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@cassescreve#Link365TemasLivros 169 um livro onde o autor tenha usado a escrita para recusar o apagamento, obras que enfrentam regimes, comissões, censuras, perseguições ou cancelamentos, onde a literatura se torna documento de resistência civil.
K., de Bernardo Kucinski.
O romance é inspirado na história real da irmã do autor, desaparecida durante a ditadura militar brasileira. A narrativa acompanha um pai — judeu, imigrante, professor universitário — em busca da filha que some sem deixar vestígios. Mas o que poderia ser apenas um drama familiar se transforma em um documento de resistência civil, onde a ficção denuncia o silêncio, a censura e a brutalidade do regime.
Literatura como recusa ao apagamento Kucinski usa a escrita como forma de preservar a memória dos que foram calados. O livro não oferece respostas fáceis, mas constrói um mosaico de vozes, documentos e fragmentos que revelam o horror da repressão e a impotência diante do Estado. É uma obra que não deixa esquecer e por isso mesmo, transforma a dor em gesto político.
K., de Bernardo Kucinski.
O romance é inspirado na história real da irmã do autor, desaparecida durante a ditadura militar brasileira. A narrativa acompanha um pai — judeu, imigrante, professor universitário — em busca da filha que some sem deixar vestígios. Mas o que poderia ser apenas um drama familiar se transforma em um documento de resistência civil, onde a ficção denuncia o silêncio, a censura e a brutalidade do regime.
Literatura como recusa ao apagamento Kucinski usa a escrita como forma de preservar a memória dos que foram calados. O livro não oferece respostas fáceis, mas constrói um mosaico de vozes, documentos e fragmentos que revelam o horror da repressão e a impotência diante do Estado. É uma obra que não deixa esquecer e por isso mesmo, transforma a dor em gesto político.
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