O amor tem suas regras. Eu sei porque fui eu quem as escreveu.
Ou pelo menos, eu achava que sabia.
Se tem uma coisa que nunca precisei enfrentar, foi a resistência de um mortal ao destino. Eu cravo flechas certeiras em corações distraídos, e eles tropeçam, se beijam e vivem felizes para sempre—ou, no mínimo, vivem intensamente até que tudo desmorone em tragédia.
Mas ela… ela é um problema.
Nenhuma flecha funciona. Nenhuma conexão desperta. Nenhuma centelha acende.
E agora estou aqui, preso nessa bagunça, olhando para ela como se fosse uma equação impossível de resolver.
O pior? Estou começando a gostar do desafio.
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Aqui vou falar um pouco sobre meu processo de escrita, desenvolvimento dos personagens e publicar trechos exclusivos do meu livro para assinantes.