carlommarcello
@carlommarcello#Desafio dos 365 dias, dia 12:
Ash nasceu durante a viagem de seus pais para o Norte, fugindo de Zahlet. Sua mãe, grávida, entrou em trabalho de parto na região do Pianto, em Chiaro, perto de Seme. O parto foi auxiliado por uma acólita do Templo de Cailtir, o deus da Luz, que deixou seu amuleto de presente para a recém nascida.
Faruk e Oma decidiram chamar a filha de Durash, em homenagem a uma heroína lendária, mas, em Seme, foi sempre chamada de Ash. Ela cresceu na pequena vila, sempre levando o amuleto do deus da Luz em seu pescoço, sonhando com o dia que iria ao templo.
Não demorou muito para que ela e todos ao seu redor percebessem que ela não seria uma clériga ou sacerdotisa; Ash demonstrava, desde cedo, uma determinação ímpar e muito talento para competições físicas. Ganhou campeonatos de corte de lenha, arremesso de troncos e queda de braço. Apesar de não ser tão alta, a garota estrangeira era uma das pessoas mais fortes de Seme.
Então ela começou seu treinamento para ser paladina. Improvisou uma grande marreta com o que encontrou em casa e pediu a seu irmão que desenhasse monstros em pedaços de madeira velha e mofada. Treinou os golpes, o manejo do martelo e do machado, mas preferia a arma mais pesada. E ganhou uma nova do ferreiro Filippo quando afastou da cidade um pequeno bando de goblins.
Quando atingiu a maioridade, deixou a família e viajou para a capital, em busca de seu treinamento no templo de Cailtir. Se dedicou com toda sua vontade, vivendo dia e noite buscando seu objetivo de se tornar uma paladina. Passava horas nos campos de treinamento, meditava sem parar e lua todo material oferecido pelo templo enquanto andava pelas ruas de Solime, à procura de um sanduíche para seu almoço. Tanto que, em uma dessas distrações, teve sua carteira roubada.
Ela quase abandonou tudo quando soube do acidente do pai, mas seu irmão insistiu que ela ficasse e completasse o treinamento. E quando finalmente se tornou uma paladina, decidiu que era hora de visitar a família, para contar essa e outra novidade...
Ash nasceu durante a viagem de seus pais para o Norte, fugindo de Zahlet. Sua mãe, grávida, entrou em trabalho de parto na região do Pianto, em Chiaro, perto de Seme. O parto foi auxiliado por uma acólita do Templo de Cailtir, o deus da Luz, que deixou seu amuleto de presente para a recém nascida.
Faruk e Oma decidiram chamar a filha de Durash, em homenagem a uma heroína lendária, mas, em Seme, foi sempre chamada de Ash. Ela cresceu na pequena vila, sempre levando o amuleto do deus da Luz em seu pescoço, sonhando com o dia que iria ao templo.
Não demorou muito para que ela e todos ao seu redor percebessem que ela não seria uma clériga ou sacerdotisa; Ash demonstrava, desde cedo, uma determinação ímpar e muito talento para competições físicas. Ganhou campeonatos de corte de lenha, arremesso de troncos e queda de braço. Apesar de não ser tão alta, a garota estrangeira era uma das pessoas mais fortes de Seme.
Então ela começou seu treinamento para ser paladina. Improvisou uma grande marreta com o que encontrou em casa e pediu a seu irmão que desenhasse monstros em pedaços de madeira velha e mofada. Treinou os golpes, o manejo do martelo e do machado, mas preferia a arma mais pesada. E ganhou uma nova do ferreiro Filippo quando afastou da cidade um pequeno bando de goblins.
Quando atingiu a maioridade, deixou a família e viajou para a capital, em busca de seu treinamento no templo de Cailtir. Se dedicou com toda sua vontade, vivendo dia e noite buscando seu objetivo de se tornar uma paladina. Passava horas nos campos de treinamento, meditava sem parar e lua todo material oferecido pelo templo enquanto andava pelas ruas de Solime, à procura de um sanduíche para seu almoço. Tanto que, em uma dessas distrações, teve sua carteira roubada.
Ela quase abandonou tudo quando soube do acidente do pai, mas seu irmão insistiu que ela ficasse e completasse o treinamento. E quando finalmente se tornou uma paladina, decidiu que era hora de visitar a família, para contar essa e outra novidade...
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