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@cassescreve#Link365TemasLivros 185 livro onde a poesia atua como denúncia social, expondo injustiças, omissões históricas ou descasos culturais. Obras que não se calam diante da fome, da miséria ou da negligência com a arte e seus criadores.
Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, de Carolina Maria de Jesus. Embora seja mais conhecido como diário, sua escrita transborda poesia, uma poesia crua, direta, que denuncia com força a fome, o racismo, a exclusão e a negligência cultural que marcaram (e ainda marcam) a vida de tantos brasileiros marginalizados.
Carolina escrevia com papel e lápis recolhidos do lixo, e mesmo assim sua voz atravessou o silêncio imposto à periferia. Seus poemas e reflexões são testemunhos vivos de uma mulher negra, pobre e escritora, que se recusou a ser apagada. Sua poesia não é ornamento: é denúncia, é sobrevivência, é arte que sangra.
Exemplo de sua força poética:
“Amo-a, mas sou tão pobre
E dos pobres ninguém gosta.”
esse verso, do poema Poeta, sintetiza o preconceito de classe e a desumanização dos marginalizados com uma simplicidade devastadora.
Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada, de Carolina Maria de Jesus. Embora seja mais conhecido como diário, sua escrita transborda poesia, uma poesia crua, direta, que denuncia com força a fome, o racismo, a exclusão e a negligência cultural que marcaram (e ainda marcam) a vida de tantos brasileiros marginalizados.
Carolina escrevia com papel e lápis recolhidos do lixo, e mesmo assim sua voz atravessou o silêncio imposto à periferia. Seus poemas e reflexões são testemunhos vivos de uma mulher negra, pobre e escritora, que se recusou a ser apagada. Sua poesia não é ornamento: é denúncia, é sobrevivência, é arte que sangra.
Exemplo de sua força poética:
“Amo-a, mas sou tão pobre
E dos pobres ninguém gosta.”
esse verso, do poema Poeta, sintetiza o preconceito de classe e a desumanização dos marginalizados com uma simplicidade devastadora.
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