de noite subitamente
Ano nao informado
Acordo de noite subitamente
Ano nao informado
Agora que sinto amor
Ano nao informado
Agora que sinto amor
Ano nao informado
Ah! Querem uma luz melhor
Ano nao informado
Ah! Querem uma luz melhor
Ano nao informado
Antes o vôo da ave, que passa e não deixa rasto
Ano nao informado
Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto
Ano nao informado
Ao entardecer
Ano nao informado
Ao entardecer
Ano nao informado
Aquela senhora tem um piano
Ano nao informado
As bolas de sabão que esta criança
Ano nao informado
As quatro canções que seguem
Ano nao informado
Assim como falham as palavras
Ano nao informado
Bendito seja o mesmo sol em outras terras
Ano nao informado
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Ano nao informado
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Ano nao informado
Como um grande borrão de fogo sujo
Ano nao informado
Como um grande borrão de fogo sujo
Ano nao informado
Como uma criança antes de a ensinarem a ser grande
Ano nao informado
Creio que irei morrer
Ano nao informado
Creio que irei morrer
Ano nao informado
Da mais alta janela da minha casa
Ano nao informado
Da mais alta janela da minha casa
Ano nao informado
Da minha aldeia vejo quanto a terra
Ano nao informado
Da minha aldeia vejo quanto a terra
Ano nao informado
De longe vejo passar no rio um navio
Ano nao informado
De longe vejo passar no rio um navio
Ano nao informado
Deito-me ao comprido na erva
Ano nao informado
Deito-me ao comprido na erva
Ano nao informado
Deste modo ou daquele modo
Ano nao informado
Deste modo ou daquele modo
Ano nao informado
Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora
Ano nao informado
Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora
Ano nao informado
Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Ano nao informado
Dizes-me: tu és mais alguma cousa
Ano nao informado
É noite
Ano nao informado
Entre o que vejo
Ano nao informado
Entre o que vejo
Ano nao informado
Esta tarde a trovoada caiu
Ano nao informado
Esta tarde a trovoada caiu
Ano nao informado
Estas quatro canções, escrevi-as estando doente
Ano nao informado
Estas quatro canções, escrevi-as estando doente
Ano nao informado
Estas verdades não são perfeitas porque são ditas
Ano nao informado
Estou doente
Ano nao informado
Estou doente
Ano nao informado
Eu nunca guardei rebanhos
Ano nao informado
Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes
Ano nao informado
Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes
Ano nao informado
Falaram-me os homens em humanidade
Ano nao informado
Falaram-me os homens em humanidade
Ano nao informado
Falas de civilização, e de não dever ser
Ano nao informado
Falas de civilização, e de não dever ser
Ano nao informado
Gozo os campos sem reparar para eles
Ano nao informado
Gozo os campos sem reparar para eles
Ano nao informado
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Ano nao informado
Há metafísica bastante em não pensar em nada
Ano nao informado
Há poetas que são artistas
Ano nao informado
Há poetas que são artistas
Ano nao informado
Hoje de manhã saí muito cedo
Ano nao informado
Hoje de manhã saí muito cedo
Ano nao informado
Last poem
Ano nao informado
Last Poem (Último Poema)
Ano nao informado
Leram-me hoje S. Francisco de Assis
Ano nao informado
Leram-me hoje S. Francisco de Assis
Ano nao informado
Leve, leve, muito leve
Ano nao informado
Leve, leve, muito leve
Ano nao informado
Li hoje quase duas páginas
Ano nao informado
Li hoje quase duas páginas
Ano nao informado
Meto-me para dentro, e fecho a janela
Ano nao informado
Navio que partes para longe
Ano nao informado
Nem sempre sou igual no que digo e escrevo
Ano nao informado
O amor é uma companhia
Ano nao informado
O pastor amoroso perdeu o cajado
Ano nao informado
Os pastores de Virgílio tocavam avenas e outras cousas
Ano nao informado
Quando eu não te tinha
Ano nao informado
Autenticação de Dois Fatores
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