Sylvvia Rubraurora
@sylvviarubraLoucuras de um Luto
Escrever o segundo livro da série De Presa a Deusa foi um desafio. Eu me perguntava: “Como vou escrever algo que seja novidade, mas, ao mesmo tempo, que pareça a continuação do livro anterior?” A resposta foi o desenvolvimento de “Loucuras de um Luto”.
No livro anterior, “Sem Fôlego”, ficamos sabendo que Cláudia Toledo trabalhava numa empresa de softwares. Então, como era essa empresa? E como a empresa recebeu as notícias dos acontecimentos que envolveram a protagonista do primeiro livro?
Nasceu, assim, a narradora e protagonista Milena Souza, nossa segunda deusa. Uma mulher que poderia ser uma “mocinha clichê”, mas que, na verdade, foge do convencional. É ela quem vai abrir as portas da empresa e contar tudo que sabe a Cléber Portela — um agente da Polícia Federal, muito interessado em saber mais da história de Cláudia Toledo.
A narração se dá através de um depoimento, pois Milena é a única suspeita de um assassinato. Ela não vai poupar detalhes tanto sobre o dia a dia na empresa, quanto sobre seu relacionamento com Ighor Monteiro, vice-presidente da empresa SoftAmerican Solutions. E é por meio do relacionamento dos dois que o romance traz práticas BDSM, sem, no entanto, apelar para um relacionamento tóxico.
A história se passa durante a pandemia de COVID, logo esta se tornou um tema sensível que pode trazer gatilhos aos leitores.
Escrever o segundo livro da série De Presa a Deusa foi um desafio. Eu me perguntava: “Como vou escrever algo que seja novidade, mas, ao mesmo tempo, que pareça a continuação do livro anterior?” A resposta foi o desenvolvimento de “Loucuras de um Luto”.
No livro anterior, “Sem Fôlego”, ficamos sabendo que Cláudia Toledo trabalhava numa empresa de softwares. Então, como era essa empresa? E como a empresa recebeu as notícias dos acontecimentos que envolveram a protagonista do primeiro livro?
Nasceu, assim, a narradora e protagonista Milena Souza, nossa segunda deusa. Uma mulher que poderia ser uma “mocinha clichê”, mas que, na verdade, foge do convencional. É ela quem vai abrir as portas da empresa e contar tudo que sabe a Cléber Portela — um agente da Polícia Federal, muito interessado em saber mais da história de Cláudia Toledo.
A narração se dá através de um depoimento, pois Milena é a única suspeita de um assassinato. Ela não vai poupar detalhes tanto sobre o dia a dia na empresa, quanto sobre seu relacionamento com Ighor Monteiro, vice-presidente da empresa SoftAmerican Solutions. E é por meio do relacionamento dos dois que o romance traz práticas BDSM, sem, no entanto, apelar para um relacionamento tóxico.
A história se passa durante a pandemia de COVID, logo esta se tornou um tema sensível que pode trazer gatilhos aos leitores.
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