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@JuNaiane há 11 meses
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Quem se alimenta de sonhos Nunca está satisfeito. Que minha fome me leve aonde minhas mãos encontrem as suas, nossas bocas se encaixem em beijos e promessas de amor verdadeiro. #desafio 365/146
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@cassescreve há 11 meses
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#Link365TemasLivros 145: um livro que seja escrito em forma de diário, não ficcional ou ficcional, mas que revele a intimidade do autor ou do personagem, permitindo que o leitor espreite o pensamento nu, sem ornamentos. não conhecia "Minha Vida de Menina", de Helena Morley, até agora! Ao pesquisar sobre o livro, descobri que ele é um diário autobiográfico, escrito entre 1893 e 1895, quando a autora tinha entre 13 e 15 anos. O que me chamou atenção nas resenhas foi a forma espontânea e bem-humorada com que Helena narra seu cotidiano em Diamantina, Minas Gerais, revelando detalhes da vida familiar, escolar e social da época. A obra foi publicada pela primeira vez em 1942 e se tornou um clássico da literatura brasileira, sendo elogiada por escritores como Carlos Drummond de Andrade e Guimarães Rosa. O diário não apenas registra os costumes e desafios da sociedade mineira do século XIX, mas também traz reflexões sobre a transição da infância para a vida adulta, com uma protagonista curiosa, irônica e questionadora.
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@cassescreve há 11 meses
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#Link365TemasLivros 144 Um livro que seja uma declaração de amor a uma cidade, uma obra onde o espaço urbano é mais do que cenário: é contemplação, memória, perda e desejo. "O Rio A Cidade O Tempo O Mundo", de Carlos Paiva, até agora! Ao pesquisar sobre o livro, descobri que ele é uma declaração de amor à cidade de Caruaru, explorando sua cultura, seu povo e sua história. A obra foi lançada em maio de 2022 e traz uma abordagem poética, conduzindo os leitores por uma viagem nostálgica através dos versos do autor. O que me chamou atenção nas resenhas foi a forma como Paiva transforma Caruaru e o Rio Ipojuca em elementos vivos da narrativa, quase como personagens que moldam memórias e sentimentos. Além disso, o livro foi apresentado em um evento cultural com debates sobre sua importância para a identidade local.
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@cassescreve há 11 meses
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#Link365TemasLivros 143- Um livro cuja força esteja não nas palavras, mas nas imagens, obras onde a fotografia, a ilustração ou o traço sejam essenciais para transmitir a mensagem. Eu não conhecia "Nadja", de André Breton, até agora! Ao pesquisar sobre o livro, descobri que ele foi publicado em 1928 e é considerado uma das obras mais marcantes do Surrealismo. A narrativa mistura autobiografia, filosofia e poesia, explorando encontros inesperados, coincidências e a busca pela identidade. O que me chamou atenção nas resenhas foi a figura enigmática de Nadja, uma mulher que Breton encontra em Paris e que se torna o centro da história. Ela representa um espírito livre, desafiando convenções e vivendo à margem da sociedade. O livro não segue uma estrutura tradicional, mas sim uma sequência de eventos e reflexões que se desenrolam de forma quase onírica. Além disso, a obra incorpora fotografias, que não apenas ilustram, mas também atuam como elementos narrativos essenciais. Agora estou ainda mais curioso para ler essa obra e explorar como Breton constrói essa experiência surrealista!
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@novidadesliterunico há 11 meses
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Homenagem a Edmond de Goncourt (1822 –1896) Foi um escritor, crítico literário e historiador francês, mais conhecido por seu trabalho conjunto com seu irmão Jules de Goncourt. A dupla é célebre por seus romances naturalistas e por seu diário literário que oferece um retrato íntimo da vida intelectual e social da França do século XIX. Diário: Memórias da vida literária: <a href="https://www.literunico.com.br/books/736">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@jjr há 11 meses
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O Nascimento Do Besouro. Escuridão, o negrume da visão, a carapuça com sua textura negra e dura com teus desenhos em filetes de linha dourados eram o embrião de seu nascimento, a teu esforço movimentava-se lentamente membros de visão e tua fronte descobria-se. Primeiro olhar: troncos amarronzados e umedecidos pela noite onde as folhas reluziam o brilho noturno que ainda desconhecias. Trepidavas teu corpo que pulsavas e partes/pedaços de ti reconheciam a vida circulando em teu ser. Primeiros movimentos: descolavam-se do corpo suas patas irrigecidamente hasteadas e podias sentir o leve toque do ar ao devagar movimenta-los ao chão. A perca da imobilidade: raspava a superfície que tornava-se lama caudalosa onde teu corpo jazias e impelia o rastejo na descoberta de tua força onde teus membros irrigeciam-se agora lógicamente por si e seus comandos. Desfixação do inerte pela gravidade: seus quatro membros agora impulsionavam a força de teu corpo onde o mesmo debatia-se ao chão, despencava de tua força com ruindosos sons a seu retorno a superfície repetidas vezes. Primeiro descanso: sentiu exaurida sua força e manteve-se novamente fixado a lama onde paralisado utilizava seus membros de visão também escutando os sons e definindo distâncias a partir dos auriculares. Logo retomara a calmaria interna e novamente iniciara sua movimentação agora precisa aprofundando-se mata a dentro onde pequenos filetes de luz movimentavam-se calmos. Não sabia se os movimentos eram dos pequenos raios ou da folhagem que modificava seus tons em gamas. Primeiro contato: Aos movimentos distinguia um novo ruído recorrente e vira que partira do brilho que movimentava-se também ao solo sem direção em varias posições, aproximou-se e adentrou com seus quatros membros sentindo a mudança  em seu corpo que agora pesava aos movimentos com a sensação gélida e logo notou que tinha uma direção forçosamente induzida, porém o brilho não acompanhava estando sempre disperso e ao tirar suas duas patas que tornaram-se superiores/frontais e estendendo-as pode notar que voltaram a ter a mesma densidade anterior, movimentando-se ao sentido dos brilhos com o prazer das direções inexatas dançou ao som da água corrente. Piscavam-lhe os brilhos em tua dança feches de luz que o encaminharam a direção do céu já todo iluminado onde  encantara-se com a visão tuas novas cores e logo movimentava seus membros na direção do mesmo que com teu frenesi  dançava tentando alcança-lo entre rodopios e passos na água que agora ofertava-lhe a luz do dia para poder ver e sentir flores que muitas das vezes boiando escondidas pela escuridão em diversas cores e direções tocaram-lhe sem saber delas. A continua dança libertara-lhe novos membros de leveza atrás de si, tua carapuça-vestido a farfalhar agora asas... Baseado no Espetáculo de Coreodramaturgia: "A Flor Boiando Além Da Escuridão" "Homenagiando Kazuo Ohno."
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@carlajaia há 11 meses
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Pingou nanquim no lençol Ou era minha lágrima, meu desatino carnavalesco? Eu, que sou oposta ao próprio tempo, Contrária ao meu sorriso, Diminuta. Vazia. Pingou nanquim no lençol, Meu sangue aquarelado Da vida em preto e branco - - os sons do meu segredo: "Tenho medo de morrer Por minhas próprias mãos" Deus já me salvou tantas vezes Que passei a ser grata aos anjos E a todos os seres sagrados De todos os credos do mundo Eu oro para quem estiver ali Me oferecendo atenção. Pingou nanquim do céu E uma mãe toda virgem Me redesenhou inteira. Não é dessa vez que eu parto. Carla Jaia
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@carlajaia há 11 meses
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O seu rosto é meu alento, Seu olhar, minha proteção Meu desejo vem da paz Que o seu remanso traz (Você é meu pedaço de mar) O seu rosto é meu alento Sua língua, perdição Minha boca, seu sabor Meu sabor na sua boca O seu rosto é meu alento Seu olhar, a minha paz Mas no segredo do quarto Sou ruína, danação. Somos. Carla Jaia
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@carlajaia há 11 meses
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Eis que me deito na tua cama O calor me toma A paixão me chama Aspiro tua alma, sinto teu cheiro O amor sempre vem primeiro Meu amor Certeiro Eis que me deito na minha cama A paixão, com sua lânguida voz, É quem me chama. Carla Jaia (Exercício de poesia com rimas)
@JuNaiane · há 11 meses
Amei ❤️
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@jjr há 11 meses
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§§Duna de conhecimento com suas curvas jambo §§ §§ assobiada pela brisa a lhe tocar §§ §§ desliza suas belas pernas em qualquer paisagem atraindo o olhar §§ §§ de rumo exato na ponta de seu nariz afinado §§ §§ criança menina já mulher com olhar de serpente §§ §§ num sorriso de beleza cigana atordoante §§ -------------------------------------------------- JJr.
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@jjr há 11 meses
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~~*~~ Fortificado solo fértil germina semente acima. Florida e frutificada o vento soprai seus recados que a nova superfície como lar lhe servirá. ~~~*~~~ JJr.
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@jjr há 11 meses
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~~~~§~~~~ Nem prosa nem tão pouco lírica, fragmentadas unem-se as palavras. Devaneios em vagões explícitos, apenas pensamentos que viajam lícitos. Encantam-se em forma de frases a qualquer tempo relembrando outrora o momento de agora. ~~~~~~~~~§~~~~~~~~~ JJr.
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@CrisRibeiro há 11 meses
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#Desafio146 Não mata de uma vez. Corteja. Faz do corpo violino em desatino, encordoado em nervo, arqueado em angústia. É flor do mal sem vaso. Não carece jardim: brota do sangue, na veia do “tanto faz”. Cheira amargo: infância mal digerida, conselho de mãe cansada. Dá náusea. Não, não é alcaloide. Não é estricnina. Não é veneno vendido. É só a consciência. Essa vadia elegante que te visita ao romper da manhã, ensinada por infelizes a se importar com todos e esquecer de si. Como uma puta. Ou uma metralhadora de afetos em forma de mulher que, por ser, já morre de si. Cr💞s Ribeiro
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@literunico há 11 meses
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#Dia 338 Amparo Não se anuncia, nem exige retorno. Amparo é mão estendida antes do entorno é presença recebida que se molda ao contorno. É o silêncio que sustenta, o olhar que acolhe sem interrogar. Amparo não inventa, apenas envolve firme quando tudo ameaça tombar. Não é promessa, nem contrato, mas raiz discreta que cede mais um prato. Amparo é o abrigo não pedido, mas sempre ofertado a quem, talvez, sem saber, Estava necessitado. Eder B. Jr.
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@literunico há 11 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 07 Comente na Biblioteca em um livro que seja escrito em forma de diário, não ficcional ou ficcional, mas que revele a intimidade do autor ou do personagem, permitindo que o leitor espreite o pensamento nu, sem ornamentos. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365postagens Dia 145 O Espelho Escrito O diário não é só registro, é insistência, um guardar escrito. A permanência contra o apagamento. Ali, o autor não finge; cede, hesita, confessa, aceita que a memória seja fragmento, que o pensamento não se restringe mas se liberta. Cada anotação é uma fresta onde espreitamos, não o ser como todo, mas a lembrança possível, aquilo que se suportou, mesmo imprevisível. Eder B. Jr. Indicação do @literunico <h5><span style='color: red;'>#Diário:Memóriasdavidaliterária</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Iniciando Leitura</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/736'><strong>Diário: Memórias da vida literária</strong></a></p>
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