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@cassescreve#Link365TemasLivros: Fale sobre um livro infanto-juvenil marcante.
O Diário de Lúcia Helena de Álvaro Cardoso Gomes.
Minha mãe sempre comprou livros para mim naqueles lugares nomeados de “pechincha” hoje conhecido como brechó. Não que tenha mudando alguma coisa, continuo comprado meus livros em brechó e sebos, mas esse livro em questão encontrei em um desses lugares.
A ideia da minha mãe era que eu aprendesse melhor o português, sempre tive muita dificuldade com a matéria, e piorou pelo o fato de eu não falar tanto. Como poderia aprender palavras novas? Como conversar com outras pessoas? Foi então que ela passou a comprar livros que eu me interessava no brechó e a história de Lúcia Helena chegou em minhas mãos.
Cheguei a ler esse livro várias e várias vezes, mas se me perguntar hoje se lembro da história vou dizer que não, faz muito tempo que não leio. E com os anos passando encontrei a história de Beto, o par romântico de Lúcia Helena, então para mim era um máximo poderia reler ambas as visões, o diário e depois a visão dele.
Foi quando descobri em 2024 que não eram apenas dois livros, a minha sorte que esses livros guardo até hoje e frequento ainda brechó procurando livros e encontrei os que estavam faltando.
De vários livros que li, esse foi um dos primeiros que me fez querer escrever histórias. Claro que os que já contei me ajudaram, mas esse foi um do ponto pé inicial, onde tudo começou.
O Diário de Lúcia Helena de Álvaro Cardoso Gomes.
Minha mãe sempre comprou livros para mim naqueles lugares nomeados de “pechincha” hoje conhecido como brechó. Não que tenha mudando alguma coisa, continuo comprado meus livros em brechó e sebos, mas esse livro em questão encontrei em um desses lugares.
A ideia da minha mãe era que eu aprendesse melhor o português, sempre tive muita dificuldade com a matéria, e piorou pelo o fato de eu não falar tanto. Como poderia aprender palavras novas? Como conversar com outras pessoas? Foi então que ela passou a comprar livros que eu me interessava no brechó e a história de Lúcia Helena chegou em minhas mãos.
Cheguei a ler esse livro várias e várias vezes, mas se me perguntar hoje se lembro da história vou dizer que não, faz muito tempo que não leio. E com os anos passando encontrei a história de Beto, o par romântico de Lúcia Helena, então para mim era um máximo poderia reler ambas as visões, o diário e depois a visão dele.
Foi quando descobri em 2024 que não eram apenas dois livros, a minha sorte que esses livros guardo até hoje e frequento ainda brechó procurando livros e encontrei os que estavam faltando.
De vários livros que li, esse foi um dos primeiros que me fez querer escrever histórias. Claro que os que já contei me ajudaram, mas esse foi um do ponto pé inicial, onde tudo começou.
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