Universo da obra
Universo da obra
Os Sankaré não podem comer perdiz (Bambara ouolo). Aqui está o porquê:
No tempo dos primeiros homens, um djiné arrastava um Sankaré para a sua toca que ficava à beira da água [34]. Acima da margem, uma perdiz tinha feito o seu ninho há muito tempo e escavava-o cada dia mais fundo. O preso percebeu isso, cavou um buraco vertical e conseguiu sair. Desde então, proibiu toda a família de comer perdiz, sob pena de ficar cego. Quando um Sankaré encontra uma perdiz cativa, ele a compra de volta e a liberta. Se toca numa perdiz, lava-se cuidadosamente.
Seleção em português de contos, lendas, provérbios e narrativas tradicionais recolhidas por Franz de Zeltner no antigo Alto Senegal-Níger e publicadas em 1913.
Ainda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Uma seleção criada para acompanhar a atmosfera, os personagens e os caminhos desta obra.
Escolha a arte, confira a disponibilidade e adicione o produto ao carrinho sem sair da experiência.
Adquira Relíquias da Obra e deixe sua marca registrada, criando valor ao item!
Capítulos disponíveis para continuar a leitura.
Nenhuma Relíquia desta obra foi adquirida ainda. Seja o primeiro a eternizar seu nome no acervo oficial!
Conhecer as 100 RelíquiasAinda não há resenhas para esta obra. A primeira leitura comentada pode começar aqui.
Nenhuma posse foi registrada publicamente para esta edição.
Durante a leitura, abra Menu para ajustar a experiência sem sair do capítulo. As preferências de aparência ficam salvas neste aparelho.
Recursos identificados como “em preparo” aparecem para antecipar a evolução do leitor, mas ainda não executam uma ação.
Posso mostrar leituras em destaque, clássicos e Relíquias disponíveis agora no Literúnico.
Escolha um caminho
Dúvidas desta página
As explicações do Aurélio são respostas cadastradas pelo Literúnico.