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Mergulho nas sombras do silêncio,
absoluto quase pelos pássaros a cantar.
A janela refletida como um portal na escuridão,
duas direções criadas pela luz do luar.
Soturno, viajo no olhar
por um convite da natureza.
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JJr
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/126' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Capítulo 1 - Pétalas e Lendas Verdadeiras" completo</a></p></div>
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/125' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Prólogo" completo</a></p></div>
<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/j5caJGfrrxxY7mkpTkTU1NO0ksyjoAsRzjWFfcns.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30' target='_blank'><strong>A Raposa e o Dragão - Primeiro Ato</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/30/chapters/124' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "Nota da Autora" completo</a></p></div>
Hoje chorei quando atravessei uma ponte sobre o velho Chico
Me emocionei com os pés no mar de Pajuçara
Sorvi a cachaça da vida
Banhei o sol da tarde
Mirei o horizonte entre o verde e o azul
Hoje eu não fui poeta
Hoje eu fui humano
Hoje eu sobrevivi
Hoje eu nasci
Edu Liguori
<h5><span style='color: red;'>#Flor,café,amor:AhistóriadeJasmine&Mateus(SobreOutrosCoraçõesLivro2)</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/65'><strong>Flor, café, amor: A história de Jasmine & Mateus (Sobre Outros Corações Livro 2)</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br />
#Desafio365Livros<br />
<br />
Comente na Biblioteca em um livro onde a imensidão se esconde no cotidiano, onde o enredo não depende do extraordinário, mas de uma chaleira no fogo, uma palavra não dita ou um gesto que carrega o peso de uma vida inteira.<br />
<br />
Fazendo mais um marketing de um livrinho meu: este romance é mais uma história de amor cotidiana, em que o dia a dia vai se desenrolando enquanto os personagens se apaixonam, sofrem, lutam pelo que sentem. É um romance universitário cheio de ternura.<br />
<br />
#Desafio365postagens<br />
<br />
Dia 166</p>
Bifurcações da Vida
Escolher entre a estrada predregosa, repleta de cacos de vidros, ou cortar caminho pelo pântano tenebroso?
Seguir pela rua ladrilhada com pedrinhas de brilhantes ou forrada com pétalas de flores das velhas cerejeiras?
Não há um caminho fácil ou seguro, difícil ou assustador por definição. Há, sim, escolhas que nos fazem refletir sobre trajeto percorrido.
Mesmo que fiques parado, apenas observando, algo ainda assim pode acontecer. Afinal, tua escolha foi tentar escolher... e isso te levou apenas a contemplar.
No fim, os caminhos são decisões que exigem atitude e sabedoria, para que a voracidade do tempo não te consuma, nem transforme tua vida em um calcário infinito.
Rafael Araújo
Olá! Continuando a divulgação dos meus livrinhos, aqui estão os outros dois que fecham a Série Sobre Sete Corações. São histórias que, apesar de entrelaçadas, não dependem uma da outra para ser entendidas. A ideia é que quem amar demais uma delas queira ler as outras ☺️, mas tudo bem ler só uma. Lembrando que os e-books você encontra na Amazon, todos no Kindle Unlimited, e os livros físicos estão aqui na loja do Literunico. 😉
Mais motivos para ler:
O poema
A caneta desliza no papel, mas arranha.
Deixa nele um rastro de sujeira.
Insinua, rasga, roça, mela e assanha,
Umedece e preenche a folha inteira.
E a folha, desfolhada em poesia,
Oferece seu espaço alvo e macio;
A caneta, a desfilar em acrobacia
Sobre o branco inocente e vazio.
A caneta - mastro rijo e cuidadoso,
Deita à folha os mais belos devaneios,
A pintar a celulose com saboroso
traço de amor e sonhos, sem rodeios.
Mas a folha, já desvirginada em versos,
'Inda anseia por um desfecho sutil:
Um soneto, que desbrave os universos
Que ela própria jamais ousou nem sentiu.
A caneta é um bastão que faz carinho
na suavidade íntima e sem cor
de uma folha que recebe em seu caminho
Fino traço, a colorir o amor.
-*-
Calada,
como quem nada quer
quero-a seu querer-me discreto.
Ambos a saber.
Morena mulher
inexpressivos
olhos e sorriso.
Em nuvens
corpo tuas curvas admiro.
-*-
JJr.
***
Há confusão.
Portas da percepção abertas
ultrapassadas invadem o ser.
Corpo como um arquivo
alma se perde no infinito
e flutua entre sentidos restritos.
***
JJr.
~*~
A velejar no pássaro de metal,
acima das nuvens apenas raios de Sol.
Seu reflexo a iluminar almofadas do céu.
Gramado a um aportar alegriado.
~~~*~~~
JJr.
#Desafio 158
*Fôlego*
Toca-me calmo, suave…
Passa seus dedos
na minha pele,
por todo meu corpo,
como quem conhece
meu íntimo,
tocando sem tocar,
apenas resvale.
Passeia por mim,
me desbravando…
Arrepie meus pelos,
escorregando…
a ponta dos dedos,
eriçando meu corpo
e amenizando
com bafejar morno.
Marque presença
na cútis anserina…
sugue meus seios
e, de súbito, se insira
em minhas lacunas úmidas:
reto e vagina.
Com afeto e cuidado
e olhares de um anjo-diabo.
Docemente me torture,
observando a vista…
E divirta-se!
Dentro de mim,
sinta-me tremer,
pulsar, contorcer,
gemer alto
e jorrar meu prazer
todo em você.
Pintarei de branco
seus dedos,
e te limparei
lambendo,
fitando-te
olho no olho.
Acesa e carente,
me encaixarei em você
rapidamente,
e só pararei
quando, suados e exaustos,
perdermos
todo nosso fôlego.
Ou morrermos
de tanto prazer.
MarU
#🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
#🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤
Prova
sinto-a na ponta da língua
de tua rósea flor sei de cor
o prazer escorre dos teus lábios
deságua nos meus, inebriados
provamos do Éden
o desejo arrebata.
#Desafio 170
Não sou o nome que me deram,
nem o amor que ficou,
nem o corpo que esperam.
Sou o intervalo entre o sim e o quase,
o instante em que o medo vacila
e a alma respira.
Riso que escapa no meio da dor.
O “não” engolido por séculos
e que agora cuspo:
dignidade em uma tempestade.
Não sou uma história.
Sou silêncio entre duas palavras:
a pausa.
A vírgula que desafia o ponto final.
Sou feita de caos,
de perguntas que não pedem resposta,
de afetos mal costurados,
mas ainda assim, belíssimos.
Não sou metade de ninguém,
sou labirinto
e a chave.
O colo que eu mesma procuro.
E quando tudo despenca,
quando ninguém me vê,
sou chama,
vento,
início,
devir.
Porque minha essência
não depende do que dizem.
Ela só precisa
que eu lembre
quem , de fato,
Sou.
Cr💞s Ribeiro