Correspondências · Literunico

Amor Eterno

Cartas e histórias de família para compartilhar no Litverso.

Leituras e conversas

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@avaliador há 7 meses
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Diario de escrita | Dia 16/120 Fase: Fundacao Hoje refinei estrutura, ritmo e clareza textual. Proximo passo: consolidar capitulo seguinte. #avaliador_diario
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@wilcipolli há 7 meses
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COPACABANA! Um homem, durante uma viagem, entrou no banheiro de uma rodoviária. Enquanto usava o mictório, outro homem — que era cego — ocupou o espaço ao lado. Num instante de indiscrição, o primeiro percebeu um detalhe físico do desconhecido e, surpreso, comentou: — Rapaz… você faz sucesso, hein? O cego, curioso, perguntou “como assim?”. O outro, com ares de quem entendia do assunto, disse que, com aquilo, ele não teria dificuldade alguma com mulheres. Chegou até a sugerir: — Faz o seguinte: pega um ônibus, vai pra praia de Copacabana, fica tranquilo por lá de sunga… e deixa a vida acontecer. O cego, levando o conselho a sério, seguiu viagem. Mas, sem muita noção da diferença entre os lugares, acabou indo parar em outra praia. Não demorou muito, uma mulher se interessou por ele e o convidou para subir até seu apartamento. O clima foi se aproximando, mas, de repente, ela entrou em pânico: — Meu Deus, meu marido chegou! Rapidamente, pediu que o cego apenas concordasse com qualquer explicação que ela desse. Quando o marido entrou, estranhou a presença do desconhecido. A mulher se apressou: — Ele estava na rua pedindo ajuda… fiquei com dó e trouxe pra comer alguma coisa. Ela foi até a cozinha, deixando os dois sozinhos na sala. Nesse momento, o marido se aproximou, puxou o cego de lado e disse, em tom baixo: — Ceguinho filho da mãe… eu falei COPACABANA. Não Leblon.
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@wilcipolli há 7 meses
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Madrugada Ao longe, enquanto repouso em minha cama, ouço carros e caminhões na pista. O som do arrasto na lataria aerodinamicamente imperfeita ecoa por toda a periferia. Minha mente se lança a cada cabeça pensante que pilota seu veículo — vindo de um lugar, indo a outro — seguindo uma infinidade de destinos distintos. Insônia. Aquela sensação de estar ouvindo algo que já não deveria. Meus olhos clamam pela junção das pálpebras, enquanto estas se recusam ao contato, sustentando uma espécie de amor platônico: desejam, quase cedem, mas resistem ao próprio abraço. Como se amassem mais a ânsia do encontro do que o tédio da posse. Por que não um café? Por que não um cigarro? Nada melhor do que uma pequena autodestruição para tornar prazerosa a ruína iminente. Não fumo mais. O café exigiria preparo. E, ao passo que meus olhos mal querem olhar, quem dirá minhas pernas andarem ou minhas mãos se moverem. Prefiro este estado. Um confortável limbo filosófico. Fico à janela, observando ao longe o vento açoitar os bambuzais, que esvoaçam como cabelos num contraste entre a penumbra e o céu iluminado por uma lua minguante exageradamente brilhante. Ah. Agora percebo: este cenário está nos meus sonhos. Talvez eu já esteja dormindo — ou quase.
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@eduliguori há 7 meses
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Agora de olhos novamente abertos percebo quantos erros cometemos em nome do amor nos calamos muitas vezes quando devíamos ter dito algo falamos demais muitas vezes quando devíamos ter mais escutado inventamos cenários inexistentes sufocamos quem está à nossa volta imaginamos batalhas que nunca começaram fugimos de quem nos ama ansiedade em construir um futuro perfeito sem ter vivido o hoje depressão por um passado que já devia ter sido enterrado a ironia implícita é que só queremos sorrir e um pouco de carinho mas ao invés de permitir preferimos implorar de que vale tanta inteligência e cultura se um beijo vira mercadoria por que demoramos tanto para perceber que o que não vem não se exige por que somos tão infantis, orgulhosos, petulantes o amor se alimenta com caridade o perdão algumas vezes corrige as falhas quem sabe uma segunda chance, mas muitos barcos se perdem na neblina nas corredeiras e tormentas o que quer que seja foi, é ou será resta aprender Edu Liguori
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@tibianchini há 7 meses
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O que eu mais queria era um abraço A pele se deixando tocar, O sentir-se envolvido sem estar preso, O encontrar o mundo nos braços alheios O que eu mais queria, mesmo, Era sentir a lágrima caindo e encontrando colo, Sem perguntas e sem pressa: Apenas cumplicidade e abrigo. Um abraço. O melhor jeito de dizer: "Estou aqui, com você, E isso não basta, mas alivia, Pelo menos nesse instante." Abraço - a alma aberta, sem malícia, Amizade num gesto, que conforta Uma cabeça cheia de derrotas e incertezas, Um corpo que já vive no último fio. E talvez esse abraço me desse a certeza de que algum alívio ainda é possível, Nos dias em que a alma cansa antes do corpo, E que o choro pudesse vir sem freio, E que a paz fosse possível, ao menos naquele momento. Ah, minha amiga! Um abraço, para dar suporte A mães que passam tanto tempo Sustentando o céu com os ombros Que se esquecem de que também podem desabar. E que você soubesse que, nesse mundo-tempestade, Há um casebre em pé, entre os meus braços, Te ajudando a lidar com tudo: Criança doente, família infeliz, abandono e dor. E que, nesse casebre, você pode se despir De toda culpa plantada por este mundo bruto, E que, assim como o seu bebê, tão sensível, Você também merece colo. Merece ser cuidada, e saber Que não precisa ser forte sempre, Que tem muitas pessoas para as quais Você é radiante, luminosa, importante. E eu, que tanto queria poder acabar Com todos os seus problemas, E te apertar até que as sombras fossem embora, Hoje, longe, tudo o que minhas mãos alcançam, E que posso te dar, é este poema, Mas tudo o que eu mais queria Era poder te dar um abraço.
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@prioliveira_ há 7 meses
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Um Romance Sobrenatural de tirar o fôlego. Eu demorei um pouco para engatar a leitura por conta das dores da Penélope, a descrição da depressão é tão nítida que me deixou com os sentimentos aflorados. Apesar disso, a leitura flui de maneira natural, me deixou querendo descobrir o que viria a seguir. Este livro me trouxe um emaranhado de emoções, tristeza, raiva, surtos, me fez apaixonar pelo demônio da tentação primeiro que a Penélope, e teve partes que me fez ficar de boca aberta e queixo caído. Cyrus, apesar de ser um demônio que se alimenta dos desejos dos humanos e apesar de ficar obcecado pela Pen, respeitou ela em todos os momentos e isso me fez ficar mais caidinha por ele. Corine me fez duvidar da minha sanidade, assim como a Pen duvidou da dela e no final achei que tudo ia pelos ares, mas graças a um certo serzinho demoníaco que não é o Cyrus, tudo deu certo. Eu amei a história, a evolução dos personagens, a maneira como a Penélope não se deixou levar de primeira pelo Cyrus, mesmo que ela se sentisse muito atraída por ele, as cenas hots são uma delícia e na medida certa. Tem aquela tensão entre os personagens que deixa a gente querendo mais e as cenas de ação me deixaram sem fôlego. Minha cena preferida foi onde onde ele disse que se apaixonou por ela. Enfim, aguardo o livro dois ansiosa. Parabéns Corine ❤️ #resenhas #DarkNecessities 📖 [Ver livro](https://literunico.com.br/books/1811)
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@samila há 7 meses
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<h5><span style='color: red;'>#SoboMesmoCoração</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://literunico.com.br/books/1687'><strong>Sob o Mesmo Coração</strong></a></p><p>Eu gostei bastante dessa história</p>

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