@CrisRibeiro
há 3 meses
Público
#Desafio 308
Atrium Vestae
Colunas gastas,
elas nunca dormem
sopram o fogo da deusa.
Algo pulsa
entre os ossos da pedra:
a memória respira devagar.
Mãos de mármore,
rostos perdidos,
o calor ficou
dançando nas cinzas.
Sussurram:
“Não é o fogo
que protege Roma,
é o amor que guardamos
ou o que ousamos tocar.”
Acendo em mim
o mesmo lume,
não de templo,
mas de peito.
Cada silêncio é chama pequena,
cada sombra carrega vento:
o mundo ainda guarda memória.
Viver é cuidar do fogo
e não deixar o frio invadir,
não deixar a pele esquecer
o que pulsa no coração.
Crs Ribeiro
Atrium Vestae
Colunas gastas,
elas nunca dormem
sopram o fogo da deusa.
Algo pulsa
entre os ossos da pedra:
a memória respira devagar.
Mãos de mármore,
rostos perdidos,
o calor ficou
dançando nas cinzas.
Sussurram:
“Não é o fogo
que protege Roma,
é o amor que guardamos
ou o que ousamos tocar.”
Acendo em mim
o mesmo lume,
não de templo,
mas de peito.
Cada silêncio é chama pequena,
cada sombra carrega vento:
o mundo ainda guarda memória.
Viver é cuidar do fogo
e não deixar o frio invadir,
não deixar a pele esquecer
o que pulsa no coração.
Crs Ribeiro