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@cassescreve#Link365TemasLivros 187 uma obra em que o autor, por meio da linguagem, enfrenta as amarras de seu tempo, transformando dor e exclusão em transcendência lírica.
Entre a estrada e a estrela, de José Inácio Vieira de Melo. Nessa coletânea de poemas, o autor transforma a linguagem em um espaço de travessia, entre o que oprime e o que liberta, entre o que fere e o que canta.
A poesia de José Inácio não foge da dor, mas a atravessa com lirismo.
Ele escreve a partir de um lugar de deslocamento, de quem vive entre margens, geográficas, sociais, existenciais.
A linguagem é ao mesmo tempo abrigo e denúncia: formalmente bela, mas carregada de inquietação.
A busca por transcendência não é religiosa, mas profundamente humana — feita de memória, corpo e silêncio.
Como aponta o crítico Aleilton Fonseca, a obra constrói “a singularidade da busca de transcendência lírica empreendida pelo poeta” em um “entre-lugar da vida e da linguagem”, onde o sujeito poético não se acomoda, mas se reinventa em movimento.
Entre a estrada e a estrela, de José Inácio Vieira de Melo. Nessa coletânea de poemas, o autor transforma a linguagem em um espaço de travessia, entre o que oprime e o que liberta, entre o que fere e o que canta.
A poesia de José Inácio não foge da dor, mas a atravessa com lirismo.
Ele escreve a partir de um lugar de deslocamento, de quem vive entre margens, geográficas, sociais, existenciais.
A linguagem é ao mesmo tempo abrigo e denúncia: formalmente bela, mas carregada de inquietação.
A busca por transcendência não é religiosa, mas profundamente humana — feita de memória, corpo e silêncio.
Como aponta o crítico Aleilton Fonseca, a obra constrói “a singularidade da busca de transcendência lírica empreendida pelo poeta” em um “entre-lugar da vida e da linguagem”, onde o sujeito poético não se acomoda, mas se reinventa em movimento.
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