Broquéis: Symphonias do occaso Broquéis · Capítulo 40 de 53
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Broquéis: Symphonias do occaso

Symphonias do occaso

Musselinosas como brumas diurnas

Déscem do occaso as sombras harmoniosas,

Sombras veladas e musselinosas

Para as profundas solidões nocturnas.

Sacrarios virgens, sacrosantas urnas,

Os céos resplendem de sidéreas rosas,

Da Lua e das Estrellas magestosas

Illuminando a escuridão das furnas.

Ah! por estes symphonicos occasos

A terra exhala arômas de aureos vasos,

Incensos de thuribulos divinos.

Os plenilunios mórbidos vapóram....

E como que no Azul plangem e chóram

Cytharas, harpas, bandolins, violinos...

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