cassescreve
@cassescreve
#ÉramosGigantes
A história iniciaria a partir de....
A Terra foi sugada para um buraco negro, não por um desastre natural, mas por um erro humano. Um experimento científico ousado, tentativa de manipular o tempo, mas falhou de forma catastrófica. Lyra, uma das cientistas envolvidas, percebeu tarde demais que os cálculos não batiam, e quando correu para avisar, o próprio espaço se abriu como um imenso vácuo, sugando tudo para o desconhecido.
Os sobreviventes despertaram em um mundo cruel, um planeta habitado por gigantes medievais. Antes que pudessem entender onde estavam, foram caçados. O Rei Gorthan, o Sanguinário, decretou que essas “criaturas minúsculas” deveriam ser usadas como alimento, brinquedos ou escravos. Para ele, os humanos eram uma dádiva dos deuses, mas apenas como propriedade dos gigantes.
Porém, nem todos viam os humanos como presas. Seu irmão gêmeo, Vaelgor, o Pacificador, enxergava algo diferente neles: uma resistência que seu próprio povo havia perdido.
Vaelgor e Gorthan eram irmãos, mas nunca foram iguais.
Gorthan cresceu como um verdadeiro monstro: gigantesco, brutal, a personificação do poder. Seu olhar era o de um conquistador, sua força imbatível. Ele nasceu para reinar, para esmagar seus inimigos sem hesitação.
Vaelgor, por outro lado, foi considerado um erro da natureza. Seu corpo, embora imenso para os padrões humanos, era ridiculamente pequeno para um gigante. Desde o nascimento, os anciões murmuravam pelas paredes que ele era um presságio de tempos sombrios, um símbolo de fraqueza. No mundo dos colossais guerreiros, um gigante que não fosse monstruosamente grande não tinha direito ao trono.
E assim, Gorthan governou.
Mas ninguém poderia prever que Vaelgor não precisava de tamanho para ser poderoso.
Ele aprendeu a lutar de outra forma, não apenas com a força, mas com estratégia, inteligência e paciência. Onde Gorthan inspirava medo, Vaelgor conquistava lealdade. E quando os humanos caíram em seu mundo, ele viu neles uma oportunidade para mudar o destino do reino.
Desde o momento em que Lyra conhece Vaelgor, ela o vê como uma ameaça.
Ele é enorme, intimidador, e sua força bruta é inegável. Mas há algo diferente nele. Ao contrário dos outros gigantes, ele não a vê como uma presa.
Para Lyra, Vaelgor pode ser a chave para a sobrevivência dos humanos… ou um inimigo ainda mais perigoso do que seu irmão.
Mas como uma autora de romance, isso acaba em um grande monster romance misturado com romantasia?
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