RAFAEL ARAUJO
@rafaelaraujoescritor@rafaelsiarau:
Eu, Rafael, como escritor, procuro respeitar o limite da liberdade poética (inclusive faço isso em As Cartas). Ela serve para expandir o verossímil, não para encobrir incoerências.
Uma coisa é a narrativa dizer “sim” dentro da lógica que construiu; outra, bem diferente, é usar esse “sim” como atalho para absolver um personagem de forma conveniente.
Eu, Rafael, como escritor, procuro respeitar o limite da liberdade poética (inclusive faço isso em As Cartas). Ela serve para expandir o verossímil, não para encobrir incoerências.
Uma coisa é a narrativa dizer “sim” dentro da lógica que construiu; outra, bem diferente, é usar esse “sim” como atalho para absolver um personagem de forma conveniente.
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