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Ao entardecer
Ao entardecer é um poema que reflete a simplicidade contemplativa de Alberto Caeiro. Nele, o poeta observa o fim do dia sem tentar extrair dele qualquer significado oculto — apenas...
A noite desce, o calor soçobra um pouco
A noite desce, o calor soçobra um pouco é um poema marcado pela serenidade e contemplação naturalista típica de Alberto Caeiro. Com linguagem clara e despojada, ele descreve a tran...
A água chia no púcaro que elevo à boca
A água chia no púcaro que elevo à boca é um poema que exemplifica a atenção sensorial e imediata de Alberto Caeiro à realidade. A imagem simples do som da água ao ser bebida se tra...
A manhã raia
A manhã raia é um poema em que Alberto Caeiro celebra o nascer do dia com a simplicidade e a presença característica de sua poesia. Sem metáforas ou reflexões abstratas, ele observ...
A guerra que aflige com seus esquadrões
A guerra que aflige com seus esquadrões é um poema em que Alberto Caeiro, fiel à sua visão direta e natural do mundo, contrapõe a violência e o absurdo da guerra à simplicidade da...
A espantosa realidade das cousas
A espantosa realidade das cousas é um dos poemas mais representativos da filosofia poética de Alberto Caeiro. Nele, o autor afirma que a realidade não precisa de explicação — basta...
A criança que pensa em fadas
A criança que pensa em fadas é um poema singelo e direto de Alberto Caeiro, no qual ele expressa sua visão de mundo despojada de simbolismos. Nele, a criança que acredita em fadas...
Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto
Antes o voo da ave, que passa e não deixa rasto é um poema que ilustra a valorização do efêmero e do natural em Alberto Caeiro. Ele prefere o voo simples e livre de uma ave, que nã...