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@JuNaiane há 8 meses
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Assim como as estrelas, tem coisas que são mais fáceis de enxergar no escuro. Às vezes eu recuo, fico recluso, apago as luzes em mim para enxergar, enfim, aquilo que estava oculto. As respostas sempre vem, quando eu paro e escuto o silêncio que há também aqui, no meu escuro. Há um universo oculto em mim. #desafio 365/184
@CrisRibeiro · há 8 meses
Lindo, amiga!
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@AnneCFreitas há 8 meses
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SUSPENSE. DARK ROMANCE. É tão intenso que mescla o terror com a diversão. Cada livro apresenta um casal diferente que sofre traumas distintos, contudo, interligados na esperança de sobreviver. O cerne que une os três livros é a ambientação nas regiões do Centro-oeste brasileiro trazendo parte da cultura e viajando pelo território, conhecendo cidades e pontos turísticos, mas não por diversão e prazer, é para fugir ou caçar seus inimigos. (Tem casal inocente, e tem casal criminoso). Entre facções criminosas, trapaças religiosas, golpes políticos e atuações militares, a confusão é a única conclusão, o Brasil é o suco do caos, e o que -acontece por trás das cortinas do teatro midiático, nem se compara com o nível da profundidade da maldade humana. Paraíso, Inferno ou Purgatório passado, presente ou futuro. Boa sorte na sua jornada, e se quer um conselho, não confie em ninguém. Atenção aos gatilhos: Abuso de drogas; Violência física, sexual e psicológica; Sequestro / Tortura / Assassinato; Crimes hediondos; Classificação indicativa + 18 anos. https://www.amazon.com.br/dp/B0D4CJ8Y9F
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 179 um livro onde a narrativa aborda a morte como parte da juventude, obras em que a finitude se apresenta cedo demais. A Culpa é das Estrelas, de John Green. 🌌 Por que ele? Porque a juventude aqui não é promessa de futuro, mas um presente intensamente vivido sob a sombra da morte. A protagonista, Hazel Grace, tem 16 anos e um câncer terminal. Ela conhece Augustus Waters, também sobrevivente da doença, e juntos vivem um amor que sabe que vai acabar — mas que, por isso mesmo, se torna ainda mais urgente, mais bonito, mais verdadeiro. 🕯️ Finitude como revelação A narrativa é leve, irônica, cheia de referências literárias — mas por trás do humor, há uma dor que pulsa. A morte não é tabu: é personagem. Está sempre ali, mas nunca rouba a cena — ela apenas lembra que o tempo é curto. O livro fala sobre o direito de amar mesmo quando o fim é certo. E sobre como a juventude pode ser profunda, mesmo que breve.
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Homenagem a Antônio Dinis da Cruz e Silva (1731–1799. Foi um poeta e magistrado português, conhecido como um dos principais representantes do Arcadismo em Portugal. Nasceu em Lisboa e teve uma formação sólida em Direito, tendo estudado na Universidade de Coimbra. Além de sua carreira literária, exerceu importantes cargos na magistratura, inclusive no Brasil, quando atuou como desembargador da Relação do Rio de Janeiro. "Riem-se os deuses das loucuras dos homens." - Antônio Dinis da Cruz e Silva Poesias III: <a href="https://www.literunico.com.br/books/950">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 178 um livro onde a infância revela o que a maturidade esqueceu, obras em que a linguagem simples esconde uma complexidade emocional e filosófica que só o coração atento consegue ouvir. Se Deus Me Chamar Não Vou, de Mariana Salomão Carrara, é daqueles romances que parecem pequenos, mas carregam o mundo inteiro dentro. 👧 Quem narra? A história é contada por Maria Carmem, uma menina de 11 anos que decide escrever um livro sobre o seu ano, um ano estranho, cheio de silêncios, perguntas e solidão. Ela vive com os pais, que têm uma “loja de velhos” (uma loja de artigos geriátricos), e passa os dias entre fraldas geriátricas, bengalas e pensamentos que ninguém parece escutar. 🧠 Infância como filosofia Maria Carmem é precoce, mas não no sentido clichê. Ela pensa sobre a morte, sobre Deus, sobre o amor dos pais, sobre o corpo que cresce e não cabe mais. Ela escreve porque ninguém conversa com ela de verdade , e o livro se torna o único lugar onde ela pode existir inteira. A linguagem é simples, mas cheia de camadas: cada frase parece uma pergunta disfarçada de piada. 💔 Por que dói (e encanta)? Porque a infância aqui não é idealizada. É um lugar de exclusão, de bullying, de não-pertencimento. Mas também é um lugar de invenção, onde a escrita vira abrigo. Como ela mesma diz: “É possível que um lápis pareça estar novo, mas todo quebrado por dentro.”
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@cassescreve há 8 meses
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#Link365TemasLivros 177 um livro que articule movimentos de ruptura estética, obras que pensam ou narram as transformações da linguagem literária diante das revoluções culturais, artísticas ou sociais. O que é ruptura estética? É quando a arte —e aqui, especialmente a literatura — rompe com as formas, estilos e convenções estabelecidas, criando novas maneiras de dizer, de ver, de sentir. Não é só mudar o conteúdo: é mudar a forma como o conteúdo é apresentado. É quando o autor diz: “não basta contar outra história — é preciso contar de outro jeito.” 📚 Na literatura, isso pode significar: Abandonar a narrativa linear e apostar em fragmentos, fluxos de consciência, vozes múltiplas. Misturar gêneros: poesia com prosa, ensaio com ficção, diário com manifesto. Criar personagens que não são pessoas, mas ideias, vozes, atmosferas. Usar a linguagem como matéria viva — que tropeça, que falha, que inventa. 🌍 Por que isso importa? Porque a ruptura estética acompanha ou antecipa revoluções culturais, sociais e políticas. Quando o mundo muda, a linguagem precisa mudar também. Foi assim com o modernismo, com o concretismo, com a literatura pós-ditadura, com as vozes periféricas que hoje reinventam o português nas margens. 📖 Exemplos? Macunaíma, de Mário de Andrade, que mistura mito, oralidade e crítica social. A paixão segundo G.H., de Clarice Lispector, onde a linguagem implode para dar lugar ao indizível. Os Detetives Selvagens, de Bolaño, que desmonta o romance tradicional e o reconstrói como polifonia errante. A Estética do Fracasso, de Luiza Romão, que transforma a falha em forma. 📚 Indicação de livro: Os Detetives Selvagens - Roberto Bolaño (apesar de não ter lido, fiquei interessada ao pesquisar sobre "ruptura estética") Os personagens principais deste livro são os amigos Ulises Lima e Arturo Belano, dois poetas que decidem investigar o que teria acontecido com Cesárea Tinajero, uma misteriosa e desaparecida poeta da vanguarda mexicana. Mas embora a história gire em torno destes dois "detetives selvagens", o verdadeiro detetive do romance é o leitor. Os protagonistas de Os detetives selvagens são Arturo Belano e Ulises Lima, dois poetas "marginais", mas em poucos trechos do livro são eles que conduzem a ação. O leitor sabe deles quase sempre através do olhar de outros personagens, numa investigação típica de romance policial. Por sua vez, Belano e Lima também estão numa busca detetivesca, atrás dos rastros de uma misteriosa poeta vanguardista que desapareceu no deserto de Sonora, no norte do México. Na primeira parte, escrita em forma de diário, acompanhamos as andanças dos dois e seu grupo de poetas adeptos do "realismo visceral" em muitas conversas de bar, discussões intelectuais, encontros e desencontros sexuais, puxadas de fumo, num clima típico dos jovens daquela década. A segunda parte é composta por dezenas de "depoimentos" que reconstituem a trajetória de Arturo Belano e Ulises Lima durante os vinte anos que sucedem o diário. Cabe ao leitor-detetive fazer esta reconstituição, a partir dos fiapos que vai colhendo dos "depoentes", alguns dos quais contam longas histórias (sempre muito interessantes) que pouco ou nada têm a ver diretamente com os dois enigmáticos protagonistas. Bolaño exercita aqui sua capacidade de dar a palavra a múltiplas e diferentes vozes e de fazer paródias hilariantes. A terceira parte retoma o diário, relata a busca pela poeta Cesárea Tinajero e explica, de certa forma, as duas décadas de errância dos protagonistas. Bolaño exercita aqui sua capacidade de dar a palavra a múltiplas e diferentes vozes e de fazer paródias hilariantes. A terceira parte retoma o diário, relata a busca pela poeta Cesárea Tinajero e explica, de certa forma, as duas décadas de errância dos protagonistas. Na verdade, com muito humor, ironia corrosiva e algum desespero, Bolaño faz o balanço de uma geração intelectual que era demasiado jovem quando havia projetos de transformação radical da América Latina e do mundo e que, ao chegar à idade de participar, descobriu que só restavam escombros e cadáveres. "A linguagem vigilante e cheia de graça de Bolaño, sua maneira de construir textos ao mesmo tempo desconcertantes, brilhantes e infinitamente próximos, é uma forma de resistir ao mal, à adversidade, à mediocridade." - Le Monde "O tipo de romance que Borges teria escrito [...]. Um livro original e belíssimo, divertido, comovente, importante." - Ignacio Echevarría, El País. "Um fecho histórico e genial para O jogo da amarelinha de Cortázar [...] uma fenda que abre brechas pela quais haverão de circular novas correntes literárias do próximo milênio." - Enrique Vila-Matas, Letras Libres.
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@fksilvain há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Aenchentede41</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/982'><strong>A enchente de 41</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a política é pensada a partir da dúvida, e não da doutrina, obras em que o autor questiona as estruturas.<br /> <br /> A estrutura que permitiu o desastre social e ambiental de 41 e que levou à pouca proteção contra enchentes que temos hoje aparece neste livro. É recheado de imagens reais de tudo o que aconteceu, a pesquisa foi bem feita. Trabalhei com meus alunos este livro, aproveitando para traçar um paralelo com 2024.<br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Dia 175</p>
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@fksilvain há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Macunaíma</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/981'><strong>Macunaíma</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a terra não é cenário, mas destino, obras onde o vínculo com o solo é sagrado, político, inevitável. Quando a terra dá e tira, e quem a habita precisa aprender a colher sem esquecer que também é colhido.<br /> <br /> Não acho que o livro se encaixe bem no tema, mas Macunaíma é uma narrativa muito ligada ao Brasil, suas lendas e histórias.<br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Dia 174</p>
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@fksilvain há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Nolimiardaloucura:resgatadapelofederal</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/980'><strong>No limiar da loucura: resgatada pelo federal</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro em que a narrativa se dá de dentro para fora, onde o mundo é percebido por um sujeito obsessivo, atormentado, e a linguagem revela não os fatos, mas os labirintos da mente.<br /> <br /> Li este livro recentemente. Um dos 3 narradores em 1ª pessoa é Fillipo Collalto, um médico misterioso e perturbado, cheio de segredos sombrios.<br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Dia 173</p>
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@fksilvain há 8 meses
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<h5><span style='color: red;'>#OGuarani</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/147'><strong>O Guarani</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde o desejo é o foco e a ruptura, obras em que amar, querer não é leveza, mas uma dificuldade, é conflito ou quebra do tradicional.<br /> <br /> <br /> #Desafio365postagens<br /> <br /> Este livro foi publicado em forma de folhetim e adorei esse ritmo dele que me marcou muito até hoje: a cena final de um capítulo sempre deixava a curiosidade para ler o capítulo seguinte. <br /> A ruptura está na relação entre um indígena e uma mulher branca, impensável para a época. E é por isso que Alencar resolve de uma maneira meio mágica o "problema".<br /> <br /> Dia 172</p>
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@eduliguori há 8 meses
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Meu poder é perder não importa o esforço sempre podemos perder nada é garantido por aqui pimenta, cravo, açaí o time que eu torço tudo unido ou desligado há sempre que perder o fio, o senso, o sonho dormindo ou acordado uma chance de sofrer aqui tiro, ali ponho mas sei que um dia como dizia avó Maria — vais perder! Edu Liguori
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@tibianchini há 8 meses
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Amores Amores não acabam: vivem em nós Para todo o Sempre, nos fazem companhia; Amores não acabam: apenas nos deixam sós Quando se cansam da nossa rebeldia. Não, não se mata um amor, e mais: Nem se morre dele; vive-se somente; Não existem, na vida, amores fatais: Existem amores, amores simplesmente. Amores não acabam; amores simplesmente Esperam a hora exata de ressurgir, Tal Fênix das cinzas, dentro da gente, E novamente arder e nos fazer sorrir; Não há fim no amor; não; Amores jamais virarão pó... Amores são eternos; amores são Amores simplesmente; amores e só. E o meu amor por ti, este eu te digo Que não haverá nem dor nem saudade Que o afaste de mim: estarás comigo Em cada passo meu rumo à eternidade.
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@jjr há 8 meses
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§§§ Minhas raízes ao teu corpo afagos deslizar. Tuas linhas o tempo, curvas e caminhos. Sob Clara Lua. Desvios, atalhos e desejos. Lagos línguas, suspiro sopros, arrepio ventos. Aroma pele amor ao ar pairam. Almas a se doar. §§§ JJr.
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@jjr há 8 meses
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*** Sonora buzina ronca o motor. Semáforo sonha três tempos, minuto paralisa pedestres. Passado, Presente e Futuro. *** JJr.
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@jjr há 8 meses
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~~~ Sopram ondas de poeira e formam-se do avesso. Poucas gotas pronunciam garoa. Cheiro voa e invade o corpo, chuva desaba e lava a alma. ~~~ JJr.
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@EscritosdeVitorHugo há 8 meses
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Terra Fértil São férteis essas terras tupiniquins. Daqui brotam os melhores artistas, e como belas videiras desabrocham suas belas obras. Elas crescem. Crescem como lendas colossais, nos alimentam com o doce mel de suas estranhas mentes. Marcam nossas almas a ferro quente e se tornam imortais para todo o sempre. E a cada novo broto que surge, surge porque deles vem a semente. Surge porque dessa terra a arte nasce aos montes. Ah, quanto ouro há nessa terra farta. Quantas raras pedras aqui nasceram. Os outros que lutem para nós alcançar, pois um só dos nossos bota o mundo todo abaixo. Pois essa arte não é qualquer uma. Essa arte é brasileira.
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@CrisRibeiro há 8 meses
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#Desafio 184 Coração sem norte bate em desalinho no peito onde a sorte desaprendeu o caminho. O pêndulo (frouxo) oscila entre o querer que queima e o temer que paralisa. Minhas rotas: borradas falham em traços dispersos desenhados por dedos trêmulos num vidro embaçado de dúvidas. No meio do voo abandonei minhas asas por impulso por susto por poesia. Girei em falso num céu de cacos onde nenhuma estrela permanece. Mas há um fio tênue teimoso que não se parte no vendaval. Não há névoa nos olhos da minha alma. Eles seguem: verdes nítidos obstinados. o único par que me enxerga sem disfarces que me acolhe quando sou espinho. Esse olhar me ancora me amarra no chão me acende me aflora me refaz em canção. E eu cubro de volta sem medo sem fuga: me aquieto no amor. Sempre vou. Cr💞s Ribeiro
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@eduliguori há 8 meses
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Minha cara amiga como nós sabemos quem já conheceu o fundo ama a superfície não precisa de montanhas conselho nunca foi gratuito nem uísque nem outras coisas boas mas daqui de longe te mando um telegrama que diz seja você mesma diga não quando necessário e beije sua vida e seus amores o resto é só enredo Edu Liguori
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