carlommarcello
@carlommarcello#Desafio dos 365 dias, dia 10:
Em Esser, meio-orcs são conhecidos por sua força física e ética de trabalho, tanto que qualquer trabalho não manual é mal visto nas cidades livres. Um meio-orc trabalha honestamente, com a força de seus dois braços, dada por Valadar, o deus da vontade.
Foi nessa sociedade que Percival de Toledo nasceu. Filho de um armador e uma ferreira, aos poucos descobriu muito mais prazer ao ler e compreender os muitos manuais que haviam em sua casa que ao construir as embarcações com seu pai ou ao malhar o ferro das armaduras com sua mãe. Se interessou por história, geografia, filosofia, matemática. Descobriu que, ao final de um longo dia de trabalho, quando todos estavam cansados e queriam apenas descansar, sua mente estava limpa, organizada, e ele só desejava estudar.
Quando um famoso mago, Vlorefel, procurou a melhor ferreira entre os meio-orcs em busca de uma armadura que seria encantada para o Doge, se surpreendeu ao perceber uma forte aura mágica em Percival.
Para evitar a vergonha pública, Percival fingiu que ia à capital aprender os segredos da forja de armas, para complementar o ofício de sua mãe. Mas seguiu Vlorefel para ingressar na Academia Arcana sob sua tutela por alguns anos.
Suportou o preconceito de seus colegas de classe, que o consideravam inferior, e o julgamento de muitos meio-orcs da capital, que diziam que sua carreira era uma perda de tempo. Cheio de vontade de se provar, Percival pediu a seu mestre que o enviasse em missões de exploração...
Em Esser, meio-orcs são conhecidos por sua força física e ética de trabalho, tanto que qualquer trabalho não manual é mal visto nas cidades livres. Um meio-orc trabalha honestamente, com a força de seus dois braços, dada por Valadar, o deus da vontade.
Foi nessa sociedade que Percival de Toledo nasceu. Filho de um armador e uma ferreira, aos poucos descobriu muito mais prazer ao ler e compreender os muitos manuais que haviam em sua casa que ao construir as embarcações com seu pai ou ao malhar o ferro das armaduras com sua mãe. Se interessou por história, geografia, filosofia, matemática. Descobriu que, ao final de um longo dia de trabalho, quando todos estavam cansados e queriam apenas descansar, sua mente estava limpa, organizada, e ele só desejava estudar.
Quando um famoso mago, Vlorefel, procurou a melhor ferreira entre os meio-orcs em busca de uma armadura que seria encantada para o Doge, se surpreendeu ao perceber uma forte aura mágica em Percival.
Para evitar a vergonha pública, Percival fingiu que ia à capital aprender os segredos da forja de armas, para complementar o ofício de sua mãe. Mas seguiu Vlorefel para ingressar na Academia Arcana sob sua tutela por alguns anos.
Suportou o preconceito de seus colegas de classe, que o consideravam inferior, e o julgamento de muitos meio-orcs da capital, que diziam que sua carreira era uma perda de tempo. Cheio de vontade de se provar, Percival pediu a seu mestre que o enviasse em missões de exploração...
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