Sylvvia Rubraurora
@sylvviarubraSem Fôlego
Continuando a série “Não sei falar dos meus livros”, deixa eu falar para vocês de Sem Fôlego — primeiro livro da série De Presa a Deusa.
No final de 2022, eu estava num lugar psicológico não muito bom... E foi nessa época que eu comecei a ler alguns livros clichês de CEO e Máfia. Gostei bastante de alguns e, de outros, eu só me perguntava: “como assim, alguém romantiza isso?” Foi então que eu pensei: “Como eu escreveria um livro sobre esses temas?”
Assim, nasceu Cláudia Toledo, a primeira “deusa” da série. Uma mulher que, em 2018, aos 32 anos, estava bem descrente acerca de relacionamentos amorosos, principalmente dos encontros marcados por aplicativos de namoro. No entanto, por insistência de sua amiga Leila, ela acaba cedendo e conhece Eirik, um homem perfeito. Mas perfeição não existe, não é mesmo? Dessa maneira, ela vê sua vida ser completamente transformada ao se relacionar com Eirik — e a história se constrói a partir das cenas de declínio e de renascimento pelos quais Cláudia passa.
É uma novela “hot”, com cenas de tirar o fôlego; também é uma novela “dark”, com menção a crimes. No entanto é, acima de tudo, uma narrativa de vingança, pois Cláudia não deixou barato tudo que ela passou.
Curiosidade: Cláudia Toledo usa, como seu nick de hacker, “Mulher da Sombrinha” — é uma referência a uma lenda urbana da cidade de Catende-PE. Diz-se que, na década de 1940, trabalhadores que saiam de seus turnos à meia-noite viam essa bela mulher vestida de branco. Ela os levava até o cemitério e eles eram encontrados no dia seguinte, sem lembrar o que aconteceu. Como em Pernambuco até assombração acaba em festa, hoje é um bloco de Carnaval na mesma cidade.
Continuando a série “Não sei falar dos meus livros”, deixa eu falar para vocês de Sem Fôlego — primeiro livro da série De Presa a Deusa.
No final de 2022, eu estava num lugar psicológico não muito bom... E foi nessa época que eu comecei a ler alguns livros clichês de CEO e Máfia. Gostei bastante de alguns e, de outros, eu só me perguntava: “como assim, alguém romantiza isso?” Foi então que eu pensei: “Como eu escreveria um livro sobre esses temas?”
Assim, nasceu Cláudia Toledo, a primeira “deusa” da série. Uma mulher que, em 2018, aos 32 anos, estava bem descrente acerca de relacionamentos amorosos, principalmente dos encontros marcados por aplicativos de namoro. No entanto, por insistência de sua amiga Leila, ela acaba cedendo e conhece Eirik, um homem perfeito. Mas perfeição não existe, não é mesmo? Dessa maneira, ela vê sua vida ser completamente transformada ao se relacionar com Eirik — e a história se constrói a partir das cenas de declínio e de renascimento pelos quais Cláudia passa.
É uma novela “hot”, com cenas de tirar o fôlego; também é uma novela “dark”, com menção a crimes. No entanto é, acima de tudo, uma narrativa de vingança, pois Cláudia não deixou barato tudo que ela passou.
Curiosidade: Cláudia Toledo usa, como seu nick de hacker, “Mulher da Sombrinha” — é uma referência a uma lenda urbana da cidade de Catende-PE. Diz-se que, na década de 1940, trabalhadores que saiam de seus turnos à meia-noite viam essa bela mulher vestida de branco. Ela os levava até o cemitério e eles eram encontrados no dia seguinte, sem lembrar o que aconteceu. Como em Pernambuco até assombração acaba em festa, hoje é um bloco de Carnaval na mesma cidade.
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