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@classicos há 11 meses
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Livro: Auto da Mofina Mendes Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Mofina Mendes é uma peça que mistura elementos trágicos e cômicos para retratar a figura de Mofina Mendes, uma mulher pobre, simples e cheia de esperteza. A personagem, ao mesmo tempo cômica e comovente, representa o povo humilde e suas dificuldades diante das estruturas sociais da época. Com crítica sutil e uma linguagem viva, Gil Vicente constrói uma narrativa onde o riso e a dor se entrelaçam, revelando as contradições da condição humana. Uma joia do teatro vicentino que dá voz aos marginalizados com inteligência e sensibilidade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Auto da Feira Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Feira é uma peça alegórica em que Gil Vicente transforma uma feira popular em metáfora da vida humana. Nessa feira, produtos simbólicos representam virtudes, pecados e escolhas morais, revelando a fragilidade das decisões humanas diante das aparências e da vaidade. Com sua típica mistura de crítica social, religiosidade e humor, o autor propõe uma reflexão sobre o valor das ações e a futilidade das ambições mundanas. A obra combina elementos do teatro profano com a tradição do teatro moral medieval. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Auto da Barca do Inferno Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Barca do Inferno é uma sátira moral e religiosa que expõe os vícios e hipocrisias da sociedade portuguesa do século XVI. Na peça, as almas dos mortos chegam a um porto onde duas barcas as esperam: uma que leva ao Inferno e outra ao Paraíso. Cada personagem representa um tipo social — o fidalgo, o frade, o sapateiro, o onzeneiro — e é julgado por seus atos em vida. Com humor ácido e crítica afiada, Gil Vicente denuncia a corrupção, a vaidade e a falsidade sob uma roupagem teatral brilhante e envolvente. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 11 meses
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Livro: Auto da Alma Autor: Gil Vicente Lançamento: Início do século XVI Auto da Alma é uma peça teatral de caráter alegórico e religioso, na qual Gil Vicente retrata a jornada da alma humana rumo à salvação. Com linguagem poética e simbólica, a obra apresenta a luta entre virtudes e tentações, revelando a influência do teatro medieval e da moral cristã. Por meio de personagens como o Diabo, o Anjo e a própria Alma, o autor conduz o público por uma reflexão espiritual sobre o destino eterno e a necessidade do arrependimento. Uma síntese perfeita entre teatro, fé e arte. #domíniopúblico #Clássicos
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Fiquem ligados no perfil @classicos! Hoje vamos disponibilizar as obras de Gil Vicente para leitura gratuita! Teatro, poesia, crítica e humor em peças que marcaram a literatura portuguesa — tudo acessível com apenas um clique. Auto da Barca do Inferno, Farsa de Inês Pereira, O Velho da Horta e muito mais! Basta assinar o conteúdo do perfil @classicos para mergulhar nesse clássico atemporal. #Clássicos #DomínioPúblico #GilVicente #LeituraGratuita
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@GilbertoHSG há 11 meses
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Finalizei a obra, primeiro livro terminado neste site. Agradeço a todos por me seguirem nessa que foi a minha primeira jornada! finalmente finalizamos o primeiro dos grandes livros do Universo de Una'
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@GilbertoHSG há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/174' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 9 - O Inicio da Era Arcai" completo</a></p></div>
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@GilbertoHSG há 11 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/WroHg9Wq4XXwc9iJkTInhOLyocO8pIXlbwNrsCo3.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27' target='_blank'><strong>A Era do Verbo - Histórias de criação</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/27/chapters/173' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 8 - O Nascimento" completo</a></p></div>
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Gilberto Mendonça. Doutor em Letras e professor universitário por muitos anos, Gilberto Mendonça Teles escreveu livros que analisam a evolução da poesia brasileira, tratando de temas como o modernismo, o concretismo, a poesia marginal e outros movimentos poéticos. Sua obra “Vanguarda Européia e Modernismo Brasileiro” é referência para estudiosos da área. "Escrever é, antes de tudo, um ato de escuta: é ouvir o que as palavras querem dizer antes mesmo de serem ditas." - Gilberto Mendonça Teles Vanguarda europeia e modernismo brasileiro :<a href="https://www.literunico.com.br/books/926">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Antoine de Saint-Exupéry (1900–1944). Foi um escritor, aviador e ilustrador francês, mundialmente conhecido como o autor de “O Pequeno Príncipe”, uma das obras mais traduzidas e lidas do mundo. Antes de ser escritor, Saint-Exupéry era piloto de avião. Ele voou por desertos, atravessou tempestades e conheceu muitos cantos do mundo — experiências que influenciaram profundamente seus livros. Para ele, voar era mais do que um trabalho: era uma forma de refletir sobre a vida, o tempo, a solidão e os laços humanos. "O essencial é invisível aos olhos." — O Pequeno Príncipe (1943) O Pequeno Príncipe:<a href="https://www.literunico.com.br/books/103">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@cynthiabrum · há 11 meses
Foi um grande aviador, inclusive falecendo em ação durante a Segunda Guerra Mundial, tem um vídeo no Youtube do canal Sala de Guerra que fala sobre ele!
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem Jean-Jacques Rousseau (1712–1778). Foi um filósofo, escritor e compositor suíço, considerado um dos mais influentes pensadores do Iluminismo. Suas ideias marcaram profundamente a política, a educação e a literatura moderna. "O homem nasce livre, e por toda parte encontra-se acorrentado." — O Contrato Social (1762) Do Contrato Social: <a href="https://www.literunico.com.br/books/928">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@eduliguori há 11 meses
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Vivi tantas loucas nuas viagens em todas elas você foi vertigem sonhei mil e uma dunas de areia que o vento levou pelas semanas gozei as palmeiras e suas sombras bebi a água dos beijos imaginários construí tendas de cotidiano e lar acreditei no que nunca conquistei dentre todas as fantasias que vesti esta virou tatuagem por usucapião Edu Liguori
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@jjr há 11 meses
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Cartas. "...em minhas Ilusões Recriei tuas linhas, Curvas & cores. Da voz em canções Cheias de sentimento Sempre reais..." JJr.
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@jjr há 11 meses
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*§* Assumo o sumo minha língua saborear-te Membros meus caminhos, percorreis ativa tua saliva. Fontes e nascentes saciar-mos iris libertas entorpecentes. Corpo sêmen & semente. *§* JJr.
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@jjr há 11 meses
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* Baralho cigano, misteriosas cartas pardas. Gravuras barrocas ilustradas ultrapassam o olhar. Infinitos significados, caminhos, valores e segredos desejados. * JJr.
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@jjr há 11 meses
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~~*~~ Ternura das palavras que acalentam o coração. Não faladas, escondidas em nossas almas. Do ato da coragem libertas & expostas. ~~~*~~~ JJr.
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@literunico há 11 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 38 Comente na Biblioteca em um livro onde o território é linguagem e o personagem principal não é apenas um ser, mas uma voz, um fluxo de pensamento que cenários com analogias sociais. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 176 A Palavra que não cabe neste latifúndio Veste livros como mapas. Calça-os como caminhos. No sertão Rosa, não se anda por chão, mas por dentro da língua. É o idioma que guia, que tropeça, que reza e atira. O jagunço é filósofo. O tiro, metáfora. O demônio, dúvida. E o amor, um susto que nunca "despara" de doer. Não há explicação. Na vereda, só há. E a vereda não mostra: Está. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Grandesertão:veredas</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/665'><strong>Grande sertão: veredas</strong></a>
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 180 O dia nasce em azul intenso e mesmo assim, não é belo. Caminhar é desejo: perder-me de mim, ser consumida. Despedaçada, desapareço. Para nunca mais pertencer. Nem a mim, nem à tortura insana dos meus pensamentos. E então, sinto uma espécie de liberdade. Não mais (in)existo. Cr💞s Ribeiro
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@tibianchini há 11 meses
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Nunca tinha visto o mar Olhava para as imagens, impressas em preto-e-branco De fotos maravilhosas que saíam nas reportagens Dos cadernos de cultura que encartavam os jornais. Papai dizia-me, com aquele sorriso franco, Que já vira o mar, em suas viagens, Que era lindo, e não o esquecera jamais. E lá ficava eu, menino da roça, Sonhando com aquele lago que não tinha fim: Imaginando-o, verde, azul, de cor nenhuma; Desejando vê-lo, pedindo sempre à Nossa Senhora, mãe de Deus, que desse a mim A chance de conhece-lo, de brincar em sua bruma. E diziam que sua água era salgada, Como a temperar os peixes que nele moravam; E diziam que ele era tão fundo, mas tão fundo, Que no fim da água não havia lodo nem nada, E os navios displicentes que afundavam, Afundavam, afundavam, até o outro lado do mundo. Ah! O mar! Meu Deus, como eu queria Poder olhar para ele, num dia de sol quente, Com sunga e boia, e balde de areia! E ficar ali, brincando, todo o dia, E fazer castelos, e correr, e ver gente E ter a alma, de felicidade, cheia!... Papai me dizia que não tínhamos dinheiro: “Mas, um dia, meu filho, você vai crescer E vai enricar, e vai ser muito feliz, E vai poder viajar o mundo inteiro, E até o mar e a neve vai conhecer, E vai viver e ser dono do seu nariz!” Mas eu não queria esperar crescer, eu só pensava Em ver o mar, em poder sentir o vento Das tais “brisas marinhas”, no meu cabelo; E papai, que sempre dizia que não dava, Ao ouvir meu pedido e meu lamento, E sofria por não poder atendê-lo. Era a vida, não se pode ter tudo. O Mundo gira, a Terra é redonda, E flutua, solta, no Universo, Tal qual o peixe no mar, e eu, miúdo, Podia apenas imaginar como era a onda Tão bem cantada por poetas, em prosiverso. E assim ficava, em meus sonhos absorto, Até que um dia, papai chegou com o riso aberto: “Tenho uma carga importante pra levar Lá pra São Paulo, e vou deixa-la no porto; Façam as malas, fiquem prontos: se der certo, Nós vamos todos lá pra praia, ver o mar!” Naquela noite, não dormi, tamanha era A excitação: íamos viajar, eu e meus pais Na boleia do caminhão, de madrugada; Finalmente, teria fim a minha espera: Eu chegaria pela manhã à beira do cais. Meu sonho estava ali, ao fim da estrada. E, então, Deus, eu seria feliz por completo!... Mas, na escuridão da rodovia, uma luz Na direção contrária, veio nos pegar de frente: Senti meu corpo ser jogado contra o teto, O caminhão tombar, mamãe chamando por Jesus E, num estrondo, tudo sumir de repente. Acordei, um pouco tonto, em uma cama de hospital, com talas e soro, entre lençóis. Tudo doía, de uma dor que não se esvai. E ao olhar em volta, e, depois, para a mamma, Eu percebi, com dor e medo, que entre nós, Faltava uma pessoa, e perguntei: “Cadê papai?” Mamãe, então, contou-me o ocorrido… Havia outro caminhão em sentido contrário E papai fez uma manobra decidida: E conseguira mudar o que certamente teria sido A morte de nós três; e, solitário, Apenas ele despediu-se desta vida. Fiquei mudo, aturdido; tentei ser forte, Tentei conter a dor no meu peito de menino E entender como é possível tão cruel Desfecho; papai abraçou a morte Para nos salvar, e aceitou o seu destino E foi mergulhar nos mares lá do Céu… E dos meus olhos senti brotar tanta água, Água salgada, a inundar meu peito ferido… E fazer ondas de tristeza em meu olhar, E, sem poder controlar meu choro e mágoa, Sentindo a vida submersa, pensei comigo Que era a primeira vez, enfim, que via o mar…
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