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@rodolfosenhor há 9 meses
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SPOILER NIGHT DA CCXP com meu amigo de fé, o famoso… Ricardo Villardo! . . Obrigado por me levar @ccxpoficial e principalmente @ricardovillardo.. JÁ QUERO MAIS! #livros #novidades #nerd #geek .
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@novidadesliterunico há 9 meses
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Passo a passo — Como adicionar um livro na Biblioteca do Literunico 1️⃣ Crie sua conta no site Faça seu cadastro no Literunico e faça login. 2️⃣ Acesse a Biblioteca Clique no ícone de seções no canto superior da página e selecione “Biblioteca”. 3️⃣ Pesquise o livro Na barra de pesquisa, digite o título do seu livro favorito e veja se ele já está cadastrado. 4️⃣ Cadastre o livro Se não encontrar, clique em “Deseja cadastrar o livro?” e preencha as informações solicitadas. Pronto! O livro passa a fazer parte da Biblioteca do Literunico. 📚✨ #Literunico #BibliotecaLiterunico #Leitura #IndiqueUmLivro #AutoresIndependentes #LivroNovo #LeitoresDoBrasil #ClubeDoLivro #LeituraCompartilhada #DicasDeLeitura
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@katleenxavierautora há 9 meses
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Foto de Katleen Xavier - Autora em 03 de dezembro de 2025.
Traduzido automaticamente do inglês.
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Photo by Katleen Xavier - Autora on December 03, 2025.
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@chico-viana-lwd0u há 9 meses
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COMPULSÕES Vejo uma reportagem na TV sobre compulsão. A repórter entrevista alguns compulsivos, que falam sem pudor de suas manias. Uma mulher só se sente feliz quando faz compras. Mostra no guarda-roupa uma porção de vestidos, blusas, sapatos que jamais irá usar. Um homem expõe sua monumental coleção de CDs, que se empilha por vários cômodos da casa. Ele não dará conta disso nem que passe o resto da vida ouvindo música. E será que gosta mesmo de música? Quem gosta elege seus compositores preferidos e os ouve repetidas vezes, sem esse afã de substituí-los por outros. Gostar é resumir, selecionar. Mas o compulsivo não avalia méritos, qualidades; o que o motiva é a satisfação mecânica de seus impulsos. A psicologia cognitivo-comportamental associa os gestos compulsivos a obsessões de que o indivíduo procura se libertar. O pensamento obsessivo aponta para um perigo a que a pessoa fica exposta caso não pratique os rituais de repetição. Neste sentido, comprar sem motivo ou fazer ginástica sem limites seriam pequenas mortificações para afastar uma ameaça ilusória. Ou para apaziguar uma consciência culpada. Essa cadeia de mortificações constitui no limite um distúrbio sério, em que os gestos compulsivos ganham uma espécie de autonomia que faz a pessoa esquecer o que está querendo purgar. É como no tique nervoso, ou no cacoete, que são caricaturas de prece. O indivíduo ritualiza, com trejeitos corporais, uma reza sem sentido. Ou uma reza que, pelo menos no início, só tem sentido para ele. Quem não tem suas compulsões? Aquele que não as tiver atire a primeira pedra (os escritores têm as frases feitas, que são compulsões linguísticas). Alguns as disfarçam em atividades nobres, como a arte ou a política. Outros as sublimam nos rituais religiosos. Outros por fim as vulgarizam em jogos, vícios, exercícios físicos. Minha tese (nada original) é que o excesso de atividade física é uma tentativa de afastar o medo da morte. A consciência de que está exercitando coração e músculos, e com isso combatendo o exército mau de triglicérides e ácidos graxos, dá à pessoa uma ilusão de plenitude. Ou de inexpugnabilidade. Alguns dizem que o que leva a tal excesso é o efeito da endorfina, mas isso não invalida a tese. As preces são uma endorfina da alma, e também se justificam por nossa recusa em morrer. As compulsões mostram que é tênue o limite entre sanidade e doença mental. Mesmo o indivíduo normal tem, como diria Machado, seu grau de sandice. Curar os compulsivos seria curar o mundo, e quem tentasse fazer isso teria o destino de Simão Bacamarte – aquele personagem machadiano que, ao buscar distinguir os doidos dos sãos, termina sozinho em um hospício. ‪(Em “A idade do bobo”, à venda na Amazon)
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@rosana858 há 9 meses
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A Memória da Casa Perdida Você já sentiu saudade de um lugar que não sabe dizer onde fica? Eu sinto desde sempre. Quando criança, eu fugia de casa como quem obedece a um chamado antigo. Pegava qualquer rua, guiada por uma força silenciosa que não cabia no corpo miúdo. Caminhava seguindo rastros apagados, até que algum adulto me encontrava e me conduzia de volta ao que chamavam de lar. Lar… Uma palavra bonita, mas que nunca me abrigou inteira. Minha família sempre foi afetuosa, mas havia em mim um horizonte que não cabia dentro de paredes. Eu me percebia deslocada neste tempo — como se viesse de uma era em que a alma caminhava descalça e reconhecia cada elemento da natureza como parte de si. Nunca me encaixei nos moldes deste século. Quanto mais exigiam que eu me adaptasse, mais meu âmago se erguia em rebeldia — como um pássaro que recorda o vento antes mesmo de abrir as asas. Regras me pareciam máscaras, e eu jamais quis ser figurante numa peça que não escrevi. Sempre preferi vivenciar as cenas que a vida projetou para o meu crescimento. Tornei-me adulta desafiando limites e expectativas. Nunca vivi para agradar ninguém. E, às vezes, ultrapassei fronteiras apenas para provar a mim mesma que elas não eram reais. Há dias em que me sinto dentro de uma redoma transparente: o mundo gira lá fora, pessoas se movem em ritmos que desconheço... e eu, do lado de dentro, encosto as mãos no vidro, incapaz de atravessar. O que mais machuca não é a distância — é a falta de sentimento, tão rara, tão esquecida. E, ainda assim, existe dentro de mim uma força que chama para longe. Quero ir — para onde, não sei. Talvez para um local onde a magia ainda colore o universo em tons que não existem aqui. Onde o ar é puro, o silêncio tem melodia, e viver é sagrado — muito mais do que cumprir tarefas e colecionar objetos. Sinto uma nostalgia funda de algo que minha essência já viveu, uma memória que meu coração protege como um relicário. Meu inconsciente se recusa a apagar aquilo que não deveria ter sido esquecido. Às vezes levanto o rosto para o céu e troco olhares com as estrelas. Elas me reconhecem. E, no brilho que devolvem, há um aconchego antigo, como se, por um segundo, eu regressasse à minha verdadeira morada. Não sou contra o avanço das máquinas. Mas sei, no íntimo, que já fomos muito mais do que elas jamais serão. Carregávamos dons, forças, sensibilidades que hoje dormem nos cantos mais silenciosos do espírito. Desaprendemos a usar o que sempre foi nosso. Sinto a ausência de coisas que não sei nomear. Saudade de pessoas que talvez nunca tenham caminhado neste plano. E quando o déjà-vu me toca — num filme de época, numa ruína que respira histórias, numa trilha onde a natureza fala — eu reconheço esse toque como quem reencontra uma parte perdida de si mesma. Sigo procurando meu território — um lugar que parece viver entre o passado e o indizível, talvez numa dobra do tempo, onde ainda sou inteira. Escrevo este texto como quem lança uma garrafa ao mar. Talvez existam outros viajantes desse mesmo mundo invisível. Talvez você, que lê, também carregue essa memória de casa — uma casa que não aparece em mapas, mas que o sentir reconhece e insiste em reencontrar. @rschumaher
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@fksilvain há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://literunico.com.br/storage/creations/covers/p4vTiTmYAjmzVntqM5Ze210ecCFIeuZXe47SF1lM.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/329' target='_blank'><strong>A história de Melissa & Diogo</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/329/chapters/1584' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 1: Pura Raiz x O Alchimista" completo</a></p></div>
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@fksilvain há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><a href='https://literunico.com.br/creations/329' target='_blank'><strong>A história de Melissa & Diogo</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/329/chapters/1584' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 1: Pura Raiz x O Alchimista" completo</a></p></div>
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@rodolfosenhor há 9 meses
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A OFF Bienal aconteceu no último final de semana, mas com a correria que foi só agora consegui fazer um vídeo para agradecer e tbm divulgar todos os livros que ganhei.. . Muito obrigado a todos os autores que me presentearam e tbm a todos os autores que estiveram lá! Em breve espero conseguir divulgar todos vocês! . Querem a lista dos livros ? #autornacional #bookstagram #offbienal #mtoamor
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@novidadesliterunico há 9 meses
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"Atlântis: A Profecia – Livro 1: Ascensão A lenda de Atlântis desperta — mistério, magia e aventura te esperam nas profundezas de um mundo esquecido. Embarque numa jornada onde imortais caminham entre nós, profecias ancestrais se revelam e o destino da humanidade se desenha nas correntes do oceano. 👉 Disponível agora! Acesse o link na bio ou copie para conhecer essa obra imperdível. #Atlântis #AProfecia #Fantasia #LivroNovo #LeituraRecomendada #Literúnico #ClubeDoLivro"