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@cassescreve#Link365TemasLivros 170 um livro onde a palavra foi usada como instrumento direto de libertação, não como alegoria, obras em que a escrita salvou vidas, derrubou muros, rasgou leis injustas. Livros que provam que ler também é resistir.
A Casa na Rua Mango, de Sandra Cisneros.
Embora seja uma obra de ficção breve e delicada, o livro é um verdadeiro manifesto de libertação. A protagonista, Esperanza Cordero, é uma menina latina que cresce em um bairro pobre de Chicago. Mas ela não aceita o destino que lhe foi imposto — e encontra na escrita o caminho para sair, para resistir, para existir. Como ela mesma diz: “Um dia vou sair daqui com meus próprios livros, com minhas próprias palavras.”
Escrita como salvação A escrita não é metáfora: é ferramenta. Esperanza escreve para não ser silenciada, para não ser engolida pelo machismo, pela pobreza, pelo racismo. Cada vinheta do livro é um gesto de afirmação, uma recusa ao apagamento. A linguagem é simples, mas carregada de potência — como se cada frase fosse uma chave abrindo uma porta trancada.
O livro se tornou leitura obrigatória em escolas dos EUA e símbolo da literatura chicana. Inspirou gerações de mulheres a escreverem suas próprias histórias e é estudado como exemplo de como a ficção pode ser um ato de resistência civil.
A Casa na Rua Mango, de Sandra Cisneros.
Embora seja uma obra de ficção breve e delicada, o livro é um verdadeiro manifesto de libertação. A protagonista, Esperanza Cordero, é uma menina latina que cresce em um bairro pobre de Chicago. Mas ela não aceita o destino que lhe foi imposto — e encontra na escrita o caminho para sair, para resistir, para existir. Como ela mesma diz: “Um dia vou sair daqui com meus próprios livros, com minhas próprias palavras.”
Escrita como salvação A escrita não é metáfora: é ferramenta. Esperanza escreve para não ser silenciada, para não ser engolida pelo machismo, pela pobreza, pelo racismo. Cada vinheta do livro é um gesto de afirmação, uma recusa ao apagamento. A linguagem é simples, mas carregada de potência — como se cada frase fosse uma chave abrindo uma porta trancada.
O livro se tornou leitura obrigatória em escolas dos EUA e símbolo da literatura chicana. Inspirou gerações de mulheres a escreverem suas próprias histórias e é estudado como exemplo de como a ficção pode ser um ato de resistência civil.
Criações de Cass Razzini
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