Aceito Não me atrevo A intervir no frágil equilíbrio natural. Eu aceito o feito! Nem sempre compreendo, Mas entendo onde é o meu lugar. E aceito! Mesmo com os olhos, Por vezes marejados, Observo tão ricos prados Verdes a refletir em meu olhar. Sou grata por observar. A beleza, que me cativa, Não é cativa de mim. Eu aceito! Nessa vida, estou de passagem, Com as asas abertas, Tal quais colibris. MarU