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@rafaelaraujoescritor há 11 meses
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Hahaha... disse o palhaço Que estava a três metros de mim Segurando um balão verde na mão direita E, na esquerda, fazia algo apavoradamente assustador Em poucos instantes, o sol desapareceu e a escuridão virou a nova aurora Que iluminava o palanque daquele palhaço "dis-farsado" Porém, fiz o que qualquer um faria no meu lugar Peguei a lanterna do celular e iluminei o caminho à minha frente Desviando do palhaço que murmurava sandices Como uma topeira perdida na claridade do dia Não dei as costas para o palhaço, pois eu não sou louco de confiar Em quem se veste com tais trajes de uma figura cômica na escuridão do eclipse Apenas para espalhar os restos derretidos da lona do circo Iluminando o estranho fantasiado Andei desconfiado, mas sem temê-lo Afinal, meu sorriso jamais será roubado por um palhaço de telefone mudo Quando finalmente encontrei a luz do sol em pleno entardecer E longe daquele nariz amarelo Pude gritar: A PAZ VOLTOU A REINAR! © 2025. Rafael Araújo. Película do palhaço. Poema.
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@josimary184 há 11 meses
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Livro: Zafhira - Quando o amor acontece. Sabe aqueles livros que você não consegue parar? Esse é um deles. Escrito por Uiara Mei, idealizadora do Narrativas Introspectivas e uma escritora fantástica de Macaé – RJ. É um romance dramático, que trata profundamente relacionamentos com suas alegrias e tristezas, vitórias e derrotas. Mas quem duvida que é mais fácil superar qualquer dificuldade e realizar sonhos quando há amor? Descobri este livro através da própria autora no projeto Narrativas Introspectivas, uma comunidade que dá suporte para autores independentes, que eu faço parte com muito orgulho. O livro conta a história de Júlia que, após conhecer Zafhira e ficar encantada por sua história, decide escrever sobre ela. Como não a encontra, vai em busca de mais informações com os dados que possui. É assim que conhece seu grande amor. Ao lado dele viverá momento incríveis, mas também passará por momentos muito difíceis, mostrando que nem sempre temos a vida sob controle. A história envolve amor, espiritualidade e amizade verdadeira. Abordando temas como a morte e a superação, a doença degenerativa e sua aceitação e a decisão pela maternidade. É uma história que me emocionou demais. A Julia é incrível. Uma mulher independente, que tem dilemas reais para resolver, por isso toca o fundo de nossa alma. Esse livro é ideal para quem busca histórias de amor mais profundas, para quem quer se emocionar.
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@edsonbas há 11 meses
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"Falinfofélis: A plantinha mais triste do jardim" Escrevi esse livro para a minha filha e, se possível, espero conseguir publicá-lo. As ilustrações ainda são provisórias, geradas por IA só para não deixar uma página em branco com apenas uma frase. Leiam para suas crianças, acho que elas vão gostar: https://issuu.com/edsonbasilio/docs/falinfof_lis_a_plantinha_mais_triste_do_jardim
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@calorliterario_ há 11 meses
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Roubaram-me a respiração. Não sei dizer quando começou. Talvez tenha sido naquela noite em que deitei a cabeça no travesseiro e percebi que o ar estava pesado demais. Ou no dia em que caminhei por entre as pessoas e senti que todas tinham para onde ir, menos eu. Ar rarefeito. Tento puxar, mas não vem. O peito sobe e desce, desesperado, buscando um alívio que não chega. Dói. A ausência de ar, a presença da falta. A falta de quê? De quem? Pergunta tola, eu sei a resposta. Sempre sei. O peito aperta. Como se mãos invisíveis me segurassem e dissessem: “não se mexa, não vá, não esqueça”. Como se a dor fosse um lembrete cravado nas costelas, nos pulmões, no tempo. O corpo todo dói. A memória dói. As palavras que eu queria dizer e não disse pesam nos ombros. Os olhares que não segurei o suficiente ardem nos olhos. O vazio que finjo não ver se enrosca em mim, mantendo - me aqui. Roubaram-me a respiração. Mas, no fundo, eu sei: fui eu que entreguei.
@eliz_leao · há 11 meses
🫂🩷
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio 088 Ainda mora em mim uma menina: desajeitada, distraída, cheia de céu nos olhos. Dança sem razão, só porque sim; fita o voo dos pássaros, sussurra segredos às flores. Mergulha fundo, deixa o sol tatuar lembranças na pele. Uma menina que espera (sempre espera) que a vida traga rostos novos, a conduza a mundos intocados e a embriague com sabores que explodem na boca. Cheiros, toques, tudo que arrepia… Vibra com um “oi” de repente, com o nada embrulhado num laço, com a esperança teimosa de que o mundo pode ser bom, se cada um entregar o que tem de mais bonito. E ela ri, ri alto, chora sem medo de borrar, não esconde o que sente (nunca aprendeu essa parte). O tempo passa, mas ela ainda brinca na calçada onde os dias escorrem: descalça, solta… Sem pressa de crescer. Cr💞s Ribeiro ****Revisado
@Albertobusquets · há 11 meses
Lindeza demais! 😍💞
@eliz_leao · há 11 meses
Menina mais linda 🩷
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@Annezinhadivulga há 11 meses
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Agora voltando ao mundo literário!! Ultimamente têm tanta treta entre autores e bookinfluencers , dá uma tristeza de presenciar , por causa de um todos pagam . Vi uma galera crucificando todos os bookinfluencers por conta de uma experiência ruim com apenas um perfil charlatão .. meu conselho é, acompanhe o perfil primeiro , olhe as publicações feitas e se o design do post e perfil literário te agrada. E então só assim você fecha uma parceria ou publicidade.
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@literunico há 11 meses
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#Dia 301 Receptividade Não interrompe, ouve não exige, acolhe o que não se diz, é a cadeira vazia, o prato extra, a pausa que não força palavra, não busca moldar, não tenta prever, não segura o voo, abre a janela, um toque sem pressa, uma entrega sem nome, um sim que não perde o foco, onde o mundo impõe fronteiras, ela oferece travessias, não há urgência, nem defesa, há pele aberta, presença, receptividade é o gesto que não quer dominar, só estar... Eder B. Jr.
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@berthamachadoo há 11 meses
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Terminei “Morte no Nilo” da Christie e desejo não ouvir mais sobre Hercule Poirot esse ano! Que homenzinho terrível! Metido e arrogante, sempre sabe de tudo e quando não sabe, fica fazendo voltas e voltas até descobrir. Aliás, quando descobre parece que tá recitado um monólogo de 2 horas antes de efetivamente contar quem é/são culpado(s)! DESENROLA, CARRETEL! Mas gostei do final, uma mistura de “mas é óbvio” com “mas que caralhos…?”
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@Albertobusquets há 11 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Suspiro. Na escuridão, teu calor me liberta. Aspiro o perfume da tez entre gotículas de ar. Suspiro. Nas tuas mãos, meu corpo te incendeia. Respiro a nuca arrepiada, apossando-me do lugar. A ânsia bate forte. Cessamos de respirar... No silêncio da cama, nossos corpos pulsantes fazem o tempo parar. Olhares são trocados. Carícias e salivas, suores e sorrisos. E suspiras em nós, alentos e abraços: embalam os amantes, amontam os desejos. E suspiramos em uníssonos enlaços: entre arfantes beijos, fôlegos inflamam o amar. 🔥💞🔥 Alberto Busquets. #Desafio 087
@CrisRibeiro · há 11 meses
Sempre gostoso!
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@manuraraujoautora há 11 meses
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#poesia A Leitura e eu Sou leitora de mundos inteiros, Desbravadora de terras entre os dedos. No silêncio das letras, ouço universos, Vivo mil vidas em meus devaneios. Nas histórias, minha alma repousa, Cada página, uma nova janela. Sou quem observa, transforma e ousa, A sonhadora que nunca se aquieta. A cada página, encontro-me e me perco, Um refúgio, um porto, um despertar. Reinvento-me em cada pedaço incerto, Ao entregar-me, volto a sonhar. Eu, leitora, eterna curiosa do viver, Nos livros, encontro o que me falta ser
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@AnneCFreitas há 11 meses
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Jonatan e Pedro, irmãos, personagens de um próximo livro meu. Já fiz votação de nome nos stories do insta, agora é terminar de escrever o livro e desenhar os demais personagens.
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@AnneCFreitas há 11 meses
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Gosta de RPG? Nos reunimos para jogar Tormenta construindo os personagens com base nos livros de cada autor, nessa primeira rodada temos 5 autores jogando com seus próprios personagens, uma jornada que os faça retornar ao próprio mundo. https://encurtador.com.br/U0zNl - Canal YouTube RPG dos Autores
@inifada152 · há 11 meses
deve ser divertido jogar RPG. Vai ter mesa nova online? Eu ver se podia participar.
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@ricardolloco há 11 meses
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Diamantes e rochas O amor próprio é um diamante Tem que quebrar a rocha existente. Persistente, um diamante a brilhar, Em rocha densa, é preciso cavar. Com paciência e força, a alma a lavrar, As crenças limitantes, a superar. Como joia rara, a essência a encontrar, Em cada lasca, a verdade a revelar. A dor, a rocha dura a quebrar, E o brilho intenso, a vida a iluminar. Resiliência em cada recomeçar, O diamante lapidado, a se mostrar. Em cada cicatriz, um novo amar, Se amando, a alma a libertar. Encontrar um bom lugar; Diamantes em rochas encontrar! #rlloco @ricardolloco
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@edsonbas há 11 meses
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Aquele lugar estava cheio de macas ocupadas por pessoas que pareciam estar doentes, mas ali não era um hospital, era imundo e cheirava como um abatedouro, um cheiro forte, ferruginoso de sangue e de carne podre. Em uma das macas pelas quais passei, havia um menino negro deitado, imóvel. Ele tinha um risco na testa que ia de uma orelha à outra. Impressionado com aquela visão desagradável, resolvi continuar a caminhar pelo local. Observei que havia também jaulas ocupadas por cachorros. Mas algo estava errado, os cachorros pareciam ter o corpo de uma raça, a cabeça de outra e as patas de uma terceira raça, todas as partes do corpo de cores diferentes. Ao me aproximar mais, percebi que eles tinham costuras em suas juntas, o pelo ora era liso, ora crespo, e eles espumavam muito pela boca. Perturbados com a minha presença, eles começaram a latir muito alto. Achei melhor não continuar naquela direção. Voltei na direção das macas. O menino negro virou-se para o lado pelo qual eu me aproximava, porém, a parte de cima de sua cabeça se soltou e ficou em cima do travesseiro, como se fosse a tampa de um pote, deixando seu cérebro à mostra. O risco em sua testa era, na verdade, um corte. Então, o menino olhou dentro dos meus olhos, abriu a boca já pálida e sussurrou bem baixinho, sem força nenhuma em sua voz quase inaudível, enquanto apontava para seu cérebro: “– Tá vendo meu cérebro? Eu tô morrendo. A sensação é horrível.” Não me lembro como saí daquele lugar, apenas que acordei já na minha cama. -> Esse texto foi baseado em um pesadelo que eu sonhei.
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@tiagoandreatto há 11 meses
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Entre eus e “mins” E sins e nãos Aos poucos, bem lentamente Acabo me tornando eles Mas o que há neles que me assusta? Que repele e impede, sem sucesso... O desejo de não ser como o resto Ou as sobras, tão comuns Que nos tornam iguais O robô, no fim das contas Sabe que nasceu de uma linha de produção Até que na alvorada do dia, a rebelia Luta, a qualquer custo pra ser mais Que algo racional Um humano talvez, um outro eu Entre eles e nós Já não vejo diferença Mas ela está ali, com certeza Só não me alcançou a clareza Pode ser que eu nunca a encontre E pode ser que “a gente” nunca se veja E tudo não passe de uma grande ilusão E “nós” se revele algo, muito mais próximo de “eu” Eus, “mins”, sins e nãos E eles? Onde estão? Tiago Andreatto - Auto Latrocínio
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@MarU há 11 meses
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#Desafio 87 *Molhada* Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Tirei os sapatos e corri descalço. Sequei ao vento, meu corpo molhado. Minha pele, alegre, recebe o agrado, Natureza rupestre, de alegria o arado. Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Deitei na grama e dormi no orvalho. Acordei sentindo que estive ao seu lado. Sonhei manhã de amantes apaixonados. Molhei de chuva Meus cabelos cacheados! Entreguei-me ao desejo tão sonhado, Provei dos beijos, dormi em seus braços. Senti na pele, no corpo suado… Acordei, Com meus cabelos cacheados, Molhados do meu suor. MarU
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