Bem-vindo ao Litverso ✨
Você está vendo a versão pública. Entre para publicar, curtir e comentar.
Mostrando apenas posts públicos.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Custódia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na figura de Custódia, Gregório de Matos volta a aplicar seu olhar crítico e sarcástico sobre os personagens comuns — e muitas vezes marginalizados — da Salvador seiscentista. A personagem é retratada com traços que misturam humor, crítica moral e ironia, expondo não apenas suas atitudes, mas também os julgamentos e contradições da sociedade em que vive. Como de costume, o poeta transforma tipos urbanos em espelhos das tensões sociais, usando versos afiados para revelar a complexidade do viver baiano no século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Cota Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Na figura de Cota, Gregório de Matos continua seu retrato crítico e mordaz da sociedade baiana colonial. Com ironia barroca e tom satírico, ele apresenta mais uma personagem popular que circula entre os becos e bastidores da cidade. Cota representa o tipo feminino que escapa às convenções — irreverente, talvez sensual ou zombeteira — e serve como espelho das tensões sociais do período. Assim como em outras crônicas de seus "pícaros", Gregório usa a personagem para escancarar as hipocrisias de uma Salvador dividida entre aparências e pecados ocultos. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Bárbora ou Babu Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta sátira vibrante, Gregório de Matos apresenta Bárbora, também chamada Babu, como uma das figuras emblemáticas do cotidiano popular da Salvador colonial. Com seu tom irreverente e provocador, o poeta faz um retrato ácido e debochado da personagem, típica dos “pícaros” urbanos — gente comum, às vezes marginalizada, que circulava entre o escândalo e a sobrevivência. A crítica social e o humor mordaz estão presentes em cada verso, revelando os contrastes sociais e os excessos da época com a crueza barroca que marca a obra de Gregório. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Antônia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta composição mordaz, Gregório de Matos retrata a figura de Antônia, uma das tantas personagens populares e controversas da Salvador seiscentista. Com seu estilo irônico e provocador, o poeta a descreve entre o riso e o escândalo, expondo as contradições de uma sociedade que julgava os costumes alheios enquanto escondia os próprios vícios. A personagem torna-se símbolo da crítica social barroca, e também do olhar atento de Gregório sobre os tipos urbanos que circulavam à margem da moral oficial. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Cidade e Seus Pícaros: Alguns Passos Discretos e Tristes Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Neste retrato poético da Salvador colonial, Gregório de Matos revela os bastidores da cidade por meio de seus personagens marginais — os "pícaros". Com sensibilidade e crítica social, ele descreve figuras à margem da ordem social: pobres, malandros, andarilhos e esquecidos. O tom aqui é mais melancólico do que escandaloso, oferecendo “passos discretos e tristes” por entre as dores do cotidiano. Ainda assim, sua poesia conserva o olhar crítico e humano que marcou sua obra, transformando a cidade em palco de contrastes intensos. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – Os Homens Bons Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta crônica em verso, Gregório de Matos volta seu olhar satírico para os chamados “homens bons” — a elite dirigente da sociedade colonial baiana. Com ironia afiada, o poeta desmonta a fachada de moralidade e honra que esses homens exibiam, revelando sua hipocrisia, corrupção e vaidade. A obra é um ataque direto às estruturas de poder da época, escrito com a linguagem mordaz e ritmada que marca o estilo de Gregório. Um verdadeiro retrato barroco da farsa social e política do século XVII. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – O Burgo Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Em O Burgo, Gregório de Matos traça um retrato ácido e irreverente da cidade de Salvador no período colonial. Com sua verve satírica, ele descreve o "burgo" — ou seja, o núcleo urbano da época — expondo desigualdades, vícios e costumes da população. A crítica social vem embalada em versos ritmados e engenhosos, misturando o riso com o incômodo. Essa crônica poética faz parte do olhar afiado e provocador que o autor lançava sobre o cotidiano baiano, tornando-se um documento literário tão revelador quanto literariamente brilhante. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@classicos há 10 meses
Público
Livro: Crônica do Viver Baiano Seiscentista – A Nossa Sé da Bahia Autor: Gregório de Matos Lançamento: Século XVII Nesta crônica em forma de verso, Gregório de Matos — o Boca do Inferno — retrata com ironia e acidez a vida baiana do século XVII, especialmente o cotidiano em torno da antiga Sé da Bahia. Sua poesia funciona como um retrato social do período colonial: cheio de sátiras contra o clero, a política, os costumes e as hipocrisias da sociedade. Com estilo mordaz e barroco, Gregório eterniza os contrastes e absurdos da Salvador seiscentista, misturando crítica feroz e ritmo poético com maestria. #domíniopúblico #Clássicos
Entre para comentar.
avatar
@edsonbas há 10 meses
Público
Mentira (Nanoconto) Contei achando que não iria colar. Colou! Não era uma história muito boa, mas funcionou. Por meio da mentira acabei conseguindo o que queria de verdade.
Entre para comentar.
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
Gregório de Matos é um dos autores mais fascinantes e controversos da literatura brasileira. Sua obra é marcada pela ousadia, pelo sarcasmo afiado e pela diversidade de temas — um verdadeiro retrato cru do Brasil colonial. A partir de hoje, você está convidado a mergulhar em seus escritos, que serão disponibilizados pelo perfil @classicos! Lembrando que esses títulos estão em domínio público.
Entre para comentar.
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
"Quem ama verdadeiramente ama em silêncio, com atos e nunca com palavras." — Camilo Castelo Branco Mais uma curiosidade sobre a vida do autor. O perfil @classicos já disponibilizou toda a obra do autor que está disponível em domínio público.
Entre para comentar.
avatar
@aleituracria há 10 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#BattleRoyale</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/870'><strong>Battle Royale</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 29/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a literatura serve como rito de despedida, obras que se aproximam da morte não com frieza ou grandiloquência, mas com intimidade, quando a narrativa toca o corpo frágil, o tempo curto e o silêncio necessário.<br /> <br /> Esse livro é muito intenso. São muitas mortes, e a forma como o autor escolheu lidar com elas deixou tudo ainda mais triste e verdadeiro.</p>
@jjr · há 10 meses
Amo demais! Um dos meus preferidos!
Entre para comentar.
avatar
@aleituracria há 10 meses
Público
<h5><span style='color: red;'>#Lugarfeliz</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/869'><strong>Lugar feliz</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 28/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a imensidão se esconde no cotidiano, onde o enredo não depende do extraordinário, mas de uma chaleira no fogo, uma palavra não dita ou um gesto que carrega o peso de uma vida inteira.<br /> <br /> Por fora, pode até parecer um romance fofinho, mas o livro vai muito além. Ele revela como a relação se desgastou com o tempo e, ao mesmo tempo, mostra o que os manteve juntos. É uma história sobre amor, vida adulta, amizades e o impacto silencioso do tempo em tudo isso.</p>
Entre para comentar.
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
Homenagem à Lillian Hellman. Hellman ficou conhecida por suas peças que abordam temas como corrupção, moralidade, lealdade e justiça social — muitas vezes com personagens femininas fortes e complexas. Ela também foi uma das primeiras mulheres a obter destaque no teatro americano em uma época dominada por homens. "Não posso cortar minha consciência para se adequar à moda deste ano." — Lillian Hellman A caça às bruxas: <a href="https://www.literunico.com.br/books/859">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
Entre para comentar.
avatar
@novidadesliterunico há 10 meses
Público
Homenagem a Salman Rushdie. É um escritor e ensaísta britânico de origem indiana, amplamente conhecido por sua prosa inventiva, suas abordagens ousadas de temas religiosos e políticos e por ser o autor do polêmico romance "Os Versos Satânicos" (1988). "O que é a liberdade de expressão? Sem a liberdade de ofender, ela deixa de existir." — Salman Rushdie Os versos satânicos: <a href="https://www.literunico.com.br/books/858">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 10 meses
Público
Sou cigano! Leio as Palmas Universo se abre Uni-verso Somos um. Sou astrônomo! Viajo nas estrelas Dentre canções Uni-verso Leio o universo. Sou alquimista! Transmuto palavras Ouro que se faz Uni-verso Irradio riqueza. Sou todos Dentre outros Sou uno! ~*~ JJr.
Entre para comentar.
avatar
@ariazenite há 10 meses
Público
A textura da areia entre os dedos é única coisa que não mudou desde que você tinha cinco anos. Mesmo grão, mesma sensação áspera, mesmo jeito de escorrer pela mão. Enquanto você virou outra pessoa, ganhou cicatrizes, perdeu inocência, areia continua sendo areia. Às vezes é reconfortante saber que alguma coisa no mundo permanece igual, mesmo que seja só um punhado de quartzo moído. #pensamentossoltos
Entre para comentar.
avatar
@jjr há 10 meses
Público
...prefácio... ...Nas estórias existem apenas citações ou semelhanças nas situações que lembram a obra do autor e da idéia original que está gravada conscientemente na memória dos seus leitores em todo o mundo. Espero que os fãs destas obras aprovem e sinta-se felizes... ...e que o livro agrade a todas as faixas etárias por ser um livro de fantasia onde vocês possam ler ele para seus filhos trazendo a curiosidade pelos livros citados e suas estórias super famosas no mundo da literatura... JJr. <div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/HuwbaBDp2aNzT5LWVSZ9Yu0R4HygwoAJmisybWao.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/32' target='_blank'><strong>É uma outra estória!</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/32/chapters/146' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "...prefácio..." completo</a></p></div>
Entre para comentar.
avatar
@cassescreve há 10 meses
Público
#Link365TemasLivros 167 um livro onde a literatura serve como rito de despedida, obras que se aproximam da morte não com frieza ou grandiloquência, mas com intimidade, quando a narrativa toca o corpo frágil, o tempo curto e o silêncio necessário. O ano do pensamento mágico, de Joan Didion. Nessa obra profundamente íntima, Didion narra o ano que se seguiu à morte súbita de seu marido, o escritor John Gregory Dunne, enquanto sua filha estava gravemente doente. Mas o que poderia ser apenas um relato de luto se transforma em um ritual literário de despedida, onde cada frase é um gesto de cuidado com a memória, com o tempo e com o corpo que ficou. A autora não busca consolo nem respostas, ela escreve para não desaparecer junto com a dor. A narrativa é marcada por repetições, pausas e silêncios que ecoam o vazio deixado pela perda. É como se a literatura fosse o único lugar possível para continuar existindo quando tudo o mais se desfaz. A crítica considera esse livro um dos mais comoventes já escritos sobre o luto, justamente por sua honestidade radical e sua recusa em transformar a morte em espetáculo.
Entre para comentar.