cassescreve
@cassescreve#Link365TemasLivros 162 um livro onde o registro íntimo se torna documento universal, obras escritas como diários, cartas ou confissões, que mesmo sem a intenção de ser lidas por muitos, acabaram marcando a todos.
Diário Íntimo, de Lima Barreto.
Escrito entre 1905 e 1922, mas publicado postumamente, esse diário não foi feito para o público — e talvez por isso mesmo seja tão poderoso. Nele, Lima Barreto expõe suas angústias, frustrações, crises de identidade, racismo sofrido, solidão e a luta contra o alcoolismo. É um texto cru, sem retoques, onde o autor se despe diante de si mesmo — e, sem saber, diante de todos nós.
O que era confissão virou documento: um retrato do Brasil da Primeira República, das dores de um homem negro e intelectual num país que o rejeitava, e da alma humana em sua forma mais vulnerável. Como escreveu um crítico, “ler o Diário Íntimo é como ouvir um sussurro que atravessa o tempo e nos alcança no escuro”.
Diário Íntimo, de Lima Barreto.
Escrito entre 1905 e 1922, mas publicado postumamente, esse diário não foi feito para o público — e talvez por isso mesmo seja tão poderoso. Nele, Lima Barreto expõe suas angústias, frustrações, crises de identidade, racismo sofrido, solidão e a luta contra o alcoolismo. É um texto cru, sem retoques, onde o autor se despe diante de si mesmo — e, sem saber, diante de todos nós.
O que era confissão virou documento: um retrato do Brasil da Primeira República, das dores de um homem negro e intelectual num país que o rejeitava, e da alma humana em sua forma mais vulnerável. Como escreveu um crítico, “ler o Diário Íntimo é como ouvir um sussurro que atravessa o tempo e nos alcança no escuro”.
Criações de Cass Razzini
ver todas
© 2026 Literunico, Todos os direitos reservados.
Link copiado!